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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Relax, it's weekend #46

Sabem que dia é hoje? Isso mesmo, dia 30! Terminou o desafio #30diassemaçúcarbyGata, yeeaaahhh, palminhas!!! Venham as rabanadas, venham os chocolates da Guylian, venham os Pai Natal de chocolate, venham as tripas com chocolate, venham as pipocas do cinema, venham os pasteis da veiga porque em Janeiro voltamos a mais um desafio (comecem já a prepararem-se psicologicamente, sim).

Entretanto, deixo-vos com mais uma sugestão de fim-de-semana. Adoro o contraste do lado fófinho do casaco de pêlo com o lado mais rebelde das botas. Espero que também gostem!

Casaco Zara (link) | Camisola Zara (link) | Jeans Zara (link) | Mala Guess (link) | Botas Zara (link)


Bom fim-de-semana!
P.S.: cooooomo é que já estamos em Dezembro?!

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

MAKE UP | Há por aí fãs de batom vermelho?


there is something about red lips!

Eu acho que o batom vermelho fica bem a toda a gente. Mas acredito que nem todas se sintam bem com ele. Por ser uma cor que dá nas vistas, pode assustar e causar algum receio em arriscar. Mas depois de se sair à rua com ele e se perceber que afinal não é assim tão chocante, o receio dá lugar à confiança. Porque vermelho é isso mesmo, confiança, coragem e ousadia também. Além de ser so sexy!

O meu primeiro batom vermelho foi o rouge coco da Chanel. Usei imenso, está praticamente no fim e aconteceu um pequeno acidente: deixei-o cair no chão não sei muito bem como e estragou o formato que tinha dos lábios, pelo que agora para aplicar tenho de recorrer a um pincel de lábios, o que não é tão prático, principalmente, se tiver de retocar ao longo do dia.

Entretanto, aproveitei a Black Friday para comprar um novo batom vermelho e, desta feita, apostei numa linha da Yves Saint Laurent que já conhecia e que adoro. Trata-se de um lipgloss da linha Vernis À Lèvres com brilho vinil na cor 401 (rouge vinyle).

Deixem-me dizer-vos que sou bastante esquisita com batons. Nunca gostei muito de batons mate pela sensação de desconforto e secura que deixam nos lábios, por outro lado, os batons mais cremosos não têm tanta duração e os gloss são "peganhentos" (se calha estar . Para mim, o batom perfeito tem de ser super fácil de aplicar, ser confortável nos lábios, ter boa cobertura e durar uma vida. Acho que não é exigir muito de um batom.

Batom YSL (link) | Delineador Lancôme (link)

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

O drama, o horror, a BOMBAZINE!!!


Alguém que explique aos senhores da moda, aos senhores dos "must-have", às influencers que papam tudo o que vai e volta só porque alguém se lembrou de dizer que está na moda, que a bombazine é um tecido muito giro se estivéssemos em 1987. Não, calma, em 1987 não, é o meu ano e não merece tamanha aberração. 1988! Isso, a bombazine é muito oitchencha e otcho, como diz o outro.

Não é bonito, não é elegante e é só das piores tendências da estação. Posto isto, não m'enervem e fujam a sete pés deste tecido manhoso, está bom?

Pronto. Era só isto. Adeus.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

MAKE UP | Muito amor num iluminador só


o formato, o brilho, a textura!

Que amor!! Este menino é um iluminador em pó e é só a coisinha mais fofa de sempre. Aliás, a coisinha mais fofa de sempre, tal como todos os produtos da marca Too Faced, diga-se de passagem.

Este foi (e é) o meu primeiro iluminador - da colecção Love Light, na cor "blinded by the light" -, pelo que não tenho qualquer termo de comparação, mas arrisco a dizer que deverá ser o melhor dos melhores, embora conheça bem a excelente fama do Lou Manizer da The Balm, que tem uma excelente relação qualidade/preço.

Mas este é o meu eleito e estou muito satisfeita com ele. Sinto que dá um ar luminoso à pele sem cair no artificial, transmitindo uma luz muito suave e uniforme sem parecer falso ou demasiado brilhante. De tom frio com um acabamento pérola radiante, não é nada poeirento e funde-se muito bem na pele. Por dar um brilho muito subtil, encaixa perfeitamente na nossa maquilhagem para o dia-a-dia.

Também existem iluminadores líquidos e em creme, mas penso que estes em pó são mais duradouros além de serem os mais indicados para a minha pele (mista). Costumo aplicar nas têmporas, na cana do nariz e também no canto interno do olho e abaixo da sobrancelha.

Como disse, não tenho termo de comparação, mas acho este iluminador óptimo, principalmente, para as meninas mais discretas (como eu) que pretendem apenas um pequeno iluminado para dar aquele toque mais radiante à pele. Podem encontrá-lo à venda na Sephora.

Agora, contem-me cá! Gostam de usar iluminador ou dispensam? São das mais discretas ou daquelas que gostam de ofuscar? Contem-me tudo!

domingo, 25 de novembro de 2018

BOOK | "Ao Sol de Tânger" de Christine Mangan


desilusão!

Talvez o facto de ter pegado neste livro logo a seguir a uma história como "A Herdeira", o deixe desde logo em desvantagem. Mas a verdade é que a própria capa cria imensas expectativas ao mencionar nomes como Donna Tartt, Gillian Flynn e Patricia Highsmith.

Agora que li o livro, rever as criticas de imprensa faz-me revirar os olhos de tamanha estupefacção. "Um dos melhores romances de estreia do ano"? Se este é o melhor, não quero imaginar o pior. "Uma história singular e de grande tensão"?! Tensão de tédio... "Hipnotizante"?? Hipnotizada fiquei eu quando cheguei ao fim do livro e não foi pelos melhores motivos. Enfim...  

O livro é contado a duas vozes, a de duas amigas, Lucy e Alice, e o enredo centra-se na relação entre elas. O prólogo remete-nos para um hospício onde temos alguém claramente com distúrbios psicológicos, o que nos faz perguntar desde logo o que terá acontecido de tão grave para alguém chegar a tal estado. Com este inicio promissor, esperamos mesmo um enredo à la Hitchcock mas esqueçam lá isso, a história é do mais chatinho que já li. Acho que até um dos romances lamechas do Nicholas Sparks não me fazia bocejar tanto.

Ao longo do livro damos conta que, no passado, aconteceu um acidente que as afastou, mistério esse que é sustentado uma boa parte do livro. O que me manteve agarrada foi precisamente saber que mistério era esse do passado e perceber qual delas é a que acaba no hospício. Porque, de resto, o livro é chato, as personagens são chatas e o final do livro é do mais sem sal que já vi. Não há reviravoltas, não há aquela emoção final e quase não há acção. Tem o seu quê de triller psicológico, mas é uma leitura que não recomendo (acho que é a primeira vez que não recomendo um livro que leio).

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Relax, it's weekend #45

Imagino que a esta hora do dia muitas de vós já tenham aviado carrinhos e mais carrinhos de compras. Aliás, acredito que estiveram até à meia noite de pestana aberta para despachar logo o assunto e irem dormir descansadas da vida (não fossem ter pesadelos com rupturas de stock). Já as mais corajosas, devem estar de plantão à porta da Zara a aguardar serenamente a sua abertura. Coragem amigas!
Aproveito, ainda, para agradecer o facto de terem esgotado o tamanho 36 de tooooooooodos os mom jeans da Zara. A sério, vocês são espectaculares e batem forte cá dentro (BAAAAAHHHHHHH). Ah! Já agora, obrigadinha também à Zara por ter retirado a funcionalidade de verificar a disponibilidade de uma peça em loja. És uma fofa (BAAAAAHHHHH).

Bom... Por aqui, fica mais uma sugestão a pensar no nosso fim-de-semana. Um look que é muito a minha cara, onde cada peça podia aparecer lá por casa num simples estalar de dedos. Espero que gostem!



Casaco Salsa (link) | Camisola Lanidor (aqui) | Jeans Zara (link) | Mala Salsa (link) | Botas Innove (aqui)


Bem, feliz Black Friday má friends! :D

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

MAKE UP | Maquilhagem, aquele amor-ódio


e aquele drama eterno de acertar na (p*ta da) base certa

Adoro maquilhar-me, mas odeio demorar uma eternidade para que saia algo apresentável. Adoro maquilhar-me, mas odeio (com todas as minhas forças) desmaquilhar-me. Adoro eyeliner, mas odeio (ainda) ter de recorrer ao truque da fita-cola e mesmo assim nem sempre saio um risco em condições. Adoro maquilhar-me, mas ODEIO ESCOLHER BASES!!! Enfim, dramas de uma vida.

Entrar na Sephora é o verdadeiro deleite de qualquer gaja que se preze. É aquele momento de "agarrem-me que vou-me a tudo". Mas quando o assunto é comprar uma base, só o acto de pensar  faz com que nasçam gotinhas de suor no bigode, tal é a camada de nervos que começo a sentir. É que nuuuuuuuuuunca acerto no c@#%& do tom da base!! NUUUNCA. Na loja parece perfeito. Nos primeiros dias de uso, também, mas depois...depois parece ser dois tons acima!! 

A última base que comprei foi a Double Wear da Estée Lauder. Sempre usei bases da Make Up Forever e desta vez estava para apostar na Born This Way da Too Faced, mas depois decidi-me por esta. Claro que aconteceu o mesmo que todas as outras: não acho que seja exactamente o meu tom de pele, para além de não achar de fácil aplicação por ser um pouco espessa e o facto de não ter doseador também não ajuda muito. Já usei uma amostra da Forever da Dior e até gosto do acabamento natural que deixa na pele, mas...mixed feelings.

E, minhas amigas, se há coisa que acho horrível, logo a seguir a iscas de cebolada, é a pessoa usar uma base nitidamente mais escura que o seu tom de pele. Acho mil vezes preferível andar a passear todo um conjunto de imperfeições do que parecer ter a cara lavada em barro.

Começo a perder a fé de que alguma vez vá encontrar "A Minha" base (snif, snif). Também já me ocorreu processar as luzes da Sephora. Entretanto, uma amiga falou-me da Teint Idole Ultra Wear da Lancôme e diz maravilhas da dita cuja. Diz ser super fácil de aplicar (tipo creme pelo que nem sente necessidade de usar pincel e espalha com os dedos) e que deixa um aspecto muito natural na pele e isso já pude confirmar que sim, para além de dar aquele ar radiante. Estou disposta a dar um rim por ela. Vá, um rim não digo, mas até estava numa de aproveitar a Black Friday e arriscar a cara numa nova base. Ou então não, mais vale estar quieta e sossegada. Não sei. Temo cortar os pulsos se der mais um tiro ao lado.