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domingo, 28 de fevereiro de 2021

Sobre dias de sol


...lá fora e cá dentro!

Hoje o acordar soube a entusiasmo de criança em véspera de Natal. Não andava de bicicleta desde os meus tempos de adolescente, o que traduzido em números significa cerca de 17/18 anos. Hoje foi dia. E tão maravilhoso que foi.

Ansiava por este domingo desde que ficou combinado, como se de algo novo se tratasse. Tanto tempo depois, pois que podia passar mesmo por novidade, e até para desaprender, mas como se costuma dizer: nunca se esquece.

Termino o dia com a sensação maravilhosa do vento no rosto bem presente. Do sol na pele, da liberdade do momento, do sabor do desafio, da natureza que envolve e brinda com o seu encanto.
Também tenho bem presente as duas cãibras de hoje à tarde, o desconforto típico do selim (bem sei que já era para estar calejado, mas entendedores entenderão) e a subida demoníaca que nos levou a este spot com esta vista maravilhosa. Lá está, a vida recompensa sempre todo e qualquer esforço.

Termino o dia de coração cheio e agradecido pelo sol que fez lá fora e cá dentro. Em tempos difíceis são as pequenas grandes coisas que nos mantém de pé e é realmente importante sabermos encontrar em cada dia uma razão para ser feliz.

Que venha daí um novo mês! 🍀

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Aquele anseio que faz o hábito

 

"Nem sempre terás motivação. Aprende a ter disciplina."

"És das pessoas mais motivadas que conheço" é, provavelmente, dos comentários que mais me deixa embevecida. Porque hoje olho para mim mesma e vejo uma motivação, persistência e disciplina que nunca antes tive, e tenho noção de como isso me influenciou positivamente, tornando-me mais resiliente, mais confiante e até mais sonhadora. Porque sei que querer é poder.

Perguntam-me muitas vezes onde vou buscar motivação para treinar, como consigo acordar tão cedo não sendo por obrigação, com temperaturas mínimas ou chuva torrencial, e eu própria fico a pensar "boa pergunta". Já faz tão parte de mim, da minha rotina, que não consigo ter uma resposta concreta. Então penso e é isso mesmo: rotina. Motivação é rotina. É certo que é preciso dar o primeiro passo, mas é a rotina, são os nosso hábitos que nos fazem continuar. E a nossa qualidade de vida depende muito da qualidade dos nossos hábitos, pelo que será legítimo depreender que nenhum passo é mais importante do que o domínio dos nossos hábitos.

E como criamos hábitos e rotinas? Com persistência e muita disciplina. Persistência porque ninguém disse que ia ser fácil. Disciplina porque nem sempre nos apetece, mas se fossemos a fazer as coisas consoante o que nos apetece, muitas vezes não fazíamos metade do que fazemos, quiçá, trabalhar. O "não apetecer" não deve condicionar a nossa escolha final. Eu também tenho os meus "dias não", não pensem o contrário. Também tenho dias em que o apetite é pouco, mas sei como me sinto tão bem depois de treinar, que não me dou outra hipótese senão ir. Tem dias que só treino para aquele momento do "pós", apenas e só para deliciar-me com a sensação de sentir-me vivaça. Entendedores entenderão.

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Tempos de cólera

"Nossa postura perante a vida é uma escolha. Ser feliz é uma escolha. Ser optimista é uma escolha. Ser generoso é uma escolha. Seja quais forem as suas escolhas, elas moldam quem você é. Escolha com sabedoria."

Todos os dias somos colocados à prova. Num mundo que parece estar a desabar lá fora é muito fácil perder o rumo e entregar o corpo à frustração e negação. Mas nós temos o poder de decidir onde queremos gastar a nossa energia, sendo apenas dois os caminhos possíveis: aceitar e fazer o melhor que podemos ou rejeitar e entrar numa espiral de profunda negação que, além de não nos levar a lado nenhum, torna o difícil ainda mais difícil.

O confinamento é, de facto, a medida eficaz para controlar o "bicharoco" que anda pelo mundo, mas tem o reverso da medalha, podendo ser uma medida violenta para quem tem que se submeter a ela, daí compreender quem se deixa levar pela inércia e pela dificuldade do momento, no entanto, continua a ser uma questão de escolha.

Cada caso é um caso, cada qual é cada qual, cada um com as suas vidas e as suas dificuldades, para uns pode de facto ser mais fácil de lidar do que para outros, mas há algo transversal a todos nós: o poder de escolha. Podemos escolher entre ser optimistas ou pessimistas. Entre agradecer o que temos ou reclamar pelo que não temos. Podemos escolher o caminho da resiliência ou entregarmo-nos de mão beijada à vulnerabilidade. Não quero com isto dizer que temos de ser todos uns super-heróis, como se não fossemos feitos de fraquezas, de todo que não. Apenas acredito na capacidade dos nossos pensamentos em transformar a nossa vida.

Talvez o facto de manter a rotina de sair de casa para trabalhar e não estar em teletrabalho ajude imenso, mas a verdade é que não me custa estar confinada. Quando desabafam comigo coisas como "estou a bater mal, estou farta de estar em casa, já não sei o que fazer, é uma seca" e outros que tais, chego a sentir-me um ET e a perguntar-me se não estou aqui a criar um pequeno bichinho do mato, de tão bem que me sinto dentro das minhas quatro paredes.

Sempre gostei muito de estar em casa, confesso que não é de todo um sacrifício para mim estar confinada, muito menos no Inverno. Afinal... Como chamar de sacrifício quando temos uma casa confortável para desfrutar? Quando temos internet e dezenas de canais de televisão? Quando temos panquecas com manteiga de amendoim e bolinhos para pôr no forno? Quando temos livros e tanto a explorar e aprender, e a ocupar o nosso tempo de forma útil?

É claro que sinto uma falta enorme dos meus amigos, de cumprimentar e abraçar sem hesitar, de conviver livremente, de jantar fora, de ir ao cinema, de bater perna no shops, de "esplanar", tomar café por aí, tirar uma noite para ir dançar e de tudo o que temos vindo a ser privados, mas...prefiro focar-me naquilo que tenho e não no que não tenho.

Dou-me por feliz todos os dias e agradeço à sorte e ao acaso não estar numa cama de hospital ou de precisar de serviços médicos por questões de Covid ou não, nem eu, nem a minha família. Isto sim, é o mais importante, porque havendo saúde temos tudo ao nosso alcance. O resto é uma questão de perspectiva. E de escolha. Energia positiva gera energia positiva. Vivemos uma situação onde a negatividade facilmente impera, mas sempre temos o poder de escolher e decidir que energia queremos vibrar.

Tentem encontrar algo, por mais simples que vos possa parecer, que vos faça sentir gratos. As pequenas coisas, sim, as pequenas coisas! Acho que nunca fizeram tanto sentido, nunca tiveram tanta importância, como agora. E não se esqueçam: somos mais fortes do que pensamos e mais resistentes do que imaginamos. Mas para isso é necessário uma coisa. Acreditar. Essa tarefa difícil que a vida nos impõe dia após dia. Acreditar é difícil, mas é assim que a magia acontece.


quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Tlintla e tlês


#9do9

Tlintla e tlês. Não me sinto completa, mas sinto-me mais certa, mais tranquila e mais confiante de mim. E talvez seja mesmo isto o fundamental nesta vida que nos impõe regras, o politicamente correcto, onde todos opinam e têm um dedo pronto a apontar. Mas ninguém conhece as nossas lutas (...), também não são as opiniões alheias que nos definem, portanto não precisamos de provar nada, a não ser roupa e sapatos.
Somos nós quem decide como queremos ser e como queremos viver, no entanto, é preciso uma boa dose de coragem para decidir, que é como quem diz, coragem para ser feliz. E é apenas isto que quero para mim. Ser feliz, no mais simples que a vida tem para oferecer, procurando a melhor versão de mim mesma, vivendo e aprendendo, sendo eu a minha própria inspiração e percebendo que alguns momentos aparecem para entendermos que precisamos evoluir. A vida sabe o que faz. Se há coisa que a idade me trouxe, foi a certeza de que quando a felicidade vem de dentro, não importa o caos que pulsa do lado de fora.
Não sei o que o destino me reserva, mas mais importante que a chegada é o caminho que nos enriquece. E é desta forma que quero continuar a escrever e reescrever a minha história. Aceitando o passado, com orgulho no presente e esperança no futuro. 

Parabéns a mim!

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Ela é de Setembro


Setembro. O mês do entusiasmo. Era o rever os colegas de escola, o cheirinho a livros novos, a novidade no ar, um novo ano escolar e com ele novos desafios. O tempo de escola já lá vai, mas a magia do que virá de novo mantém-se. Porque Setembro traz ar fresco. Inspira. Reveste-se de uma energia especial, aquela que nunca esquece que há tantos recomeços bonitos depois de cada fim. Setembro. O culminar do gostinho a pele morena e a areia nos pés do Verão, e as boas-vindas ao Outono e ao je ne sais quais que o envolve e transmite paz e serenidade. E o Natal cada vez mais próximo. Setembro. O mês dos "re". Recomeçar, reavaliar, reinventar, reconstruir. O mês da renovação, de fé e esperança, no coração e na vida. Curiosamente, ela é de Setembro.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Nove do nove


Esta sou eu há 32 anos menos nove dias. A coisa não mudou muito. Parabéns a mim.


segunda-feira, 2 de setembro de 2019

E não é que os 32 já vêm a caminho?

Diz que faço anos daqui por uma semana e ao contrário do que se possa esperar de um aniversariante não me sinto minimamente entusiasmada, empolgada, muito menos com espírito de festejo e comemoração. Mais, tenho a ligeira sensação de que tende a piorar com o tempo. Podia dizer que são fases (de facto não é a melhor, ainda não é a melhor), mas a verdade é que também nunca fui muito dada a festejar o meu dia, pelo que não iria ser agora de todo. Não sei, mas dá-me para ficar meia aratazanada. Principalmente nestes últimos anos. Não acho que seja o facto dos "vintes" e da juventude ficar cada vez mais para trás e os quarenta estarem cada vez mais próximos, porque a velhice não me assusta, muito menos as rugas e os cabelos brancos (que já os tenho), porque considero que a idade é uma questão de espírito e não de números. O que me assusta mesmo é a passagem do tempo e aquela sensação inquietante de "tanto por fazer" ou "tanto que ainda queria fazer". São os sonhos por realizar, os objectivos por concretizar. Constatar que passou mais um ano e pouco ou nada conquistei de novo, pouco ou nada mudei o que há a mudar, pouco ou nada ultrapassei o que preciso ultrapassar... Há, ainda, as expectativas defraudadas e o seu efeito negativo, os receios do futuro que muitas vezes me deixam de mãos e pés atados. Depois tenho o problema típico de pessoas que sofrem por antecipação: penso demasiado. E pensar demasiado nem sempre é bom. E, enquanto isso, o tempo passa, não espera. E entretanto passa mais um ano.
Mas bom, deixemos estas inquietações existenciais de lado e, como vem sendo hábito, vamos a uma pequenina shopping wishlist de coisas que ando a namorar, só assim para animar a coisa.

Vestido Salsa (link) | Paleta Reloaded Urban Decay (link) | Sapatilhas Pepe Jeans (link) | Top Savage (link) | Calções Savage (link)


Et voilà, uma wishlist que tão bem me caracteriza: um vestido comprido às bolinhas para uma eterna apaixonada por polkadots (eu!), uma paleta de sombras com tons meeeeega lindos (nudes, pois claro) para uma beauty addict (eu!), umas sapatilhas bonitonas mesmo a chamar o Outono para uma doida por sapatilhas (euuu!), roupinha de treino para uma adepta de desporto, nomeadamente, CrossFit (talvez começasse a fazer "ixnétxi" sem medo e sem parecer uma pata choca) e, claro, livrinhos para esta livrólica assumida (eu!). Se precisarem da morada é só pedir. 😏


quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Verão


Já fui daquelas que ansiava muito pela chegada do Verão. Embora tenha um carinho especial pelo Outono e os dias de chuva também tenham o seu je ne sais quois, Verão é Verão. A vitamina D faz-nos bem. Deixa-nos mais alegres, mais bem dispostas, com mais energia e de espírito leve. Não tem preço a quietude que me transmite o simples deitar na areia, fechar dos olhos e o deixar o sol entrar com o barulho das ondas do mar vindo lá do fundo. Tão pouco, tão simples, tão bom. Seicheles, Bora Bora, Maldivas e todos esses destinos maravilhosos podem não passar mesmo de um destino de sonho, de uma miragem até, mas só o simples desligar das coisas do dia-a-dia - trabalho, problemas, responsabilidades e rotinas -, não ter horários a cumprir, aquela coisa boa de ler na praia-cochilar-voltar a pegar no livro, sentir a maresia, aquele simples "parar para respirar" cada vez mais importante nesta roda vida de emoções a que estamos sujeitos diariamente já é suficientemente bom. Seja onde for.
Contam-se pelos dedos de uma mão as férias que fiz fora do país, ou assim mais "à grande", mas desde sempre ansiei pelo Verão. Mesmo sem grandes planos à vista, passava o ano inteiro, de Junho a Junho, a sonhar com a sua chegada. Hoje já não é tanto assim. Não perdi o encanto pelo Verão, longe disso, talvez tenha perdido a pressa de viver. O tempo passa tão mas tão rápido, some-se cada vez mais a toda a velocidade que já não há ânsias pela chegada de nada. Nem do Verão. Quem diz Verão, diz Natal, diz o aniversário ou qualquer outra data mais especial. O tempo perde-se, foge-nos. Maioritariamente com insignificâncias, mas também com a pressa. E pressa para quê?, pergunto eu. Viver um dia de cada vez e saber aproveitar o momento tem tanto de fundamental como de difícil. Mas aprende-se. Ironicamente, é a própria vida que acaba por nos ajudar a criar cada vez menos expectativas sobre ela mesma e aquilo que nos reserva. Despreocupamo-nos (ou tentamos, vá) e deixamos fluir. Aprendemos a viver mais devagar, a controlar ansiedades e a agradecer tudo o que temos de bom. (...)

As férias já lá vão (já disse que o tempo some-se a toda a velocidade, não já?), mas ainda é Verão. O tempo esteve tão manhoso que mais parece que o Verão nem chegou de verdade. A pessoa acorda de manhã e ok, sim senhores, que belo dia de sol e calor, mas deita-se e não sabe muito bem se ao outro dia vai acordar com sol, chuva ou frio. É toda uma bipolaridade que deusmalivre. Mas vá, estou com fé que vamos ser altamente compensados com um daqueles Setembros e Outubros que ainda dão para ir à praia, e vamos chegar ao Natal com um belo bronze. Pelo menos, ainda conto voltar a vestir o biquíni, e estender este corpitxo na areia, mesmo que seja apenas no fim-de-semana. A ver vamos como diz o cego.


P.S.: quem já tinha saudades minhas aqui por estas bandas, hum?

quinta-feira, 30 de maio de 2019

New hairstyle in town

Atchiimmmmmmmmmm!!
Perdão pelos perdigotos, mas o pó e as teias de aranha que pairam aqui pelo estaminé fizeram-me comichão no nariz.

Então, como é que estão os meus ilustres leitores? Alguém por aí ou foi desta que fizeram uma cruz no blog?
Eu estou bem, obrigada por perguntarem. Mais uma ausência, mas vá, nada que já não estejam habituadas.

Eu sei que já foi há pouco mais de um mês que cortei o cabelo, e com certeza que muitas de vocês já viram fotos lá pela Instalândia, mas penso que o resultado de uma mudança de visual é sempre digno de post. Portantos, é isto:


Vocês bem que incentivam, mas ainda não foi desta que me aventurei num daqueles bob curtíssimos. Ainda assim, cortei um bom pedaço de cabelo, ao ponto de não conseguir fazer a minha trancinha quando vou treinar.
Além do corte, voltei a ser morena. Depois de dois anos meia loira, aceitei a sugestão de optar por tons mais mel/caramelo/acobreado/o-que-lhe-queiram-chamar, dando um ar assim mais natural. Confesso que enquanto a Svi secava o meu cabelo, sentia-me algo reticente, estava a estranhar e ali na duvida se tinha sido boa ideia ou não. Duvida essa que passou depressa. É o chamado: primeiro estranha-se depois entranha-se.

Definitivamente, o cabelo assim curto é a minha "cena", mas muito mais curto que isto, nem pensar. Tenho de ter cabelo a tapar-me o pescoço, caso contrário, sinto-me uma girafa da Somália.

Depois de anos e anos escrava do gadelhame, a achar que cabelos compridos é que eram giros e sexy's e cenas, e que compridão é que me favorecia, nos dias de hoje confesso que não sei se alguma vez voltarei a ter cabelo comprido. Nunca digas nunca, mas...

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Ando com ideias...




terça-feira, 9 de abril de 2019

Ora então falemos de perfumes!


O meu La Nuit Trésor da Lancôme está nas últimas gotas e como a minha curiosidade olfactiva tem tendência para não sair muito do mesmo - Yves Saint Laurent, Lancôme, Hugo Boss e Carolina Herrera -, resolvi pedir as vossas preciosas sugestões. Ás vezes, "O" tal, aqueeeeeeele, estão a ver?, poderá estar onde menos esperamos. Até no frasquinho mais ranhoso e sem graça. Nunca se sabe. Confesso que, fora as marcas citadas acima, só testo um perfume se o frasco me chamar a atenção. Foi o que aconteceu com o "Yes I Am" da Cacharel. Numa passagem na perfumaria em dias de bater perna no shopping, aquele "batomzinho" chamou-me a atenção do tipo "epaaa, um batom?, vamos ver o que é que temos aqui". Testei e apaixonei mal senti aquelas notas de topo a pairar no ar. Foi amor à primeira snifadela, tal como aconteceu com o La Nuit Trésor. Ainda assim, quis saber quais eram as vossas sugestões, assim numa de abrir horizontes olfactivos.

E foram mais que muitas! Entre Chanel e Miss Dior - clássicos que, por acaso, sempre me passaram um bocadinho ao lado -, Chloé - outro clássico que também nunca me despertou muito interesse -, o Light Blue da Dolce & Gabanna - onde, seguramente, três em cada quatro de nós o usa (sugiro o novo, numa fórmula mais intensa) -, o Alien da Thierry Mugler que foi sugerido por muitas, muitas de vocês, o Omnia da Bvlgari - um floral que, ok, tem um cheirinho muito bom mas com o qual não me identifiquei -, o Girls Can do Anything da Zadig & Voltaire - um aroma bem ousado mas que na hora de começar a descartar hipóteses, ficou de parte -, o famoso La Vie Est Belle da Lancôme - um floriental muito procurado, claro que a marca Calvin Klein também é a preferida de muitas de vocês, o da Giorgio Armani também foi sugerido por três ou quatro meninas (o vermelho - Passione -  foi o que apreciei mais), o 212 da Carolina Herrera - já usei o Sexy, que é um poço de feminilidade e sensualidade, recomendo a quem aprecia perfumes bem intensos e marcantes -, o Daisy Dream da Marc Jacobs também foi uma das sugestões (mas não me aqueceu o coração, talvez por ser demasiado floral), o Black Opium da Yves Saint Laurent que também já usei, com aquelas notas a café e jasmim que não deixa ninguém indiferente (mas quuuuuase tão batido como o Light Blue), o Allure da Chanel que só me foi sugerido depois de ter passado na perfumaria, mas que vou querer experimentar, porque conheço a versão masculina e é uma pequena maravilha (o que pode não quer dizer nada). O Black XS da Paco Rabanne, o J'Adore da Dior, o The Scent e o Boss Nuit da Hugo Boss também fizeram parte das vossas sugestões.

Bom... No mesmo dia, consegui dar um saltinho à perfumaria cá do sitio e acho que snifei tudo o que havia para snifar. Quase tudo, vá. Saí de lá com as narinas a pedir socorro, mas mais ou menos decidida e com uma espécie de top 5. A saber:


Emporio Armani Elle - Giorgio Armani

Ninguém sugeriu este perfume, mas eu já o usei há long time ago e tinha ideia de ser uma pequena maravilha. E é!! Experimentei de novo e mal senti este cheirinho delicioso voei até à minha adolescência num piscar de olhos. Tenho (acho que todos temos) o que se pode chamar de memória olfactiva e associo pessoas, épocas e locais a perfumes. Este traz-me boas recordações e era menina para voltar a apostar nele. Um aroma subtil e delicado, mas ao mesmo tempo muito feminino, sensual e exótico, sem chegar a ser provocador. Este é daqueles perfumes que cai bem tanto no Inverno como no Verão, embora eu não faça essa distinção (se é de perfumes quentes que eu gosto, é perfumes quentes que eu uso todo o ano). Apesar de não ser tão forte e intenso como os perfumes que costumo usar, há qualquer coisa neste perfume que não me deixa ficar indiferente e que o mantém nas minhas preferências.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Gaijices, cenas várias e eu #2



E não é que passados 31 anos de vida a pessoa estreou-se no verniz preto? Diz que há uma primeira vez para tudo e esta levou uns anitos para acontecer, mas aconteceu. Assim na loucura, já tinha usado um azul escuro (bastante bonito, diga-se), mas preto nunca.

No Inverno gosto de usar vermelho, bordeaux bem escuro, cinzento e nudes. Se bem que vermelho é aquele clássico que fica bem em qualquer altura do ano. Também aprecio bastante castanho escuro, bem escuro ali a roçar o preto, embora não me lembre da última vez que as minhas unhas viram essa cor. Talvez desde o tempo em que comprava vernizes (semana sim, semana sim) e me dava ao trabalho de pintar unhas em casa: hora e meia a pintar, mais outra hora e meia a deixar secar, tanto tempo de pura dedicação para lascar uma ou duas unhas no dia a seguir, quando não era no próprio dia. Isso e as impressões digitais dos lençóis que me deixavam com uns nervos a modos que apopléticos logo de manhã.

Bom, dizia eu que no Inverno gosto de vermelho, bordeaux, cinzento, nudes, castanho escuro e, mais recentemente, preto. Sim, fiquei rendida e sou menina para voltar a pintar lá para Novembro. E só assim para animar a malta, gosto de verde tropa, especialmente, no Outono. Mas não gosto de qualquer um, tem de ser exactamente aqueeeele tom que eu gosto. Que não é qualquer um.

No Verão, adoro coral e podia ficar-me por aqui. Mas também gosto muitinho de verde água e de branco. Adoro de paixão unhas brancas a contrastar no moreno da pele.

Nunca fui de unhas cor-de-rosa, laranjas, verdes alface e odeio metalizados. Mas já me deu para roxos, azuis (de variados tons) e amarelos (pastel!!, do mal o menos). Graças a Deus e a todos os santinhos que nunca me deu para andar com desenhinhos pirosos e apliques e cenas penduradas e outras variantes estrambólicas nas unhas a que dão o nome de nail art (pffffffff).

É isto portanto que me apraz comunicar a uma segunda-feira pela hora de almoço.

[ahhhhhhh, nãooo, também quero falar de perfumes com vocês!! Depois das vossas amáveis sugestões e de já ter metido as narinas na perfumaria mais próxima, tenho um breve apanhado da situação a fazer. Fica para mais loguinho senão estiver muito falecida do treino.]


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Sexta-feira

É Primavera, está frio com'ó raio, chove a cântaros, mas é sexta-feira. Só vos dou informações pertinentes, não é, coisinhas mais fofuxas da Gata? Mas ainda digo mais. Esta chuva não dura para sempre, é só até a Feira de Março acabar. Lá para o dia 25, portantessss.

Mas bom, é sexta-feira e sexta-feira é sinónimo de coisas boas, logo a começar porque são véspera de fim-de-semana e a acabar porque são véspera de fim-de-semana. Não quero dar a ideia de que não gosto da sexta-feira, porque gosto e sabe-me bem chegar a este dia, mas sinto é um cansaço dos diabos. Enquanto uns fazem mil e um planos - ele é 'bora jantar fora, ele é 'bora cafezar, ele é 'bora curtir até de manhã -, eu cá só quero é chegar a casa, jantar e enfiar-me na cama. Posso pegar num livro para ler, ou deambular pelas redes sociais até não aguentar os olhos abertos, mas o desejo máximo é esticar-me nos meus aposentos e descansar. Ficar assim, sussugadita, no meu cantinho, no meu silêncio. Ou, no máximo dos máximos, com o ronronar do Pepe como "música" de fundo.

Para o fim-de-semana não há grandes planos. Além das lides domésticas e de querer ver se é desta que meto a mão (e o ferro, vá) a uma torre de roupa por passar que ando a fingir que não existe há semanas, também quero ver se faço nenhum. Fazer nenhum é uma coisa que me faz falta, embora tenha alguma dificuldade em saber fazê-lo. Ah! Amanhã vai haver lanche ajantarado com a maltinha da box, se calhar a parte do fazer nenhum vai ficar só para domingo. Eu bem disse que tenho alguma dificuldade em fazer nenhum. E o pior nem é isso. O pior vai ser conseguir resistir à tentação do demónio e manter bem firme o desafio sem açúcar deste mês. Estão a imaginar, não estão? Toda eu rodeada de comida do mal e a modos queeee, só observo. Não se riam porque não tem piada, 'tá!! Há quem deseje ganhar o Euromilhões, já eu desejava comer como uma javarda e ainda assim ter uma barriga à Carolina Patrocínio. Mas diz que não dá. Vida injusta.

Vá... bom fim-de-semana pessoas!

terça-feira, 2 de abril de 2019

Gaijices, cenas várias e eu #1


A pessoa que vos escreve padece de jeanstress, um fenómeno da psique que acabei de inventar, mas que descreve na perfeição o estado de nervos que um singelo par de calças tem provocado na minha pessoa. Tanto que, proíbe-me a mim própria de cair na tentação de apostar num novo par de jeans - seja ele mid waist, high waist, regular fit, push-in, push-up ou o caralhinho -, até os meus membros inferiores ultrapassarem esta crise existencial. Não há condições. A pessoa finalmente descobre a oitava maravilha nos jeans de cintura subida, nomeadamente, nos mom jeans, depois de anos e anos enfiada em cinturas descidas, sempre com aquela preocupação de ter ou não a fisga (vulgo, cuecas de fio dental) à mostra e com a aragem a bater nos rins, mas se veste o 36 parece um saco de batatas, e se veste o 34 sente o quadrícep a pedir socorro e a celulite a multiplicar-se à velocidade da luz tal é a má circulação. É que nem vamos falar dos skinny jeans!!! Atentem no que vos digo, já vi pessoas cortarem os pulsos por menos. 

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Parece mentira mas é verdade


Olá Blogosfera, parece mentira, mas estou aqui!
Está alguém aí desse lado?
Dos 23427 leitores de tempos idos deste mui nobre espaço, restam quantos? 10? 6? 2? Quem são os resistentes?

A vocês, que ainda mantêm uma réstia de esperança na minha pessoa, peço imensa desculpa pela ausência dos últimos tempos, mas devo ter sido possuída pelo síndrome da página em branco. Não tenho sentido qualquer inspiração para escrever nem para partilhar o que quer que seja. Nem mesmo futilidades, o que pode ser considerado um sinal de alerta pelo departamento de psique.

Não sei mas...talvez a evidente perda de interesse pelos blogs em geral, também tenha um "dedo" ou dois nesta minha falta de entusiasmo em escrever. Não sei o que vocês acham, mas o que sinto é que, hoje em dia, poucas pessoas lêem blogs ou têm paciência para grandes blábláblás, preferindo um conteúdo mais instantâneo, como é o caso do Instagram. Eu própria confesso que tenho não tenho acompanhado blogs.

Talvez seja só uma fase, mas, já agora, gostava de saber qual é a vossa opinião em relação aos blogs em geral e ao meu em particular. Se vale a pena ou não escrever num blog? O que mais gostam de ler num blog? Quais as vossas rubricas e temas favoritos? Contem-me tudo e deixem-me as vossas sugestões. Pode ser que o "bichinho" desperte dentro da minha pessoa.

E nisto, já entrámos na Primavera e no segundo trimestre do ano. Além de sentir-me cada vez mais atropelada pelo tempo, por aqui, tem sido a vidinha do costume: casa, trabalho, ginásio, com gordices e outros momentos lúdicos pelo meio. AHHHHHHHHHHH!! Por falar em gordices, ontem, enquanto comia um belo McFlurry de Oreo, decidi que arrancava este mês de Abril com um novo desafio de trinta dias sem açúcar. Mas, depressa me lembrei de um pequeno pormenor chamado folar da Páscoa (com pito, de preferência) e, numa pequena troca de ideias com algumas seguidoras fofinhas decidi o seguinte: Abril sem açúcar com interrupção no fim-de-semana de Páscoa, seguido de trinta dias sem açúcar em Maio. Quem alinha comigo? Váááá, deixem-se de mimimi, ÓÓkey?!

Falemos de outros temas igualmente fracturantes para a sociedade, como por exemplo, isso mesmo!, falemos de trapos. Ando aqui cheia de vontade de estoirar metade e outro tanto do ordenado em roupa, mas chego às lojas e não vejo assim nada que me aqueça o coração e que justifique entrar em falência técnica. No entanto, acabei por afogar as mágoas numas sapatilhas. Não me julguem, cada um é feliz à sua maneira.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Um breve ponto de situação


Pessoas-fofinhas-que-ainda-se-dão-ao-trabalho-de-ler-este-blog, como vai essa saudinha? Tudo jóia? E como andam os ânimos decorridos os primeiros quinze dias do ano, hum? Tirando aquela que foi a Primeira Grande Guerra dos Programas das Manhãs Portuguesas que ficará para todo o sempre registada na História de Portugal a ser estudada, futuramente, nas aulas de história pelos nossos filhos/netos/bisnetos, parece-me tudo muito pacifico. Além do telefonema em directo do nosso Presidente da Republica a felicitar Cristina Ferreira pela estreia do seu programa, não estou a ver assim nenhum sururu de maior relevância para as nossas vidas. Nada contra, não comecem já a apedrejar-me, mas, minhas amigas, que há ali uma pontinha de show off a mais, há e não digam o contrário (e ninguém me tira da ideia que aquele telefonema para a RTP a dar apoio a Roberto Leal foi só para acalmar os ânimos e mostrar que não foi de todo intenção alimentar guerras). É isso e o "país e o mundo e o doce da Cristina". Oh Criiiiiiiisto, vem cá baixo ver isto!! Claro que o "Guigui" "aceitou" o desafio com todo o profissionalismo que lhe é sobejamente reconhecido. Que a senhora é um caso de sucesso é, bato-lhe palminhas e reconheço-lhe o mérito além de simpatizar muito com ela, mas, por favor, não percamos a noção, pode ser? Se ninguém lhe põe a mão, não tarda está a lançar um desafio ao Senhor Padre da Malveira para terminar a missa dominical com "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ide em paz e que a Cristina esteja convosco". Que ninguém lhe dê ideias.
Do outro lado, temos o Manuel Luís Goucha isolado e de rastos, segundo os órgãos de comunicação social, essas fontes de informação altamente fidedignas. Que a vida dele não está fácil, não está não senhor, já que a sua pupila lhe está a dar uma valente coça nas audiências. De nada lhe valeu ilustres convidados como Mário Machado e Alexandre Frota. O segundo nem chegou a aparecer e sem qualquer justificação para a mudança de planos na programação da TVI, o que revela, de facto, algum desespero em tentar conquistar audiência. Quanto ao primeiro, e politiquices à parte, não me sai da cabeça a questão "acha que faz falta um novo Salazar" e a resposta afirmativa. É que com o currículo dele e com um Salazar, o mais certo seria ainda estar fechado na masmorra, mas tuuuuuudo bem.
Dizia eu que o Goucha caiu a pique nas audiências e nem a bonitona da Maria Cerqueira Gomes lhe valeu para a desgraça não ser assim tão grande. A moça conquistou o lugar mais cobiçado da televisão, mas tadinha, não vai ter tarefa fácil, já para não falar que vai estar sempre sujeita a comparações com a anterior apresentadora. No que a trapos diz respeito, digo já que a Cristina Ferreira tem dado quinze a zero praticamente todos os dias. Frivolidades à parte, a Maria é simpática, tem boa imagem, parece humilde e penso que tem tudo para ir longe. Mas lá está, estará na sombra da Tinita ainda por muito e bom tempo.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Isto, sem tirar nem pôr.

(preparem o chá e uns biscoitos ou umas pipocas, porque vem daí testamento...)

Primeiro post do ano. Perdoem-me, mas não deu para vir ao estaminé mais cedo. Agora, digam-me cá. Além daquele daquele discurso típico de cota, que o tempo passa a correr, que ainda ontem era 2010 e já estamos quase em 2020, que a vida são dois dias e rebéubéu pardais ao ninho, é suposto fazer um daqueles textos xpto, todos bonitinhos, com um resumé do ano que terminou e todo um sem-número de resoluções e desejos? Ok, então é assim... Numa primeira avaliação geral, diria que 2018 foi uma merda. Resoluções? Lamento, mas não tenho.

Pronto, podia ficar por aqui, mas não escrevo há muito tempo (pelo menos coisas assim mais sérias) e apetece-me abrir o coração. Dizia eu que 2018 foi uma merda. De facto, o ano que terminou não foi de todo um ano bom, não senhor. O anterior também não o foi, mas este último foi um abuso. Se tivesse de escolher uma palavra para caracterizá-lo, escolhia "provação". Ainda assim, parece-me uma palavra muito "pequenina" para descrever todo um forrobodó de cenas dos mal.

Além de ter sido o oficializar do fim do meu casamento (apesar de ter sido uma decisão consciente, não deixa de ser mau pelas mais variadas razões), também fui vitima de injúrias. Vivi uma autêntica novela, digamos assim, e passei por situações que jamais imaginei passar, o que me fez questionar tudo e todos, desconfiar até da própria sombra, já para não falar da instabilidade emocional (que já não estava muito boa por razões óbvias). A minha esperança na humanidade ficou reduzida a uma unha negra.

Como diz o outro "anda meio mundo a f*der outro meio mundo". Não falo apenas da minha situação, mas do que se vai vendo de uma forma em geral. As pessoas são más, maquiavélicas, cada vez mais interesseiras e desprovidas de valores, não olham a meios para atingir os fins e as suas capacidades de manipulação chegam a ser assustadoras. Pode parecer estúpido, principalmente falando assim muito por alto deste assunto, mas acreditem que pela primeira vez na vida senti receio de alguém.

Ainda assim, não consigo desejar mal a quem tanto mal me fez, o meu único desejo passa apenas e só pela verdade. Porque aquela coisa do "o que importa é ter a consciência tranquila" é muito bonita, mas na prática não é tão simples assim. Por mais que não se queira, fica sempre a moer cá dentro. Afinal, ninguém gosta de ser vitima de injustiça/difamação/mentira, principalmente, quando pessoas importantes para nós acabam por ser envolvidas e incomodadas. Assim, só desejo mesmo a verdade e talvez seja esse um dos grandes desejos para este ano, no entanto, não pretendo de todo viver em função disso e espero muito que o tempo continue a tornar tudo isto cada vez mais leve cá dentro.

Mas 2018 também teve as suas coisas boas e muito boas, não fiquem com a ideia de que foi só desgraças e más energias. Nem tudo é mau e uma vez que somos feitos de momentos, está nas nossas mãos tirar o melhor partido dos "bons" e (tentar) relativizar os "maus". Até porque o que não nos mata torna-nos mais fortes (muito cliché, mas muito verdadeiro) e mesmo quando não parece, quero acreditar que a vida conspira sempre a nosso favor.

domingo, 16 de dezembro de 2018

Clube de Leitura?


"i do believe something very magical can happen when you read a book" J. K. Rowling

Eu também acredito. Porque ler, não é só ler. Vai muito além do que possam pensar. Os amantes de livros sabem. É imaginar, é sonhar, é desejar, é viajar, é pensar, é reflectir, é agir, é mudar, é todo um conjunto de verbos e sensações que no fim traduz-se num sentimento interior muito gratificante. Adoro a sensação de estar agarrada a um livro, de estar completamente embrenhada na história daqueles personagens, de quase sentir o que eles sentem e de ser difícil conseguir parar de ler. Não há melhor forma de nos abstrairmos de tudo o resto e está longe de ser uma seca, como muitos acham, mas gostos são gostos.

Este vicio dócil comum de menina sonhadora vem desde nova. Tempos onde o meu auge de leitura passava por coleccionar os livros dos "Arrepios" ou do "Clube das Amigas", por exemplo. O "Clube das Amigas" (suspiros)!!! Essa colecção que tanto me fez sonhar e construir mil e um cenários para a minha vida. A colecção "Uma Aventura" também é aquele clássico da literatura infantojuvenil. Quem não sonhou ser um dos personagens - a Teresa ou a Luísa, ou o Pedro e o Chico - e viver na realidade todas aquelas aventuras que nos eram descritas enquanto líamos? E "A Lua de Joana"? Quem não leu "A Lua de Joana", senhores?! E o "Guarda da Praia"?

Há pouquinho tempo andei a inspeccionar as estantes de casa dos meus pais, onde ficaram todos os livros da minha infância/adolescência, e foi um reviver de memórias muito bom. Lembro-me como se fosse hoje que antes de irmos para a praia pedia sempre aos meus pais para pararmos primeiro num hipermercado, para poder comprar um ou dois livros da colecção que andasse a ler. Às vezes, já nem era necessário pedir!


terça-feira, 2 de outubro de 2018

Amor à primeira snifadela


La Nuit Trésor da Lancôme

Quem é que não adora perfumes? Quem é que não gosta de passar e deixar aquele rasto bem cheiroso, hum? Já para não falar que um bom perfume é uma marca muito pessoal e é capaz de remeter a momentos especiais, daí ser importante escolher um aroma que tenha a ver connosco.

Gostamos tanto de perfumes que há quem tenha vários para ir variando consoante as ocasiões e o estado de espírito, mas eu não faço parte desse grupo. Também não é que faça parte daquele grupo que usa o mesmo perfume a vida toda, mas quando compro é o único que uso até à última gota. Se me identificar a 100% e se não tiver outro em vista, repito, até porque sou muito esquisita com perfumes de mulher. Já os de homem parece que são todos deliciosos.

Dizem que o perfume que usamos diz muito sobre nós, o que acaba por explicar o porquê de gostarmos mais de uns do que de outros, ou o facto de um perfume ser maravilhoso para uma pessoa e, falando em português, merdoso para outra.
Sobre isto posso dizer que nunca fui pessoa de perfumes frescos e com cheirinho a frutos, por exemplo. Há muito aquela coisa de se usar um perfume mais fresco no Verão e um mais quente no Inverno, mas eu mantenho o mesmo registo o ano inteiro.

Regra geral, gosto de perfumes quentes, fortes e amadeirados com um toque floral/oriental. Gosto de perfumes com presença. Há anos que sou fiel à Yves Saint Lauren e confirma-se porque a família olfactiva dos perfumes que usei (Manifesto, Opium e Mon Paris) andam ali no floriental/oriental.

Dizem que os aromas florais estão associados a alguém com um estilo mais feminino, com gosto por aromas clássicos e elegantes, e são pessoas que dão muita importância à família e amigos, sendo pessoas cheias de bondade, leais e com um gosto requintado. Já os aromas orientais estão associados a pessoas mais sedutoras, com espírito aventureiro e gosto em passear/viajar.

Mal terminou, estava para apostar novamente no Mon Paris, mas sempre que vamos a uma perfumaria é quase impossível não começar a pegar num perfume e noutro, e mais este e aquele só naquela de descobrir um novo "tal". E só naquela de descobrir o novo "tal", barafundimos a cheiradeira com tantas fragrâncias! Quem nunca?

No meio do meu último snifanço, descobri o La Nuit Trésor da Lancôme e foi amor à primeira snifadela. É um verdadeiro afrodisíaco! Irresistível, doce, glamoroso, forte, uma combinação deliciosa de notas olfactivas com a qual me identifiquei de imediato. E o frasco? Lindo! Uma pedra preciosa cintilante adornado por uma rosa negra de cetim em redor da tampa. Um poço de sedução e glamour. O perfume, não eu, calma (ah! ah! ah!).

E vocês aí, que rasto de perfume andam a espalhar por aí?


terça-feira, 11 de setembro de 2018

Suuuuuuurprise!!!



do verbo agradecer  

- Chegou uma encomenda tua.
- (um/dois minutos de silêncio) Encomenda?! Mas eu não encomendei nada D. Alice!
- Mas chegou uma encomenda da Zara para ti.
- Da Zara? Tem a certeza que é para mim?!
- Diz aqui Bruna Costa e Bruna Costa és tu, não há mais nenhuma!
- Mas é muito estranho...
- Não fizeste anos?
(...)

Fiz e quem tem amigos assim tem tudo. Depois de terem entrado pela casa a dentro de bolo nas mãos a cantar os parabéns à meia-noite - e eu a dormitar no meu rico sofá, qual bela adormecida -, eis que me surpreendem novamente. Tão fófinhos! =))
Muito agradecida (muah, muah, muah) e, ai jasuuuuus que vai ser um trinta e um do caraças com estes meninos nos pezinhos!! :D :D

p.s.: só não os enfio já nos pés porque estão 40 Cº à sombra.