#

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

TAG - O meu animal de estimação

E as saudades que eu tinha de uma TAG, hã? Milhões delas. Acho super divertido para além de dar a conhecer mais um bocadinho de nós, por isso, agradeço à Carolina do "A Blondie" por se ter lembrado da minha pessoa. =))

Sempre tive animais de estimação e uma das coisas que estranhei quando saí de casa dos meus pais, foi o facto de não ter um animal para cuidar, mimar, brincar e dar atenção. Chegar e não ter ninguém à minha espera...baaahhh, parecia sempre que faltava qualquer coisa. Uma presença, uma companhia, algo para cuidar e dar mimo, falta daquelas típicas brincadeiras que enchem uma casa, bem, estava a dar-me conta do "caco". Não demorou nem um mês até decidirmos ter um animal de estimação (ou isso ou fazia as malas, ah! ah! ah!) e foi assim que apareceu o Pepe nas nossas vidas.

Foto Natal 2015
Vamos à TAG?

1- Qual é o nome do seu animal de estimação?
Depois de irmos a viagem toda a atirar hipóteses para o ar, decidimos que seria Pepe. Se quiserem e por curiosidade, podem ler este primeiro post sobre o Pepe, onde partilho alguns dos nomes que pensámos (muitos deles foram derivados da imaginação fértil do meu homem).

Que seja wonderful


Vejo mais no Setembro o mês dos novos começos, novos planos e objectivos. A euforia e ansiedade também é bem maior do que quando chego a Janeiro. Talvez porque em Setembro faltam apenas três meses para o Natal e em Janeiro falta um ano inteiro. Talvez por ser o meu mês, talvez por ser a chegada do Outono que me traz tanta paz, talvez por ser o aproximar da minha época preferida do ano. O único recomeço que vejo em Janeiro é o recomeço de um novo ano. Só. Não que não tenha planos, objectivos e vontades para este novo ano, mas esses já vêm de trás. E sinto que o Janeiro atrapalha-me um bocadinho. Não sei se é pela carga emocional do mês anterior, mas demoro a arrancar. Sinto uma certa inércia que me deixa em piloto automático. Na vida há cada vez menos certezas e é no inicio de mais um ano quando me sinto mais assombrada pela incerteza. É a dúvida do que este novo ano me reserva. Sou daquelas pessoas que pensam demais, que sofrem por antecipação e que perdem demasiado tempo com os "ses" e "mas". A vida não é andar só de roda no ar e estes momentos de introspecção são precisos até porque os recomeços nascem sempre de dentro para fora, mas quero muito que Janeiro passe. Porque eu demoro a arrancar, mas quando arranco é a valer. E não importa quantas vezes vai ser difícil ou quantos vão ser os tropeços, porque sei que há em mim uma força que me guia. Porque encaro cada dia como uma nova oportunidade. Porque não existe a palavra "desistir" no dicionário. Porque gosto de dar vida aos meus dias, não gosto que passem em branco e sei que é algo que parte de mim. Porque tudo na vida parte de nós. E eu só quero continuar a encontrar na simplicidade tudo o que eu preciso e continuar a não precisar de grandes motivos para ser feliz. Porque se formos felizes no pouco, o resto vem por acréscimo e se não vier somos felizes na mesma. E se assim for, estamos no bom caminho.

Hoje foi dia de desabafo, amanhã voltamos à ramboiada do costume.



quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Coisas que podiam ter ficado enterradas em 2016





Foi o melhor que se arranjou #249


Mais uma fichinha mais uma voltinha. Eu bem disse que estava numa de andar de mochila às costas. Isso e estas NB que não me largam os pés, quer dizer...eu é que não as largo (ah! ah! ah!). Mas vá, são ou não são giras demais para ficarem em casa? E já dei conta que desencaminhei umas quantas meninas para abrirem os cordões à bolsa. Sou uma safada, só vos meto em despesas (wuUuAaaHHh). Giro, giro era encontrarmo-nos todas, tipo uma concentração de NB, e tirarmos uma foto aos pezinhos toooodos iguais e, ainda, andarmos rua acima rua abaixo aos pinotes de alegria. :D Tenho umas ideias fantabulásticas, não tenho? Okkkkk, se calhar estou a divagar um bocadinho (também deve ser do açucre).
Bom, este é só mais um dos meus cinquenta e sete looks práticos, mas é para o que me tem dado, meninas. Para o fim-de-semana não há melhor. Um look bem confortável e bem cool. E com direito a gorro, coisa que não tenho dispensado ultimamente. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Até onde vai a pequenez humana

Não sei se é do açúcar em excesso, ou se é da falta de uma vida ou se do facto de ter partilhado o meu estado de melancolia, mas ontem os fofinhos dos meus anónimos ressabiados estavam particularmente criativos. Ou parvos, vá. Só mesmo gentinha fraca e vazia de espírito é que ataca (ou tenta) outro alguém nos seus momentos mais down. É que nem o Natal, nem a esperança de um Ano Novo ilumina estas pobres almas perturbadas. O ano muda, mas a mesquinhez e o azedume continuam em todo o seu esplendor.

Isto de ter um blog era bem mais fácil se não tivéssemos de lidar com gente estúpida, mas infelizmente o ar é de todos. Na blogosfera todo o blogger, pequeno ou grande, tem os seus haters de estimação. Fieis companheiros que "não gosto", que "metes nojo", que "és ridícula-idiota-parva-burra-estúpida-e-feia", que "este blog é uma merda", mas estão aqui batidinhos tooooodos os dias sempre prontos a destilar veneno, a deixar uma palavrinha de ódio, a largar frustrações e a lançar teorias merdosas. Faz parte e confesso que até tem o seu lado divertido e até me dá um certo gozo, porque é assim que eu levo a coisa, na "descontra", meus amigos. Sempre ouvi dizer que gente bem resolvida não inferniza a vida alheia e que ninguém odeia o fraco. Por isso, nem consigo não gostar de vocês, o que sinto mesmo é pena.

Parece uma coisa transcendente, mas se não gostam do blog, não leiam o blog. Fácil. A não ser que tenham feito uma promessa a Maria de Fátima. Ahhhhhhhhhhhh nãoooo, eles vêm aqui para se rirem e para ver se a coisa melhora. Pardon my french, não percam mais o vosso precioso tempo, porque (e é com um enorme pesar que vos digo)...isto não vai melhorar. Pior? A tendência será sempre para piorar. Mas se precisam de uma desculpa para pôr aqui os cotos, eu percebo, mas continuo a dizer que talvez fosse mais interessante dedicarem-se à renda de bilros ou, então, sempre podem ir soltar a franga para outro lado.

Também acho graça à bandeirola do "tu não sabes aceitar criticas" e há sempre quem fique muito inflamado (os mesmos ressabiados) quando eu respondo ironicamente a alguém. Pois eu acho que o vosso grande problema e o que vos provoca uma grande coceira e o que vos deixa numa ira profunda é, e perdoem-me o termo, eu estar a cagar-me de ALTO para as vossas criticas (falo das destrutivas, hã). Eu sei que vocês acham que eu devia era comer e calar, mas lamento, volta e meia apetece-me dar-vos trela e trocar umas ideias com vocês. Basta abrirem os comentários para verem a carrada de criticas que aceito (algumas delas nem nunca deveria ter aceite) e que muitas das vezes nem respondo. Eu sei que a vossa pobreza de espírito não vos permite, mas não vamos confundir criticas construtivas com insultos, ataques pessoais e com comentários puramente maldosos que é isso que vocês, anónimos ressabiados, são, mal-do-sos. E vazios. E, certamente, com vidinhas muito sem graça.

Há uns tempos escrevi isto e hoje sublinho cada palavra, uma a uma e ainda acrescentava mais uns pontos, mas já esgotei o tempo de antena que tinha para com esta gentinha, até porque por mais que escreva há sempre alguém pronto a pegar nas entrelinhas e apontar o dedo. Este é o lado negro da blogosfera, os cobardes que se aproveitam do anonimato para destilar veneno, mas nem tudo é mau, há coisas que prevalecem sempre e este mundinho já me fez chegar a muitas pessoas do bem com quem tenho o enorme gosto de manter contacto e também já me trouxe outras tantas coisas boas. Enquanto tiver leitoras como a Marlene, por exemplo, tão pouco me importam os ressabiados desta vida. Tão pouco me importam os ataques vãos, porque enquanto o prazer de espezinhar é passageiro, dura apenas o tempo de escrever um comentário, o meu sentimento de estar de bem com a vida é infinito. E acho que é isso mesmo que está a faltar a muito boa gente, sentirem-se bem consigo mesmas. Mas isso é algo que vem de dentro e quando o interior é tão escuro...



P.S.: Anónimo ressabiado, sim tu aí, só mais uma coisinha. Não preciso fazer ninguém de parvo, principalmente, quando a pessoa já o é geneticamente.


Peço desculpa aos meus leitores (do bem) que não têm nada a ver com o assunto e têm de levar com isto, mas vocês sabem que isto não é para vocês. Também compreendem que uma pessoa acumula, acumula e que uma hora a tampa salta. Às vezes, é preciso pôr os pontos nos "i's". Mas isto foi só um à parte, amanhã voltamos à pirosice do costume.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

OH, MONDAY! #12


Ano novo, as rubricas do costume.
E porque hoje é segunda-feira, fica a sugestão de um look para retomarem a vossa semana de trabalho. As festas já lá vão e chegou a hora de voltar à rotina. Com roupinhas giras até parece mais fácil.

Casaco ZARA (aqui) | Blusa ZARA (aqui) | Jeans ZARA (aqui) | Mala PARFOIS (aqui) | Botins ZARA (aqui)

Boa semana e bom regresso à lavoura.

Foi o melhor que se arranjou #248


Primeira segunda-feira do ano. O Dezembro já lá vai. Agora sim, começa a instalar-se uma certa melancolia. Coincidência das coincidências, até as luzes da árvore de Natal fundiram-se. Os primeiros dias de Janeiro são sempre assim, em modo vegetativo. Demoro um bocadinho a arrancar, mas quando arranco é a valer. Resta-me aguardar que passe e tentar não contagiar ninguém com este humor de ratazana.

O ano terminou com 300 posts aqui pelo estaminé. Um número tão certinho direitinho que até parece combinado. Foi o ano em que publiquei menos, mas também foi um ano em que andei mais absorvida com outras coisas igualmente importantes. E 2017 começa assim, com um "foi o melhor que se arranjou". Para mim, um look perfeito e bem ao meu estilo, podia andar assim todos os dias. Finalmente, encontrei uma mochila que me enchesse as medidas. Não tenho usado outra coisa até hoje e cheira-me que será a opção dos próximos vinte e sete fim-de-semanas. Eu sou assim, quando gosto muito de uma coisa uso e abuso (e nunca me canso).