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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Tudo descontroladamente controlado

Na passada segunda-feira foi dia de ter um tête-à-tête com a balança da Maria, isto, depois de seis meses e pouco sem saber como é que andávamos aqui de massas gordas e magras. A última consulta tinha sido em Junho do ano passado e lembro-me que tinha voltado a atingir o mínimo de massa gorda que alguma vez consegui, e estava com 17%. Sendo que desta última vez a perda de gordura reflectiu-se mais nas pernas e não tanto no abdómen como em 2017 pela mesma altura, ano em que voltei a saber o que era ter uma barriguinha super lisa. Foi o resultado de ter introduzido o cycling na minha rotina de treino.

Mas ósdispois meteu-se o Verão, os gelados e as tripas com chocolate, meteram-se muitas pratadas de massas e muitos hambúrgueres artesanais, meteram-se domingos de pizzas e batatas do demónio, meteu-se muito cinema e muitas pipocas, meteu-se o Natal, os chocolates, as rabanadas e outras cenas maléficas, e meteu-se o terrível mês de Janeiro em que só me dá para (continuar) comer como se não houvesse amanhã, qual lontra debulhadora. Posto isto, fui adiando as consultas de nutrição porque tinha noção que não andava a cumprir o plano, PIOR!, que andava completamente em modo lambona, pelo que não valia a pena dar uma de masoquista e ir confirmar o óbvio.

Entretanto, chegou Fevereiro e achei que estava mais do que na altura de deixar-me de merdas, pelo que marquei consulta com a minha Maria-dos-cabelos-mailindos a fim de saber qual o ponto de situação e assim voltar ao foco. Claro que para inicio de conversa tive de confessar as minhas facadas na alimentação saudável e foi muito bonito quando chegou a parte de dizer tudo o que comi no dia anterior, tendo em conta que o dia anterior foi um domingo e foi assim uma pequena desgraça desde tomar o pequeno-almoço no lugar do almoço (uma vez que acordei tarde), a lanchar uma bela de uma tripa com chocolate seguida de um balde de pipocas e terminando com uma mega tosta com salsichas pelo meio como jantar. Que vóóónito, hããã, Bruna Filipa!! Lição número um: não marcar consultas de nutrição a uma segunda-feira.
Depois disto, a Maria só dizia "eu espero bem que não tenhas ultrapassado os 20% de massa gorda!!". E puuuuuumbas!!


É caso para dizer: tudo descontroladamente controlado. A gordura corporal não disparou assim tanto e ainda consegui aumentar trezentos preciosos gramas de massa muscular. Treinar regularmente ajuda muito, imaginem, então, se conciliarmos com uma alimentação saudável e minimamente regrada.
Recordo que quando cheguei à Maria em Janeiro de 2016, pesava 61,3 kgs, estava com 25,8% de massa gorda e 43,9 de massa muscular. Sem querer, perdi massa muscular por altura da meia maratona de Aveiro e estava apenas com 41,9. Sentia-me excessivamente magra, mas lá está, não foi por opção e levei bastante tempo para conseguir recuperar o músculo perdido. Como já disse, o mínimo que consegui de massa gorda foi 17%.
Hoje, peso 59 kgs, tenho 18,7% de massa gorda e 46,7 de massa magra, tenho a gordura visceral no mínimo dos mínimos e um IMC de 20,7 considerado saudável, 15 anos de idade metabólica e o caminho passa aumentar um pouco mais a massa magra e reduzir gordura da zona abdominal essencialmente. Ou seja, adeus vidinha de lontra debulhadora!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Retrospectiva Literária 2018


Depois de algum tempo a ler dois/três livros por ano, 2018 foi, sem dúvida, o ano em que fui uma consumidora ávida de livros. Bati todos os recordes. Acho que nem mesmo nos tempos de "Uma Aventura" li assim tantos livros num só ano. Talvez esta entrega à leitura não tenha acontecido por acaso, mas ainda bem que assim foi. Não me sinto mais ou menos inteligente em relação a A, B, C ou D, mas sinto-me mais rica enquanto pessoa. Há toda uma magia na entrega a um livro, que só mesmo um "livrólico" consegue perceber. Quando lemos de corpo e alma, vivemos aquela história, vivemos aqueles personagens, vivemos aquele ambiente/época, vivemos aqueles sentimentos, o que de um modo ou de outro nos pode ajudar a encarar situações do nosso dia-a-dia, a relativizar problemas, a encontrar novas perspectivas e a ampliar horizontes. Os livros dão-nos asas e acredito muito na capacidade que têm de nos moldar enquanto pessoas de forma bastante positiva. Viajar é óptimo, mas viajar sem sair do sofá não lhe fica atrás (sendo bem menos dispendioso!). Espero que este novo ano literário seja tão bom ou melhor do que 2018!

Dois mil e dezoito em livros

25 livros
2 +/- livros por mês
9.979 páginas no total
832 páginas por mês
684 páginas do livro mais longo que li

Melhor livro: "A Verdade sobre o caso Herry Quebert" de Jöel Dicker. Não podia ter acabado de melhor forma o percurso literário de 2018. Jöel Dicker foi uma excelente descoberta. Mal terminei o caso Quebert peguei logo no "O Livro dos Baltimore" do mesmo autor e o "Desaparecimento de Stephanie Mailer" será para ler em breve.
Pior livro: "O Sol de Tânger" de Christine Mangan. Foi das leituras mais aborrecidas que tive em mãos e não recomendo.

Para este ano, o desafio passa por conseguir ultrapassar o recorde de dois mil e dezoito e assim chegar aos trinta livros. A ver vamos. Também pretendo explorar novos autores e sair mais vezes do meu registo habitual: policial/thriller. Não sei se este será o ano de ler Lev Tolstoi, por exemplo, mas estes são alguns dos autores que pretendo explorar: Richard Zimbler, Carlos Ruiz Zafón, Julia Navarro, Kristin Hannah, entre outros. E claro, continuo a contar com vocês para esta partilha de opiniões e sugestões. Combinado?


sábado, 19 de janeiro de 2019

Vouga Trail


Eram sete da manhã e o despertador tocava. Estava quentinha, tinha o Pepe ao fundo da cama e ouvia a chuva a bater forte na janela do quarto. Tinha o meu livro "A Sombra do Vento" a cem páginas do fim mesmo ao meu lado na mesinha de cabeceira. Estavam reunidas todas as condições para dar parte de fraca e desistir do trail. Mas lá fui eu, a maldizer a minha vida, a perguntar porque me inscrevi e porque raio dou ouvidos a gente mais tolinha do que eu, mas fui.

Já na meta, tive a certeza que, de facto, inscrever-me neste trail não foi de todo a ideia mais iluminada de sempre. Não que ainda tivesse dúvidas, mas uma coisa é imaginar ai vai estar tanto frio, ai que vou levar com chuva da grossa, ai que as articulações nem vão aquecer e vou torcer um pé, ai que vou escorregar na lama e partir-me toda, outra é começar a sentir mesmo no corpo. Choveu o percurso tooooodo, ora mais miudinha ora mais forte, foram dezasseis quilómetros debaixo de chuva. 

Mas está feito. E agora que estou aqui, bem mais quentinha, completamente enrolada até ao pescoço na manta no conforto do sofá, penso e, apesar de toda a resmunguice e ratazanice aguda, não me arrependo nada de ter ido. Foi uma prova de muita força mental e no fim quase entrei em hipotermia, mas é mais uma experiência que levo comigo. O percurso é muito bonito, passámos pela Cascata da Cabreira, por exemplo, e por outros lugares igualmente bonitos que se não fosse este trail, provavelmente nunca iria conhecer. Depois, é aquele sabor bom da superação, de quem sai da zona de conforto. De qualquer forma, DUUUUUUVIDO que alguma vez me apanhem novamente num trail em pleno dia de Inverno. Frio? Ainda vá que não vá, mas chuva?? CREDO, senhores, CREDO!!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

São Silvestre Cidade do Porto


Depois de temas fracturantes como a Primeira Grande Guerra dos Programas das Manhãs Portuguesas, aposto que estava tudo em pulgas para que voltasse ao tema das corridas, confessem. Vamos lá então!

Antes da São Silvestre no Porto (que já lá iremos), a última vez que tinha calçado as sapatilhas para ir correr tinha sido em Setembro, no terceiro trail organizado pelos escuteiros de Águeda. Foram dezanove quilómetros tão sofridos que devo ter ficado com um pós-trauma qualquer, o que me levou a deixar passar ao lado algumas provas durante o resto do ano, apesar da insistência dos meus parceiros de corrida. Não foram dores musculares nem falta de resistência como por vezes acontece, nem tão pouco cansaço, foi mesmo uma valente dor de burro que não me largou desde o terceiro quilómetro, mais coisa menos coisa, até ao último dos últimos. Foi horrível!!! Correr com aquele desconforto ali a latejar do lado direito da barriga é pura tortura, senhores, TOR-TU-RA. Os entendedores entenderão. No inicio, quando ainda era uma principiante, era frequente sentir essa dor mas era uma coisa de minutos e passava. Uma hora nisto? Quilómetros e quilómetros a fio?! Fónix, parecia macumba.

Macumba ou não, não podia continuar armada em cocó e a deixar-me dominar pelo fantasma da dor de burro, então, assim na loucura e cheia de confiança, inscrevi-me na São Silvestre do Porto marcada para a véspera de fim-de-ano. Sempre ouvi maravilhas desta corrida, cheguei a inscrever-me em 2017 mas acabei por não ir, pelo que não ia deixar passar mais um ano. Amigas, foi qualquer coisa de espectacular! E confesso que já tinha saudades da sensação de correr e de alcançar a meta.

Embora nos últimos tempos ande mais envolvida nos trails, foi pelas ruas da cidade que ganhei o gosto pela corrida. E correr no meio de plena Invicta à noite foi só lindo. Já tinha participado na São Silvestre de Aveiro, mas ESQUEÇAM, a do Porto dá quinze a zero. O espírito é totalmente diferente, já para não falar no percurso em si que é bem mais interessante e desafiante. Não sei se é por sermos centenas e centenas de participantes e ser ali entre o Natal e o fim-de-ano, em que as pessoas ainda estão com aquele sentimento mais especial e as ruas ainda espelham o brilho da época, mas esta prova conquistou-me por completo. O ambiente é mesmo incrível, tem mooooontes de gente nas ruas a puxar pelos corredores, muita animação e muita música, o que dá um boost enorme. A chegada ao túnel de Ceuta, já nos últimos quilómetros, foi para mim o ponto alto da prova. AC/DC a ecoar no máximo entre aquelas paredes, malta a dançar, cartazes motivadores, enfim... Épico! Foi sem duvida o meu combustível para dar aquele gás final e conseguir cumprir o objectivo que tinha estabelecido: terminar abaixo de uma hora (58', não idem vocês pensar que despachei aquilo em 35'). E não há nada melhor do que a sensação de cumprirmos os nossos objectivos pessoais.


Quero dar mais uma vez os meus sinceros parabéns à organização, porque não é fácil mobilizar tanta gente, e, mesmo assim, conseguem criar um ambiente fantástico. Foi a minha primeira São Silvestre no Porto e, se Deus Nosso Senhor quiser, não será a última. E vocês, minhas lontras preguiçosas, não deixem de participar! "Ah e tal mas eu não aguento correr cem metros quanto mais dez quilómetros!!!", pois que têm o ano toooooooodo para treinar e podem começar já amanhã, está bom? Não m'enervem.


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Um breve ponto de situação


Pessoas-fofinhas-que-ainda-se-dão-ao-trabalho-de-ler-este-blog, como vai essa saudinha? Tudo jóia? E como andam os ânimos decorridos os primeiros quinze dias do ano, hum? Tirando aquela que foi a Primeira Grande Guerra dos Programas das Manhãs Portuguesas que ficará para todo o sempre registada na História de Portugal a ser estudada, futuramente, nas aulas de história pelos nossos filhos/netos/bisnetos, parece-me tudo muito pacifico. Além do telefonema em directo do nosso Presidente da Republica a felicitar Cristina Ferreira pela estreia do seu programa, não estou a ver assim nenhum sururu de maior relevância para as nossas vidas. Nada contra, não comecem já a apedrejar-me, mas, minhas amigas, que há ali uma pontinha de show off a mais, há e não digam o contrário (e ninguém me tira da ideia que aquele telefonema para a RTP a dar apoio a Roberto Leal foi só para acalmar os ânimos e mostrar que não foi de todo intenção alimentar guerras). É isso e o "país e o mundo e o doce da Cristina". Oh Criiiiiiiisto, vem cá baixo ver isto!! Claro que o "Guigui" "aceitou" o desafio com todo o profissionalismo que lhe é sobejamente reconhecido. Que a senhora é um caso de sucesso é, bato-lhe palminhas e reconheço-lhe o mérito além de simpatizar muito com ela, mas, por favor, não percamos a noção, pode ser? Se ninguém lhe põe a mão, não tarda está a lançar um desafio ao Senhor Padre da Malveira para terminar a missa dominical com "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ide em paz e que a Cristina esteja convosco". Que ninguém lhe dê ideias.
Do outro lado, temos o Manuel Luís Goucha isolado e de rastos, segundo os órgãos de comunicação social, essas fontes de informação altamente fidedignas. Que a vida dele não está fácil, não está não senhor, já que a sua pupila lhe está a dar uma valente coça nas audiências. De nada lhe valeu ilustres convidados como Mário Machado e Alexandre Frota. O segundo nem chegou a aparecer e sem qualquer justificação para a mudança de planos na programação da TVI, o que revela, de facto, algum desespero em tentar conquistar audiência. Quanto ao primeiro, e politiquices à parte, não me sai da cabeça a questão "acha que faz falta um novo Salazar" e a resposta afirmativa. É que com o currículo dele e com um Salazar, o mais certo seria ainda estar fechado na masmorra, mas tuuuuuudo bem.
Dizia eu que o Goucha caiu a pique nas audiências e nem a bonitona da Maria Cerqueira Gomes lhe valeu para a desgraça não ser assim tão grande. A moça conquistou o lugar mais cobiçado da televisão, mas tadinha, não vai ter tarefa fácil, já para não falar que vai estar sempre sujeita a comparações com a anterior apresentadora. No que a trapos diz respeito, digo já que a Cristina Ferreira tem dado quinze a zero praticamente todos os dias. Frivolidades à parte, a Maria é simpática, tem boa imagem, parece humilde e penso que tem tudo para ir longe. Mas lá está, estará na sombra da Tinita ainda por muito e bom tempo.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Isto, sem tirar nem pôr.

(preparem o chá e uns biscoitos ou umas pipocas, porque vem daí testamento...)

Primeiro post do ano. Perdoem-me, mas não deu para vir ao estaminé mais cedo. Agora, digam-me cá. Além daquele daquele discurso típico de cota, que o tempo passa a correr, que ainda ontem era 2010 e já estamos quase em 2020, que a vida são dois dias e rebéubéu pardais ao ninho, é suposto fazer um daqueles textos xpto, todos bonitinhos, com um resumé do ano que terminou e todo um sem-número de resoluções e desejos? Ok, então é assim... Numa primeira avaliação geral, diria que 2018 foi uma merda. Resoluções? Lamento, mas não tenho.

Pronto, podia ficar por aqui, mas não escrevo há muito tempo (pelo menos coisas assim mais sérias) e apetece-me abrir o coração. Dizia eu que 2018 foi uma merda. De facto, o ano que terminou não foi de todo um ano bom, não senhor. O anterior também não o foi, mas este último foi um abuso. Se tivesse de escolher uma palavra para caracterizá-lo, escolhia "provação". Ainda assim, parece-me uma palavra muito "pequenina" para descrever todo um forrobodó de cenas dos mal.

Além de ter sido o oficializar do fim do meu casamento (apesar de ter sido uma decisão consciente, não deixa de ser mau pelas mais variadas razões), também fui vitima de injúrias. Vivi uma autêntica novela, digamos assim, e passei por situações que jamais imaginei passar, o que me fez questionar tudo e todos, desconfiar até da própria sombra, já para não falar da instabilidade emocional (que já não estava muito boa por razões óbvias). A minha esperança na humanidade ficou reduzida a uma unha negra.

Como diz o outro "anda meio mundo a f*der outro meio mundo". Não falo apenas da minha situação, mas do que se vai vendo de uma forma em geral. As pessoas são más, maquiavélicas, cada vez mais interesseiras e desprovidas de valores, não olham a meios para atingir os fins e as suas capacidades de manipulação chegam a ser assustadoras. Pode parecer estúpido, principalmente falando assim muito por alto deste assunto, mas acreditem que pela primeira vez na vida senti receio de alguém.

Ainda assim, não consigo desejar mal a quem tanto mal me fez, o meu único desejo passa apenas e só pela verdade. Porque aquela coisa do "o que importa é ter a consciência tranquila" é muito bonita, mas na prática não é tão simples assim. Por mais que não se queira, fica sempre a moer cá dentro. Afinal, ninguém gosta de ser vitima de injustiça/difamação/mentira, principalmente, quando pessoas importantes para nós acabam por ser envolvidas e incomodadas. Assim, só desejo mesmo a verdade e talvez seja esse um dos grandes desejos para este ano, no entanto, não pretendo de todo viver em função disso e espero muito que o tempo continue a tornar tudo isto cada vez mais leve cá dentro.

Mas 2018 também teve as suas coisas boas e muito boas, não fiquem com a ideia de que foi só desgraças e más energias. Nem tudo é mau e uma vez que somos feitos de momentos, está nas nossas mãos tirar o melhor partido dos "bons" e (tentar) relativizar os "maus". Até porque o que não nos mata torna-nos mais fortes (muito cliché, mas muito verdadeiro) e mesmo quando não parece, quero acreditar que a vida conspira sempre a nosso favor.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Vamos aos Saldos?


em três, dois, um... SEGUREEEM-SE!!

Logo a seguir ao nascimento do menino Jesus, o acontecimento mais importante de Dezembro são os saldos de Inverno. Qual passagem de ano, qual quê. Saldos, senhores, S-A-L-D-O-S. Quem me ouvir falar até pensa que estou hiper, mega entusiasmada com os saldos, mas não é bem o casaco. Acho que já me passou a fase do consumismo desenfreado, do comprar por comprar, do comprar uma peça só porque está dois euros mais barata e eu acho que preciso. Obviamente, tenho umas coisinhas debaixo de olho e que gostava de aproveitar (nem 8 nem 80, num é?). Ando há imenso tempo à procura de um casaco preto estilo robe e de um vestido também preto o mais versátil possível, mas não está fácil. Também gosto de aproveitar os saldos para comprar camisolas de malha. Isso, e uma peça assim mais divertida que faça a diferença, mas que não justifica comprar em época normal por não ser, à partida, tão versátil.

O importante é comprar de forma consciente, caso contrário, os saldos não serão assim uma oportunidade tão boa quanto isso. Aproveitem para comprar aquela peça que sabem que vão usar e abusar, renovar os básicos e apostar na qualidade. A regra de ouro para não cometer excessos e fazer compras desnecessárias é saber o que nos faz falta, senão chegamos ao fim com a sensação de sempre "tanta roupa e nada que vestir". Portanto, minhas amigas, é condição obrigatória fazer um pequeno raio-x aos nossos armários antes de nos lançarmos aos saldos.

Posto isto, decidi preparar este post com algumas peças que acho essenciais no nosso closet, de forma a dar-vos algumas dicas para as vossas comprinhas.
Espero que gostem e que vos seja útil!

Ora então...

1- Um bom casaco de Inverno


1- Casaco H&M (link) | 2- Casaco Lanidor (link) | 3- Casaco Salsa (link) | 4- Casaco Salsa (link) | 5- Casaco Zara (link) | 6- Casaco Zara (link) | 7- Casaco Mango (link) | 8- Casaco Salsa (link) |
9- Casaco Zara (link) | 10- Casaco Zara (link)

Preto, camel ou cinza é simplesmente indispensável. Se já tiverem estas cores mais neutras, porque não apostar num vermelho ou num azulão, por exemplo?

Foi o melhor que se arranjou #292


magic season!

Mal entramos no último trimestre do ano, ansiamos pela chegada do Natal. Miúdos ou graúdos, mais ou menos entusiastas, acho impossível não nos deixarmos contagiar um pouquinho que seja pelo espírito da época. É o brilho das luzes nas ruas e nas nossas casas que intensificam os sonhos e aconchegam a alma, é todo o sentimento que desperta, é a alegria mais pura e inocente das crianças, são os sorrisos que se espalham, o coração que amolece, é toda a magia que paira no ar...é o cenário perfeito para o encantamento que, por momentos, abstrai-nos de tudo o que nos possa inquietar. Então, contamos os dias, contamos as horas, contamos os minutos, mas quando vamos a ver puuuufff, o Natal já passou. Chegou depressa, passou depressa.

Confesso que ultimamente não tenho vivido o Natal com a mesma alegria/euforia de outros tempos, mas continuo a deliciar-me com esta época. Nos mais pequenos detalhes consigo encontrar a miúda que escrevia a carta ao Pai Natal. Aquela que acreditava que a carta que escrevia chegava realmente à Lapónia. Aquela que na noite de 24 de Dezembro deitava-se cedo com o desejo de acelerar o tempo até à manhã seguinte, tal era a ânsia de encontrar os presentes junto à lareira. Sinto saudades desta época, do sentimento que se vivia e de toda a expectativa que tornava tudo tão mágico. Tenho saudades de um Natal que já lá vai. Por várias razões, tenho saudades. Mas Natal será sempre Natal, com tudo o que significa para mim.

E vocês, que me acompanham de há seis Natais para cá, espero que tenham tido um Natal muito feliz junto das pessoas que mais gostam e, claaaaro, com algumas prendinhas também.

Falando de trapos... Há duas coisas no Inverno que me roubam o coração: casacões e malhas quentinhas. Recentemente, partilhei-vos o meu encantamento com a H&M e, de facto, está com peças super giras, nomeadamente, casacões e malhas. Esta camisola vermelhusca é de lá e é linda, fofinha e quentinha, e foi baratusca. Imaginem agora com os saldos! Fica a dica até porque os ditos cujos (os saldos!) arrancam já amanhã.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Party Season

Em véspera de Natal, decidi presentear-vos com algumas sugestões de looks festivos. O mês de Dezembro é toda uma agenda de eventos sociais. Os jantares de Natal já lá vão (embora também há quem se reúna em Janeiro), mas ainda temos a festa de fim de ano.
Não sei se já sabem o que vão vestir para dar as boas-vindas a 2019, se vão ter uma festa de arromba ou se vão ficar tipo eu, numa onda mais soft, mas estas quatro sugestões já ninguém vos tira. Se não for para a passagem de ano, poderá servir de inspiração para outra ocasião especial qualquer. E atenção, os saldos estão aí!


Vestido Zara (link) | Brincos Parfois (link) | Clutch Parfois (link) | Sapatos Aldo (link)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Relax, it's weekend! #48

Quem é que já entrou em mini-férias de Natal? (euuuuuuu)
Quem é que já tem as prendinhas de Natal todas despachadas? (euuuu)
Quem é que hoje tem jantar de Natal? (euuuuu)
Bom, o que é certo é que o mais importante no meio disto tudo, logo a seguir ao nascimento do menino Jesus, é que os saldos da Zara arrancam jáááá daqui por uma semana. Portanto, se o Pai Natal não fizer caso dos vossos pedidos, sempre têm os saldos para afogar as mágoas. 

Deixo-vos com uma nova sugestão de look para os dias mais descontraídos, sendo que complementava este outfit com um dos collants mega fashion da Calzedonia. Espero que gostem!

Casaco Zara (link) | Vestido Zara (link) | Mala Guess (link) | Botas Strena (link)


Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

BOOK | "A verdade sobre o caso HARRY Quebert" de Joël Dicker


não podem deixar de ler!!

Empolgante. Viciante. Brilhante. Envolvente. Surpreendente. Tudo de bom mesmo. Convencidos?

Não se deixem assustar pelas 664 páginas do livro. É um calhamaço do caraças, mas lê-se tão mas tão bem, que serão capazes de ler cem páginas de uma assentada sem dar conta. Temos aqui um enredo fantástico, cheio de mistério e suspense, mas de leitura muito simples e fluída.

Escrito pelo suíço Joël Dicker, este thriller dramático venceu em 2012 o Grande Prémio da Academia Francesa. E a grande questão do livro é: quem matou Nola Kellergan? É em torno deste mistério que gira a história e é a pergunta que nos acompanha até às últimas páginas. Mas não é o único mistério! Todo o enredo é um autêntico mistério. As personagens foram tão bem construídas, que todas elas escondem algo e dão indícios de serem suspeitos do crime.

A acção desenrola-se em dois tempos: no Verão de 1975, quando o escritor Harry Quebert de trinta anos conhece e apaixona-se por uma jovem de quinze anos - Nola; e em 2008, quando Harry é preso por ser suspeito do homicídio de Nola, desaparecida há trinta e um anos.

Dos melhores policiais que já li, senão o melhor, sem dúvida. Quando o caso Nola Kellergan parece estar mais que resolvido e explicado, quando tudo indica que é para ali, eis que surge uma reviravolta e voltamos praticamente à estaca zero. A maneira como o escritor dá a volta à história é impressionante. Assemelho a leitura deste livro à construção de um puzzle, cada capítulo é essencial, traz novos indícios, novas pistas, novas questões, personagens que vão aumentando cada vez mais o mistério.

Como já todos devem saber, este livro ganhou adaptação audiovisual e foi transformado numa mini-série de dez episódios, onde a personagem Harry Quebert é interpretado por Patrick Dempsey (esse gaaaaato!!). Quero já aqui deixar uma enoooorme salva de palmas à caracterização do actor, que teve de envelhecer para vestir o seu personagem e é impressionante como conseguiram realmente fazê-lo parecer bem mais velho do que é. 
Já vi cinco episódios e posso dizer que foi muito giro ter começado a ler ao mesmo tempo que via a série, não só pelo facto de poder dar uma cara às personagens e imaginar um cenário mais "realista" (imaginamos sempre algo, mas assim deixou de ser tão abstracto), mas também porque tornou a leitura ainda mais cativante.

No fim do livro, Harry Quebert diz "um bom livro, Marcus, é um livro que lamentamos ter acabado de ler. Este é de chorar baba e ranho, meus senhores. Valha-me os episódios da série que ainda me faltam ver e um novo livro que já dei inicio deste mesmo autor: O Livro dos Baltimore, que apesar do registo um pouquinho diferente também está a ser muito bom de ler.


P.S.: sim, este livro pode ser uma excelente prenda de Natal.


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Foi o melhor que se arranjou #291


primeiro estranha-se, depois entranha-se...

Incentivada por vocês, resolvi arriscar na compra de uns mom jeans para ver como a coisa ficava. E o que é que eu tenho para vos dizer? Bom... O meu sentimento em relação a este modelo já passou por vários estados: "que rico saco de batatas que eu pareço", "epa, afinal até ficam mesmo giras", "ui, são super confortáveis", "bem, super confortáveis, mas isto não favorece nem a Adriana Lima". E estamos assim, neste amor-ódio.

É certo que não são os jeans mais elegantes e que não valorizam de todo a silhueta feminina, mas que são confortáveis lá isso são. Não apertam, logo, não contribuem para a pele casca de laranja. Mais um ponto a favor, portanto. Mas não, não são a peça mais bonita de se ver.

Dos anos 80 directamente para o século XXI, estes jeans caracterizam-se pela cintura alta, por serem relativamente largos e por terem as pernas ligeiramente afuniladas. Para equilibrar, o ideal é usar com uma parte de cima justa para evidenciar a cintura e valorizar um pouco mais a silhueta (já que chegamos aos jeans e puuufffff). Se usarmos com uns saltos sempre dão mais elegância, também.

Eu até gosto do ar descontraído que dão e quando combinados com um salto alto criam aquele contraste entre o casual e o chique que eu tanto gosto, mas...admito que skinny jeans são skinny jeans. Se me derem a escolher, não tenho dúvidas, escolho os skinny (mesmo que signifique mais uns buraquinhos de celulite, ah! ah! ah!, ok, não tem piada). Mas não ponho este modelo totalmente de parte, tanto pelo conforto como pela vibe "descontrichique".

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

OH, MONDAY! #28

Assim chegámos à penúltima semana do ano. Por aqui, vai ser a última semana de trabalho que culminará com o nosso jantar de Natal. Ainda não sei muito bem o que vou vestir, só sei que tenho os collants tigresss da Calzedonia ansiosos por sair à rua. Portanto, meias já temos pelo que já não falta tudo.

E a sugestão de hoje? Mais uma vez consegui fugir dos pretos e foi isto que se arranjou. Gostam das peças? Usavam? De dizer que a Lanidor está com desconto de 30% em várias peças, pelo que é uma boa oportunidade para comprar aquela peça que tanto queriam (ou mandar a dica ao Pai Natal, ah! ah! ah!).

Casaco Lanidor (link) | Blusa Lanidor (link) | Jeans Mango (link) | Mala Guess (link) | Sapatos Zara (link)


Boa semana!

domingo, 16 de dezembro de 2018

Clube de Leitura?


"i do believe something very magical can happen when you read a book" J. K. Rowling

Eu também acredito. Porque ler, não é só ler. Vai muito além do que possam pensar. Os amantes de livros sabem. É imaginar, é sonhar, é desejar, é viajar, é pensar, é reflectir, é agir, é mudar, é todo um conjunto de verbos e sensações que no fim traduz-se num sentimento interior muito gratificante. Adoro a sensação de estar agarrada a um livro, de estar completamente embrenhada na história daqueles personagens, de quase sentir o que eles sentem e de ser difícil conseguir parar de ler. Não há melhor forma de nos abstrairmos de tudo o resto e está longe de ser uma seca, como muitos acham, mas gostos são gostos.

Este vicio dócil comum de menina sonhadora vem desde nova. Tempos onde o meu auge de leitura passava por coleccionar os livros dos "Arrepios" ou do "Clube das Amigas", por exemplo. O "Clube das Amigas" (suspiros)!!! Essa colecção que tanto me fez sonhar e construir mil e um cenários para a minha vida. A colecção "Uma Aventura" também é aquele clássico da literatura infantojuvenil. Quem não sonhou ser um dos personagens - a Teresa ou a Luísa, ou o Pedro e o Chico - e viver na realidade todas aquelas aventuras que nos eram descritas enquanto líamos? E "A Lua de Joana"? Quem não leu "A Lua de Joana", senhores?! E o "Guarda da Praia"?

Há pouquinho tempo andei a inspeccionar as estantes de casa dos meus pais, onde ficaram todos os livros da minha infância/adolescência, e foi um reviver de memórias muito bom. Lembro-me como se fosse hoje que antes de irmos para a praia pedia sempre aos meus pais para pararmos primeiro num hipermercado, para poder comprar um ou dois livros da colecção que andasse a ler. Às vezes, já nem era necessário pedir!


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Relax, it's weekend! #47

Branco no Inverno, sim ou não?
Confesso que é cor que não me atrai muito no Inverno, embora aprecie bastante um belo de um sobretudo branquinho. E apesar de não me puxar muito para usar, não desgosto da ideia! Acho que essa coisa de que o branco só se usa no Verão é coisa do passado.

Para a sugestão de hoje resolvi inspirar-me neste mood e fugir do preto, já que ultimamente não há uma única sugestão de look que não tenha pelo menos uma peça preta.

De dizer, ainda, que aquelas sapatilhas ali estiveram a uma unha negra de constarem na minha wishlist de Natal, mas lá tive consciência que já estava a abusar, então, contive-me. Mas são mega lindas e não me importava nadinha de tê-las nos pezinhos. E o sobretudo? Caro como tudo, mas tem desculpa porque é composto por 80% de lã virgem (qualidade inegável, portanto) e é fofinho todos os dias.

Espero que gostem!
Casaco Mango (link) | Camisola H&M (link) | Jeans Zara (link) | Cachecol Zara (link) | Mala Guess (link) | Sapatilhas New Balance (link)


Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

MAKE UP | Fãs de batons chamadas à recepção


melted lipstick

Não sei se já conhecem esta linha de batons da Too Faced, mas se não conhecem não sabem o que andam a perder, porque é fantástica, têm mesmo de experimentar!

São batons líquidos cremosos com óptima duração e têm um aplicador muito particular que facilita bastante a aplicação. A textura é um mate cremoso, não deixa os lábios secos e a cor fica opaca numa só passagem. Basicamente, temos aqui um dois em um perfeito: a cor intensa de um batom liquido e o brilho de um gloss. E a textura? Senhores, a tex-tu-ra!! Tão agradável e tão suave nos lábios, que não há como não amar.

Na altura que comprei recordo-me que apetecia-me trazer um de cada cor, mas senti a conta bancária a pedir socorro, então, tive de escolher apenas uma e optei por esta - a Fig -, um roxo muito bonito que adoro usar, especialmente, nesta estação.

Ainda não tinha falado deste batom e achei que agora seria oportuno, porque pode servir como sugestão de presente para oferecer neste Natal a uma amiga ou namorada, que sabem ser super fã de batons. De certeza que vai adorar, palavra de gata!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

My Christmas Wishlist

Como é que já estamos a menos de um mês do Natal e eu ainda não escrevi a minha carta ao Pai Natal? COOOOMO?! Com antecedência já é o que é, em cima do acontecimento...bom, imagino que nem umas peúgas fofinhas da Primark terei reservadas para mim, snif, snif.
Pelo sim pelo não (porque a esperança é sempre a última a morrer), deixo aqui um mix entre beauty stuff, moda e livros, porque aqui a pessoa não é esquisita, gosto de tudo e mais alguma coisa e até envelopes aceito. Com dinheiro, óbvio (PAHAHAH).

Então é assim senhor Pai Natal...

all i want for Christmas...
(ao som da música)


1- Casaco H&M (link) | 2- Casaco Zara (link) | 3- Casaco Salsa (link) | 4- Casaco Zara (link) |     
5- Paleta Soft Glam de Anastacia Beverly Hills (link) | 6-  Escova de Limpeza Facial Foreo Luna mini 2 (link)|   7- Batom Kat Von D na cor underage red
(link) 8- Botins vermelhos (link) | 9- Botins (link) | 10- Livros 


Ok, assim à primeira vista parece muita coisa, mas a ideia é teres por onde escolher, querido Pai Natal barrigudo e das barbas brancas e fofas. Quer dizer, se o senhor quiser oferecer tudo assim tipo TUDO, não me faço de esquisita, num é. Mas também já fico radiante da vida com um simples livrinho ou um batom ou até aquela paleta de sombras mega gira da Anastacia Beverly Hills que ando a namorar há imenso tempo ou... Pronto pronto, já me calei, eu confio em si.

Ah! Também não digo que não às peúgas fofinhas da Primark.
Pronto, já não o chateio mais.
Ahhhhhhhh, nãooooo, espere, só mais uma coisa, é que ainda faltam treze dias para o Natal, portanto, até lá...bom, até lá ainda dá para acrescentar mais uma coisita ou outra à lista.
Ok, já percebi, por este andar nem um livro em cima da cabeça. 

Beijinho repenicado nessa bochecha, querido Pai Natal!


segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

OH, MONDAY! #27

Bom dia, bom dia!
Vamos começar a semana com muita energia e da boa? Claro que vamos e aqui pelo estaminé arrancamos com nova sugestão de look versão "compostinha" para o nosso office. À semelhança da sugestão de sexta-feira, voltei a cuscar a H&M e escolhi novamente um casaco de Inverno de lá, super giro e aparentemente muito quentinho. É um pouquinho caro, é verdade, mas temos de ver que é composto por 50% de lã e investir num bom casaco de Inverno é sempre uma boa aposta, uma vez que ficamos com um casaco para a vida, principalmente, sendo um modelo versátil. Depois é cinza, uma cor que cai sempre bem, mas sou suspeita porque é das minhas cores favoritas para a estação mais fria. Espero que gostem!

Casaco H&M (link) | Blusa Lanidor (link) | Calças Lanidor (link) | Mala Guess (link) | Sapatos Innove (link)


Boa semana!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Relax, it's weekend! #46

Ora então, sai uma sugestão de look bem descontraído para o nosso fim-de-semana, com mais uma peça mega gira da H&M: o casaco. Eu bem disse que a loja está de babar! E estas New Balance mega fófis? Uma pessoa não aguenta. 

Casaco H&M (link) | Camisola H&M (link) | Jeans Zara (link) | Mala Zara (link) | Sapatilhas New Balance (link)


Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Aviso à navegação


ponto de paragem obrigatória: H&M!!

Minhas boas amigas, quando tirarem uma tardada para lamber montras e cuscar as novidades (ou um dia, vá), não se esqueçam de espreitar a H&M. Confesso que esta loja nunca mexeu muito com os meus sentimentos. Para além de achar sempre tudo um pouco desorganizado das vezes que vou (mesmo fora de época saldos) e sentir dificuldade em encontrar o que quero, as montras são pouco apelativas. A pessoa passa e olha e não sente aquele chamamento, não sei se me faço entender. Eis que entretanto fui surpreendia.

Na passada terça-feira foi dia de quebrar a rotina da semana e fui com as babes bater perna no shops. Mesmo depois de sensivelmente três horas enfiadas na Flormar, já com o estômago colado às costas de tanta fome, ainda tivemos coragem de entrar na dita cuja (na H&M). Estava tudo tão arrumadinho, tudo tão airoso, tudo tão mais clean, tudo tão por nossa conta uma vez que a loja estava vazia, que deu para ver a "coisa" com outros olhos. Com olhos de ver, digamos. Consegui detectar pequenas maravilhas, verdadeiros must have, verdadeiros "quero isto já no meu armário". Sentimento esse que foi desde casacos a malhas fofinhas e a blusas rendadas, passando ainda por pijamas, cuecas e peúgas. Ahhhh e camisolas de Natal me-ga-fó-fis!!

Antes que me perguntem o que comprei, deixem-me dizer-vos que saí da loja de mãos a abanar. A única coisa que fiz foi mesmo largar um rastilho de baba pela loja. Estou claramente em contenção de custos, portanto. Mas não prometo que, nos entretantos, não volte lá, até porque a pessoa está em contenção de custos mas também não há milagres e gaja é gaja, se é que m'entendem. Além disso, vi muito vermelho, assim um vermelho alaranjado lindo lindo que ficou a bater forte cá dentro.

Como pessoa fofinha que sou, tomei a liberdade de seleccionar algumas peças para partilhar com vocês aqui no barraco, mas recomendo que analisem a situação com os vossos próprios olhos.

1- Casaco (link) 2- Vestido plissado (link) 3- Vestido plissado preto (link) 4- Camisola (link) 5- Blusa preta (link) 6- Blusa vermelha (link) 7- Casaco (link) 8- Camisola (link) 9- Sapatos vermelhos (link) 10- Vestido com mistura de seda (link) 11- Camisola mistura de caxemira (link) 12- Camisola (link) 13- Camisola (link)