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segunda-feira, 14 de maio de 2018

WISHLIST | May please be good

A minha agenda hoje diz que com mais um fim-de-semana ficava no ponto e eu sublinho a fluorescente e ainda assino por baixo. QUEEE soneira, gente!! Adivinha-se uma segunda-feira de rabugice, portanto, sai uma wishlist só para animar a malta (e esquecer a falta de açúcar).

1- Paleta de sombras "Peach" da Too Faced (aqui)
Quem é que resiste às paletas da Too Faced? NIN-GUÉM! Estes tons são super giros e o cheirinho a pêssego é a cereja no topo do bolo (ou o pêssego, vá).

2- Jeans Zara (aqui)
Já sabem que sou super fã do padrão às bolinhas, mas as riscas também ocupam um lugar especial no meu coração. Têm aquele cheirinho a Verão e estes jeans parecem-me perfeitos para desfilar por aí em dias de sol.

3- Sapatilhas Nike Pegasus (aqui)
Depois das sapatilhas de trail, falta investir numas sapatilhas de estrada. A Nike é a minha preferência, embora, tenha bastante curiosidade na Salming.
Pegasus é o modelo com que me sinto bem (já lá vão dois pares) e dei conta que o site da marca está com um desconto muito interessante em algumas cores, pelo que era de aproveitar. Estas branquinhas são as minhas preferidas!

4- Mala Adidas (aqui)
Malas nunca são demais (e ai de quem diga o contrário!!), portanto, este modelo assim mais prático e desportivo vinha mesmo a calhar.

5- Livros (aqui)
Como "book lover" é natural que conste sempre um livrinho ou dois nas minhas wishlists.


Boa semana =)

sexta-feira, 20 de abril de 2018

WISHLIST | April please be good

É sexta-feira, está sol, a Primavera chegou (aleluia Deus amigo) e Abril está quase a dar as últimas. O fim do mês não me parece o momento mais oportuno para partilhar wishlists, mas vamos ter fé. Até porque hoje é dia de Euromilhões e estou cá com um palpite que é desta que vou ganhar mais dois euros. Assim sendo, cá vai disto:

1- Mini Paleta Naked Heat (aqui)
Já é um desejo antigo mas, desta feita, em versão mini.

2- Sapatilhas Replay (aqui)
Eu, a sneakers addict, vi estas sapatilhas no outro dia e fui da montra até ao carro a largar um rastilho de baba.

3- Livro "A Mulher do Viajante no Tempo" (aqui)
Já sabem bem que ando numa de leituras e este é só um dos muitos livros que constam na minha listinha "to read".

4- Saia Mango (aqui)
Amor à primeira vista (vá-se lá saber porquê :D).

5- Sapatilhas Adidas (aqui)
Já vos disse que não resisto a um par de sapatilhas, não já? Pois que estas também eram muito bem-vindas (e iam ficar a matar no meu casaco às bolinhas também da Adidas :D).

6- Mala Guess (aqui)
A minha mala branca está com os pés para a cova pelo que estou a precisar de a substituir uuuuurgentemente. Esta parece-me uma excelente opção.


Se precisarem da minha morada, cedo gentilmente via email. :D


segunda-feira, 9 de abril de 2018

About me

(...)

O "About" do blog sofreu algumas alterações sendo que um dos parágrafos foi mesmo retirado, porque não, há muito que já não somos três cá em casa.

Não sabia como partilhar convosco algo que tem tanto de pessoal como de desastroso. Não que tivesse essa obrigação - porque não tenho -, mas depois de ter partilhado convosco determinado período da minha vida e por saber que alguns de vós seguem-me com bastante carinho, sempre senti que devia fazê-lo.

Muitos de vocês já desconfiavam e pediam mesmo uma palavra sobre o assunto. Não o fiz antes porque, como devem imaginar, dói e precisava do meu tempo. O pior já passou, muita coisa aconteceu, já me sinto mais liberta, mas a verdade é que nunca será um assunto fácil e do qual me orgulhe.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A primeira depois da última


Passei o domingo todo em casa. Uma tarde inteira dedicada às leituras, ao sofá, à manta e ao Pepe. Às 19h decido calçar as sapatilhas e ir correr. As temperaturas eram mínimas, não tinha companhia, mas queria muito ir correr. Assim à primeira vista parece de loucos, mas senti mesmo necessidade de ir. Podia ter dado para pior.

Já não me lembro de quando tinha sido a última corrida, mas tenho ideia de não ter posto os pés na estrada nos últimos dois meses do ano pelo menos. Estava inscrita na São Silvestre do Porto - prova que queria muito participar -, no entanto, acabei por não ir. Também passei ao lado de um trail que estava nos meus planos. Deixei-me levar por um estado de espírito mais letárgico ao qual não é fácil dar a volta.

Apesar do frio até aos ossos, de não sentir a pontinha do nariz e as mãos de tão geladas, da dor de burro nos últimos dois quilómetros (com o frio tenho mais dificuldade em controlar a respiração), de terem sido apenas cinco quilómetros e do percurso não ter sido nenhuma novidade, cheguei ao fim com a mesma sensação de quem corta a meta. Pelo simples facto de ter sido mais forte do que o que me puxa para baixo, por ter desafiado a minha inércia, por ter encontrado a força de vontade de outrora e por me ter lembrado de como é bom correr e de como me faz sentir bem.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Três livros para o primeiro trimestre do ano


vamos tentar!

No final do Verão partilhei convosco a vontade de retomar o bom hábito de ler. Acho que estou a conseguir. Feitas as contas, desde as férias do Verão já terminei o livro "Um Novo Amanhã" de Dorothy Koomson - já se arrastava há um ano pela mesinha de cabeceira -, li o "Escrito na Água" de Paula Hawkins (venha daí o filme), li o "Comer, Orar e Amar" de Elizabeth Gilbert e já dei inicio ao "A Mulher Mais Sortuda do Mundo" de Jessica Knoll (que penso que também sairá em filme). Pelo meio vou lendo o "Liberta-te de Pensamentos Tóxicos" - mais virado para a espiritualidade e auto-ajuda com base em testemunhos - que já está quase no fim. Está longe de ser espectacular, mas vindo de mim é de bater palminhas.

"Obláaa, tu lês tão pouco...mas tu gostas mesmo de ler?!" refilam vocês. Gosto, gosto muito. Vejo a leitura como um dos maiores prazeres que podemos ter na vida. Leva-nos a viajar e a conhecer o mundo sem sairmos do nosso sofá. Faz-nos identificar com sentimentos e ajuda-nos a tornarmo-nos pessoas melhores. Também fazem-nos sentir menos sozinhos. Os livros ampliam a nossa mente e é uma forma de entender diferentes vidas, emoções e personalidades. Depois é a capacidade de nos fazer abstrair do mundo à nossa volta, acabando por servir de escape. Um escape saudável e bastante enriquecedor. E é um estimulo à nossa imaginação. Tão bom que é mergulhar de cabeça nas histórias, construir cenários e dar um rosto às personagens, sentir bem na pele como se fossemos nós que estivéssemos a viver aquela história! Por isso, sim, gosto muito, muito de ler.

"Então porque é que não lês mais, mulheeeer?!!" protestam vocês. Resposta demasiado óbvia: não tenho tempo para ler. Caaaaaalma, não m'insultem!! Isto do "não tenho tempo para..." parece cliché, eu sei, e soa até a desculpa fácil, eu sei, mas é o que é. Para muitos "não ter tempo" é coisa que não existe, porque o tempo arranja-se, e há tempo para tudo, e é uma questão de organização e prioridades e...não me lixem porque não é tão linear assim. O meu tempo não é o vosso tempo, os meus interesses não são os vossos interesses e a minha vida não é a vossa vida, resumidamente e de forma curta e grossa, cada um sabe de si.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Experiência de quase morte

Foi o que sucedeu no passado sábado à noite. Qual é a probabilidade de uma qualquer pessoa ser chamada ao palco? Uma no meio de toda a plateia. Qual é a probabilidade da MINHA ilustre pessoa ser chamada ao palco? Segundo Laplace e baseado no Teorema de César Mourão, é total. Ca p*ta de sorte, valha-me Deus. Logo eu, aquela pessoa que panica só de pensar que tem de falar à frente de mais de três pessoas, fará em cima de um palco de micro na mão com luzes viradas à tromba e centenas de pessoas à espera de ver quando é que vou dar o espectáculo de cair do palco abaixo. Ser o centro das atenções não é para mim, definitivamente. Não sei lidar. E quando se tem um César Mourão à frente, o senhor do improviso, é caso para ter medo, muito medo. Assim que vi aquele dedo indicador a apontar na minha direcção e "aquela menina ali" quase faleci.


Estava o pânico instalado. Ainda olhei para um lado e para o outro...


Mas não, era mesmo para mim. Desejei que o Hélder Guimarães - o primeiro artista da noite - me fizesse desaparecer num truque de magia. Num misto de "socorro tirem-me daqui" e "ai o que é que o gajo quer" lá me levantei e desci as escadas com o máximo dos cuidados para não me espatifar mesmo antes de pisar o palco. Tinha toda uma meia glamorosa e cintilante mesmo a pedir forrobodó e foi por aí mesmo que o gajo pegou. "Tem um meia muito bonita" (isto, pasmado a olhar para as pernas e eu a ficar vermelha como um tomate), "com brilhantes" (olha para cima e volta a olhar para baixo), "mesmo a agarrar aos sapatos" (pandã, filho, chama-se pandã). Nisto, seguiu-se um pequeno interrogatório e quase só faltou perguntar quantas vezes fazia o amor.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

...sonhar sem limites!


O Natal já lá vai. Nunca houve um ano em que desejasse que passasse bem rápido como desta vez o desejei. Na verdade, se fosse possível teria saltado do mês de Novembro directamente para Janeiro. Não senti a magia. Em trinta anos de vida foi a primeira vez que tudo passou ao lado. E quando não passava, quando o meu coração percebia que era Natal, os olhos enchiam-se de água e não de brilho.

Entretanto, Dezembro já lá vai e começou hoje um novo ano. Olho para trás e sinto que sobrevivi a 2017. Sim, sobrevivi. Quando é suposto vivermos os nossos dias ao máximo (ou pelos menos tentar tirar o máximo partido deles), porque só temos esta vida e se não formos nós a fazer algo por ela ninguém o fará, eu admito que pouco fiz por mim e deixei-me andar ao sabor do vento. Senti-me uma marioneta dos acontecimentos e fui-me anulando cada vez mais. A certa altura já nem eu sabia o que queria para mim própria. E é horrível, desesperante até, não saber o que se quer ou que volta dar para retomar o caminho. Caminho esse que, seja ele qual for, só tem uma direcção: em frente.

Foi um ano triste. Não há outra forma de descrevê-lo. É verdade que a vida é feita de momentos e é certo que muitos deles foram bons e, apesar de tudo, também fui alcançando pequenas conquistas que me fizeram sentir viva e me lembraram daquilo que sou feita, mas...na sua generalidade foi um ano triste e talvez tenha sido levada a enfrentar dos piores fracassos ao nível pessoal.
Não há que ter vergonha de admitir quando estamos tristes ou que passámos por uma fase menos boa. A vida não é cor-de-rosa, não é uma linha recta, nem é o show-off que muitas vezes as redes sociais querem passar. Não queiramos ser perfeitos, nem ter uma vida perfeita. A perfeição não existe. Erros acontecem, más decisões também. Caímos, levantamos, tropeçamos, voltamos a levantar, a vida é isto mesmo. A questão reside em saber viver no meio das adversidades, e nem sempre estamos preparados ou nem sempre temos a força necessária.  

No meio disto tudo quem também sofreu foi o blog, que passou completamente para segundo plano. Eu vou respondendo às vossas mensagens e emails, mas quero aproveitar para deixar aqui um sincero agradecimento pelo vosso carinho e por se mostrarem sempre tão contentes com os meus "regressos". Isto de vir aqui partilhar looks, desabafos e um pouquinho daquilo que é o nosso estilo de vida faz com que se crie uma proximidade incrível, mesmo que através de um ecrã. E é tão bom sentir que faço companhia a tantas pessoas, que sou de alguma forma importante nas vossas vidas e que vos inspiro. Serei sempre, sempre grata por isso. Obrigada do fundo do coração.

Para 2018...bom, para este novo ano não peço muito. Peço saúde, porque sem ela nada feito. Saúde e coragem para correr atrás de todo o resto. Quero complicar menos e (voltar a) viver mais. Sonhar sem limites! Não quero perder a fé e a esperança de que todas as coisas passam, porque a vida é isto mesmo, um movimento continuo de altos e baixos. Pela frente estão 365 novos dias e em cada um deles uma nova oportunidade. Quero força para agarrar cada uma delas com as duas mãos como se não houvesse um amanhã. E quero encher a minha nova agenda de sorrisos.

E é o que desejo a vocês que estão aí desse lado. Um ano novo repleto de sorrisos e com muita saúde.
Feliz Ano Novo 


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

My Christmas Wishlist

Já vamos a menos de uma semana do Natal e eu ainda não me cheguei à frente no que toca a pedinchar presentes. Em tempos idos já teria duas folhas A4 preenchidas frente e verso desde o primeiro dia de Dezembro. Imagino que o Pai Natal já esteja a estranhar e até a esfregar as mãos de contente a pensar que desta já se safou, mas, lamento barrigudo mais fofo, tradição é tradição e não podia deixar de partilhar os meus desejos mais consumistas para este dia. Paz e amor é muito bonito (e precisa-se), mas um presentito no sapatito também não fica nada mal. O quêêê? Não entendi! Já venho tarde?!! Oh, oh, já te ouvi falar melhor, oh Pai Natal!!
Bom, não custa nada tentar a minha sorte e sempre serve de inspiração a quem passa por aqui. Posto isto, abram aaaalas...

1. Casaco Morgan De Toi // 2. Casaco Adidas // 3. Jeans Zara // 4. Botins Aldo // 5. Mala Guess //
6. Botins Aldo // 7. Paleta de Sombras Naked Heat da Urban Decay // 8. Creme de olhos Even Better Eyes da Clinique // 9. Agenda 2018 Mr. Wonderful // 10. Livro "Prato do Dia" de Filipa Gomes // 11. Livro "O Que Ela Deixou" de T. R. Richmond // 12. Livro "Livre" de Cheryl Strayed


Juro que tentei ser contida. :D


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Cinco dias da semana, cinco looks #22

E para matarem só mais um pouquinho dessas saudades aqui da Gata, fica o registo dos looks desta semana que vou partilhando habitualmente no stories do Instagram.

Bom fim-de-semana!


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Os 30


Não tarda está um 31 à porta e eu ainda a falar dos 30. Mas não tenho culpa, minhas amigas, este post até era para ter saído no dia do meu aniversário, no entanto, trocaram-me as voltas e ósdispois ausentei-me destas bandas. Porquê? Simplesmente porque não me apetecia escrever.

Não tinha assim nenhum plano especial de corrida para o meu dia, a não ser mudar de visual. É sempre uma boa forma de registar mais um ano de vida e é um bom lavar de alma. A ideia era passar a manhã a vegetar na cama até à hora marcada no cabeleireiro e depois de devidamente arranjada e almoçada, chegar a casa e sentar-me em frente ao portátil e escrever um pouco. Tinha todo um discurso pensado (a tender para a melancolia, confesso) que hoje não faz sentido escrever. Pelo menos não agora. Mais à noitinha previa ir até à Festa do Leitão espalhar magia e pronto, estaria um dia passado.

Nunca fui pessoa de festejar aniversários, nem nunca fiz grande questão disso. Tirando os aniversários enquanto criança, penso que só festejei duas ou três vezes. Não sei ter um bando de pessoas a olhar para mim e a cantar os parabéns, não sei receber prendas sem ficar corada e com ar aparvalhado, basicamente, não sei ser o centro das atenções. E embora o virar de década pedisse algo com alguma pompa e circunstancia, não me apetecia mesmo fazer nada em especial uma vez que o espírito era tudo menos festivo.

Mas como disse no inicio, trocaram-me as voltas. E quando cheguei a casa tinha alta festa surpresa à minha espera. Era demasiada coincidência a minha pessoa chegar e começar a ouvir precisamente o "Despacito" vindo das traseiras, mas sempre pensei "bem, os vizinhos foram dar um mergulho e estão com música ambiente" não seria a primeira vez. Mas não, eram mesmo eles, uma cambada que andou a conspirar nas minhas costas. Escusado será dizer que fiquei para morrer (já disse que não sei ser o centro das atenções, não já?), mas com a certeza de que os amigos (aqueles com "A" grande) são a família que escolhemos e vão estar sempre "lá" quando mais precisarmos.

E pronto, não há volta a dar, os trinta chegaram. Ficaram para trás os "bintes". Talvez a década mais importante na nossa vida enquanto pessoas, enquanto seres em crescimento. A década que nos lança para a vida e que nos obriga a encará-la de frente, olhos nos olhos. Deixamos de ser crianças/pré-adolescentes, a nossa preocupação maior deixa de ser saber a que horas dá a "Lua Navegante" ou saber o estado do tempo para decidir o que vestir no dia seguinte e passamos a ter preocupações com "P" grande. É a década das decisões. Não que as outras não o sejam, mas talvez seja nos "vintes" que tenhamos de tomar as maiores decisões, aquelas que condicionarão áreas importantes do nosso futuro. Não que a vida seja assim tão linear e que a qualquer momento, seja aos 30, 40 ou 50, não sejamos obrigados a tomar também outras importantes decisões, mas...os vinte são os vinte. Década das grandes dúvidas, incertezas e receios. Década de dar cabeçadas na parede e de aprender/crescer com os erros. Década de conquistas e de perdas. Década onde afirmamos cada vez mais a nossa personalidade. Década dos amores e desamores, das amizades e desamizades. Década onde realmente percebes que o mundo só é cor-de-rosa nos contos de fada. Onde cada vez tens mais a certeza que anda meio mundo a f*der meio mundo. Década onde tudo acontece, basicamente.

Agora...agora é abraçar a maturidade e serenidade dos trinta, sem grandes expectativas (sabe melhor sermos surpreendidos) e sem atormentar muito com a rápida passagem do tempo (tentar), já que isto a partir dos 25 parece que foi sempre a abrir, pelo menos aqui para os meus lados. E é ver se isto de ser "trintona" é assim tão bom como dizem.


P.S.: Peço desculpa por mais uma ausência e agradeço do coração por se mostrarem sempre aí desse lado à espera de noticias minhas. 

domingo, 3 de setembro de 2017

Retomar o bom hábito de ler


Uma das coisas boas do Verão (ou das férias, vá) é o poder dedicar-me um pouco mais à leitura. Na realidade, não é bem dedicar um pouco mais, mas sim muito mais já que ando quase um ano inteiro sem pegar num livro. Os fins-de-semana de chuva bem que são bastante propícios a uma boa leitura e não há nada melhor do que preguiçar no sofá em frente à lareira enquanto se devora uma boa história, mas espremido, espremido, devo ler umas cem páginas durante o ano. "Então e antes de deitar não dá para ler um pouquinho todos os dias?" perguntam vocês. Dar até dava não fosse eu pessoa de chegar à cama e aterrar logo, qual Bela Adormecida. Sucede que a minha rotina diária deixa-me um pouco exausta - é o trabalho, é a minha actividade física, são as lides domésticas, é o blog que também pede tempo de dedicação -, pelo que chegada a hora de descansar é para isso mesmo, fechar os olhos e "boa noite, até amanhã". Tem noites que ainda tento, mas basta ler duas/três frases para começar a revirar os olhos de sono.

Mas adoro ler e adoro a sensação de ter um livro nas mãos. Sempre que vou ao shopping (para além da Zara) tanto a Bertrand como a Fnac são lojas de paragem obrigatória. Adoro observar aquelas estantes repletas de livros e sentir aquele cheirinho a papel que ainda não foi lido. Pegar naqueles cujo o titulo me chama mais a atenção e ler a contracapa. Daqueles rituais que muito prazer me dá. Mas dizia eu que adoro ler. Acho que é muito pela capacidade de nos fazer abstrair do mundo à nossa volta e por estimular a nossa imaginação. Gosto de mergulhar de cabeça nas histórias, de construir os cenários, de dar um rosto às personagens e num ápice eu própria sinto que também sou personagem do livro. Enquanto lemos, acabamos por viver a história que nos estão a contar e é um momento nosso, de relaxe, de paz interior.  

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Estou quase a fazer anos e, atenção, são 30

Não é todos os dias que se faz trinta anos. Que se deixa os "bintes" para todo o sempre e que se muda de década. E eu só me pergunto: trinta, como é que vocês chegaram (ou estão a chegar) tão rápido? Bom, deixemos esta parte da crise existencial para outro dia e vamos ao que interessa: wish, wishWISHLIST. Simmmm, vocês que me desculpem mas trinta são trinta e eu aviso já que não me vou poupar nos pedidos, o que não significa, necessariamente, que vá ter sorte alguma, mas, senhores, sonhar não custa e quem não chora não mama e eu tenho de fazer uma wishlist à altura do acontecimento (já disse que são trinta?!). Como tal, não se assustem com o tamanho da lista, a ideia até era destacar 30 coisas susceptíveis de me serem ofertadas e de ficar nas nuvens, mas achei por bem ficar-me pela metade.
E vocês aí, simmmmm, vocês que estão a ler estas palavrinhas não se ponham ao fresco, hã!! Já vos aturo há quatro anos, pelo que mereço uma boa prenda pelos meus trinta anos de vida. Uma vaquinha entre todas não custa nada. Just saying.


domingo, 27 de agosto de 2017

Já lá vão quatro anos (e quatro milhões)!

Há quatro anos, quando decidi criar este blog, a ideia era fazer disto um hobbie. Mas um hobbie assim mais para o especial. Uma espécie de segunda casa, digamos. Ter um espaço essencialmente meu onde me divertisse nas horas mais vazias. Onde pudesse descomprimir depois de um dia de trabalho. Onde pudesse interagir com outras pessoas (aka aparvalhar). Ter um espaço para partilhar o que bem entendesse, na grande maioria das vezes futilidades várias, mas para coisas sérias já basta a vida.

O entusiasmo cresceu quando dei conta que não era apenas eu que me divertia com este espaço. Que havia tantas e tantas outras pessoas que gostavam do que partilhava. Que muitas vezes este blog não era só o meu escape, mas também o de outra pessoa. Que fiz sorrir alguém num daqueles dias mais negros. Que fiz companhia nos dias mais solitários de outra pessoa.
O entusiasmo cresceu quando dei conta que do outro lado havia sempre alguém à espera de algo meu. Que isto não é só um blog. Que é possível criar afectos mesmo que através de um ecrã. Daí não ficar nada indiferente quando sentem a minha ausência e quando "reclamam" por noticias minhas.

Mas a vida é feita de fases. Umas melhores e outras piores. E sei que neste último ano de blog estive bastante ausente. Porque surgem novas prioridades, porque o tempo não estica e não dá para estar em todas as "frentes" a 100% como eu gosto, por cansaço, por...porque só me apetece escapulir sorrateiramente pela porta das traseiras e depois correr, correr e só parar na Pensilvânia (forma indirecta e parva e fofinha qb de dizer que sinto-me na merda, pronto, está dito). Este blog não é tudo o que sou, mas é muito do que eu sou. Será sempre assim. Pelo que é natural que acompanhe os altos e baixos da minha vida.

O estaminé passou a barreira dos quatro milhões de visitas sem que tivesse dado por ela. Quatro anos e quatro milhões. Não são na conta bancária, não são cinco, seis, sete, ..., vinte milhões, mas são os meus quatro milhões e acho que, para além do agradecimento (OBRIGADA ❤), merecem toda a minha atenção e força para continuar algo que tanto gosto e que me orgulho.
Da minha parte, fica (mais uma vez) o desejo de voltar. Mas voltar com "V" maiúsculo. Por vocês e por mim.


terça-feira, 1 de agosto de 2017

"Cada dia pode ser um novo começo, respira fundo e começa de novo."

Estava aqui numa espécie de estado vegetativo, quando resolvi "puxar a fita atrás" aqui no estaminé e ver o que andava a fazer mais ou menos por esta altura em anos anteriores. Ando numa fase de retrospectivas e ter um blog com quase quatro anos ajuda a relembrar momentos já passados, desde os mais sérios aos mais parvos. Recordam-se situações, pessoas, ri-se, chora-se, enfim, não está cá tudo, mas está alguma coisa.

1 de Agosto de 2014: ao que parece, há três anos já estava de férias e tinha aproveitado o dia para praticar o dolce far niente que traduzindo à letra não foi mais do que bater perna pelo shopping e trabalhar para o bronze, curiosamente, na companhia de uma pessoa que já não faz parte da minha vida. Estava em vésperas de casório - 2014 foi o ano da saga dos casamentos (existem registos de 127 posts sobre o tema e discussões deveras interessantes) - e de partir de férias para Djerba. De notar no post em questão como sou uma pessoa bastante muito asseadinha, já que entre casório e ter de fazer uma mala para ir de viagem ainda estava preocupada em deixar a casa devidamente ajeitada. Foi o mês em que fiquei noiva.

3 de Agosto de 2015/ 31 de Julho de 2015: não houve post no dia um, mas fui ler os dias próximos da data e verifiquei que arranquei o mês de Agosto com um "Foi o melhor que se arranjou" daqueles muito "eu". Comentava, também, o facto da agitação do mês de Julho ter terminado. O belo do mês do Agitágueda que este ano passou-me completamente ao lado.
Se formos um pouquinho mais atrás, 31 de Julho de 2015, temos um dos 327 posts da rubrica "Noiva à beira de um ataque de nervos", afinal, faltava pouco mais de um mês para dizer o "sim" no altar.

2 de Agosto de 2016: à semelhança dos dias de hoje, há um ano o blog também estava em segundo plano, por razões diferentes, mas estava. Andava ansiosa para mudar de casa e estava quase a cortar os pulsos com o fandango do "ahhh mudamos este fim-de-semana, ai afinal não, as obras ainda não terminaram, ahhhh mudamos este fim-de-semana, ai afinal não, ainda falta isto, aquilo e o c@%&#, (...)". Só mesmo um par de sapatilhas novo para me acalmar os nervos.

E agora...é o que está. Não é o fim do mundo mas quase. Uma montanha russa de sentimentos. E é difícil não desanimar. Não viver os dias angustiada e com o coração apertadinho. Tento acreditar que tudo segue um propósito qualquer, mas na hora "H", quando mais se precisa, fica difícil. Coragem. A vida pede muita coragem, principalmente, na hora de tomar decisões. Podemos errar, mas pior que errar é a cobardia do conformismo. E que atire a primeira pedra quem nunca cometeu um erro na vida.


quinta-feira, 1 de junho de 2017

Toda uma reputação por água abaixo em 3, 2, 1...




Obrigada minha querida irmã, também gosto muito de ti (mas gostava mais ainda de quando te enfiava o dedão grande do pé no nariz, ah! ah! ah! ah!). Estes tesourinhos deprimentes estão mesmo a pedi-las (se é que m'entendes)!!
Já agora, feliz Dia da Criança.
❤️

domingo, 28 de maio de 2017

Falta de tempo, má gestão do mesmo ou...

...um estado de espírito? Talvez um pouquinho de tudo. E também uma necessidade de viver mais devagar. Um bem essencial e escasso tal é o stress diário a que estamos sujeitos pelas mais variadas razões. Sempre gostei de viver dias cheios e sentir-me ocupada dos pés à cabeça 24/24 horas. A agitação faz-me sentir útil e viva, para além de achar mais entusiasmante viver os dias a mil.

Mas não somos de ferro e num abrir e fechar de olhos a agitação dá lugar à ansiedade. A ansiedade do tempo não chegar para tanto que se quer fazer. A ansiedade de querer estar em todo o lado. A ansiedade de falhar com o planeado. A ansiedade do perfeccionismo (característica máxima dos virginianos). Ansiedade essa que por sua vez conduz a mais stress. Um ciclo vicioso tão comum que muitas vezes ata pés e mãos e deixa-nos como que à deriva sem saber muito bem para que lado virar, onde se torna fundamental estabelecer prioridades.
E se por um lado não somos de ferro, por outro, somos feitos de sentimentos e nem sempre o nosso psicológico dá a força necessária para estarmos em todas as frentes de corpo e alma, com a alegria e vitalidade que se pretende.

Às vezes gostava de ser duas. Enquanto uma encarregava-se do trabalho e das responsabilidades mais sérias, a outra dedicava-se aos passatempos, às coisas que mais gostamos de fazer, aos pequenos prazeres da vida e às pessoas que nos rodeiam. Uma para a parte séria e outra para a parte divertida da vida. Uma para viver as tristezas e angustias e outra para viver a felicidade. Mas na realidade sou só uma e senti (e sinto) necessidade de abrandar. Porque nem sempre é fácil saber gerir tudo. Porque fases menos boas existem. Porque às vezes sentimos necessidade de estar no nosso canto, de meditar e de dedicar tempo de qualidade a nós mesmas, para depois regressar com mais força. 

Nisto de querer abrandar, tenho tentado aprender a viver com mais calma, com menos ansiedade e tenho organizado os meus dias da forma que acredito ser a melhor para mim. Uma das minhas prioridades é o desporto, como vocês bem sabem. É sem dúvida o meu escape e está longe de se resumir ao "ser fit" . É uma paixão, um desafio pessoal, um estilo de vida, um desfrutar da riqueza que é sentir-me cheia de vida, mas é também aquele momento em que me abstraio de tudo e acaba por ser fundamental para a minha sanidade mental. 

No meio disto tudo, o blog não está esquecido nem me passa pela cabeça desistir dele, muito pelo contrário. Tal como já vos confidenciei: se eu estiver "onfire", o blog também estará; se eu estiver em modo ratazana deprimida é provável que o blog fique assim, neste marasmo, à espera de melhores dias porque prefiro escrever-vos com alegria e entusiasmo do que deixar passar alguma apatia. Porque é mesmo isto.
São vários os comentários e mensagens onde vocês "reclamam" - "e porque agora é só crossfites e cenas assim" dizem vocês -, onde eu tento guardar apenas o lado bom disso. Porque se vocês reclamam a minha ausência é porque gostam de mim de alguma maneira e sentem a minha falta. E isso é bom, não me canso de agradecer o vosso carinho, mas... Tentem compreender-me e tenham um pouquinho de paciência. Eu continuo a ser eu, a "Gata" que vocês conheceram e quero apenas continuar na liberdade de ser quem sou. Mais ausente, menos ausente, com dias bons e dias maus, com fragilidades que tento ultrapassar e sonhos que não deixo de perseguir. E com o presente desejo de viver a vida mais devagar.




terça-feira, 2 de maio de 2017

WISHLIST | May please be good

Desde Fevereiro que não partilho por aqui uma wishlist, por isso, hoje parece-me um bom dia para o fazer. Nunca se sabe quando poderá estar aí desse lado uma alma gentil com vontade de fazer alguém feliz (ah! ah! ah!).


1- Casaco Adidas (aqui): sonho com ele desde o primeiro dia em que o vi. Não sei se é das bolas ou das bolas, mas acho-o lindo e fofinho que só ele e preciso muito, muito, muito dele.

2- Saia bordada Salsa (aqui): até a pessoa mais distraída já deve ter dado conta que os bordados são um dos detalhes sensação da estação. Gosto de tudo o que é aplicações, desde que não seja em exagero, e depois de ter comprado uns jeans bordados na Zara é a vez de andar de olho nas saias de ganga. Esta parece-me muito bem (menos o preço).

3- Paleta Natural Love da Too Faced (aqui): para quem gosta de maquilhagem paletas nunca são demais. Já podemos ter 10, 20, 30 e depois de comprar a 31ª até podemos pensar que "agora sim, não há cor que falte, não preciso de mais nenhuma, não quero saber mais de paletas", que basta sair uma nova paleta para sentirmos logo necessidades e pensarmos "opa, afinal não, afinal não tenho aquelas cores e preciso assim muito, muito, muito". Cenas de gaja. Esta paleta mais recente da Too Faced é só a coisinha mailinda e identifico-me bastante com os tons, portantos...a menina quer muito. :D

4- Sapatilhas Nike Metcon (aqui): desde que percebi que as sapatilhas próprias para a prática de Crossfit fazem mesmo a diferença que ando de olho nelas. Entre as Nano e as Metcon ando mais inclinada para as Metcon (Nike team, yeeaaahhh). Numa ida ao Carregado encontrei umas Metcon 2 super giras e a metade do preço (mais giro ainda) e só não as trouxe comigo por meio número. Sim, porque calço o 39 e só tinham 38,5. Migas, fiquei DOENTE!!!

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Cinco dias da semana, cinco looks #21

Última semana de Abril e chuva mil ZERO. Atenção que não é uma reclamação é só uma constatação, não me lembro de um mês de Abril assim, tão cheio de sol. As noticias bem que alertaram para chuva e descida de temperatura a partir de quarta-feira, mas até ver...está tranquilo, está favorável. Tão favorável que até temos mais um fim-de-semana prolongado à vista. Depois de tantos feriados e pontes num só mês, cheira-me que ficámos todos mal habituados e não vai ser fácil encarar uma semana inteira de trabalho. Ninguém quer avançar com uma petição pública do tipo "queremos feriados e pontes todas as semanas"? :D


Antes que perguntem, este camiseiro lindo é da Shein e podem vê-lo mais ao pormenor aqui.

terça-feira, 25 de abril de 2017

A liberdade de sermos o que queremos ser

Hoje apetece-me falar de liberdade. Parece demasiado óbvio face a data, mas não, não venho falar da Revolução dos Cravos. Venho falar da nossa liberdade. Ok, falar dos cravos é falar da nossa liberdade, mas...esqueçam os cravos (não menosprezando) e foquem-se em vocês. Em vocês e na vossa (nossa) liberdade de ser o que querem(os) ser. Está nas nossas mãos. E ser ou não ser capaz é uma questão de atitude. Como tudo na vida. Porque a única coisa que cai do céu é a chuva, e o resto, o resto é determinação. Ajuda muito acreditar até porque é o primeiro passo para algo ser realizado. Por isso, confia e acredita sempre em ti. Independentemente do quão difícil possa ser uma batalha, mantém estes dois verbos bem presentes: confiar e acreditar. E não esquecer que tudo é impossível até acontecer.

Há um ano atrás eu acreditei que era capaz de correr uma Meia Maratona, quando muitos diziam que eu estava para lá de tolinha. Eu própria duvidava de mim no inicio, mas a vontade de superar-me, o desafio e a força de querer falaram bem mais alto. Mesmo com alguns obstáculos, eu consegui. E o sentimento foi tão bom, tão "não-há-palavras", que hoje tenho o meu dorsal emoldurado. Quando me sinto menos confiante olho para ele e penso "se foste capaz de correr 21 kms quando há meses atrás não conseguias correr 5 kms sem ficar à beira de falecer, és capaz de TUDO". Porque nós somos realmente capazes de tudo. Temos a liberdade de ser.


O "ser capaz" tem um efeito mesmo incrível em nós. Deixa-nos felizes e orgulhosas. Mostra que depois do esforço, de alguma luta interior e até mesmo de alguns fracassos pelo meio, há no fim uma satisfação imensa que compensa sempre. Recompensa essa que deixa-nos mais fortes enquanto pessoas. O "ser capaz" ensina-nos a nunca deixarmo-nos render, a ter consciência que as coisas levam o seu tempo e que desistir não é opção. Porque nunca é. E somos nós que temos a liberdade de desistir ou não desistir.

Isto vale para tudo, seja uma prova, seja perder uns quilos a mais, seja terminar o curso, seja passar naquele exame importantíssimo, seja qual for o nosso objectivo, seja qual for o nosso desejo que nos fará sentir melhor, nós temos a liberdade de lutar por isso. Parte sempre de nós. Por isso, sejam livres de ser o que querem ser. Sejam livres para ir à luta e nunca desistam dos vossos sonhos.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Cinco dias da semana, cinco looks #20

Da semana que marca o inicio da Primavera ou o recomeço do Inverno. Dúvidas.