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quinta-feira, 7 de junho de 2018

"Começar de Novo" de Nora Roberts


"uma historia sobre deixar tudo para trás, desvendar segredos antigos e aprender a amar"

Já estão todos velhos e cansados de saber que sou pessoa de policiais. Se tiver romance à mistura? Óptimo, o twist perfeito. Também não é que diga um redondo "não" a um romance, mas, muito sinceramente, também (ainda) não consigo dizer "A-D-O-R-O-R-O-M-A-N-C-E-S" com todas as letrinhas. Talvez porque ainda não li nenhum verdadeiramente bom, com zero clichés e longe do romancezinho básico à La Nicholas Spark (sem ofensa à sua legião de fãs).

No entanto, o romance é um género literário de grande peso na literatura, além de que grandes livros da história falam de romance e...o que seria de nós sem o amor, não é verdade? Portantos, se vosmecês aí desse lado forem conhecedoras de romances daqueles bons, mas mesmo bons, chutem para cá, sim?

Ora bom, falando em romance, falemos de Nora Roberts, uma das romancistas mais conhecidas que conta com dezenas de best-sellers na lista do New York Times e chega a ser considerada um fenómeno editorial. Para tão boa fama, devo dizer que este primeiro romance que li da sua autoria não me cativou de todo, o que acabou por ser uma facada no coração já que tudo apontava para grande história. De facto, o livro tinha tudo para ser cativante: escrita simples e fluída com bom-humor à mistura, personagens simpáticas e interessantes, um mistério a ser desvendado que desperta de imediato o nosso interesse, no entanto, foi algo que no desenrolar da história ficou um pouco para segundo plano.

O livro conta a história de Cilla McGowan que, em busca de uma nova vida, encontrou a felicidade na restauração de casas antigas e, nisto, resolve dedicar-se a salvar uma velha quinta que pertenceu à sua avó - uma actriz lendária que morreu há mais de 30 anos. A recuperação desta quinta leva-a a conhecer aquele que virá a ser o seu amor - Ford Sawer - e a remexer no passado da sua família, ficando em mãos com um mistério em torno da sua avó.

Ora, temos aqui os ingredientes-chave para uma história interessante, mas, tal como disse acima, o interesse esmorece e a certa altura já vomitava azulejos, tinta e cenas relacionadas com a restauração. Na minha opinião, o livro incidiu demasiado na parte do restauro e não tirou partido do mistério. Já quase no fim, o interesse desperta novamente com o revelar do segredo e chega mesmo a ser surpreendente.

Se aconselho a leitura deste livro? Sinceramente, não, o que não significa que tenha feito uma cruz em Nora Roberts. Para além de uma escrita leve e com bom humor à mistura, a escritora consegue ir buscar histórias interessantes, criando personagens densas e bem caracterizadas, e descreve sentimentos e emoções que cativa de certa forma, pelo que há aqui potencial - não esquecer que estamos a falar de uma escritora com dezenas e dezenas de best-sellers no currículo, certamente que não será fruto do nada. Quero acreditar que apostei no livro errado.


32 comentários:

  1. Ofereceram-me o "Três Destinos" da Nora Roberts e não o consegui devorar. Podemos ter tido azar mas de facto não causou grande impressão...

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  2. Quem não gosta de Nicholas Sparks, não pode gostar da sua equivalente feminina, Nora Roberts. É perda de tempo, quando há tantos livros realmente bons para ler. Mas é só a opinião de quem gosta de Literatura.

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    1. Não sei se já disse, mas quem deixa comentários a dizer "há tantos livros realmente bons" ou equivalente e não deixa exemplos/sugestões/dicas é um ovo podre mal cheiroso. =PPP

      Vá, sugestões? =)

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    2. Gatinha, não sou o anónimo mas posso sugerir livros que adorei:

      Anna Karenina, Os irmãos Karamazov, A rapariga que roubava livros, O primo Basílio, As intermitências da Morte, Os Maias. Estes são os meus preferidos de sempre. Depois sugiro qualquer um da Torey Hayden, Jodi Picoult ou Dorothy Koomson (nada a ver com os clássicos), qualquer um da Jane Austen... Li recentemente "A amiga genial" e gostei muito, já comprei os restantes três da continuidade. Não sei se gostas porque tu és toda policiais, mas pode ser que queiras dar uma oportunidade a leituras diferentes :)

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    3. Vêêêês anónimo!! Isto sim, é um comentário em condições!! =P =P

      Obrigada M! =))
      "Anna Karenina" e a "Rapariga que roubava livros" já tenho na minha wishlist literária. Mas ainda não tenho maturidade suficiente para ler um livro de 800 páginas (falando no Karenina, já para não dizer que custa uns 30€!!). "Os Maias" li na altura da escola, mas confesso que já não me lembro bem da história, pelo que também é uma ideia.
      Já li um livro de Jodi Picoult e um da Dorothy Koomson, gostei, mas...não achei "aquela coisa". A Helena Magalhães também já me falou nesse da "Amiga Genial".

      Sim, toda eu sou policiais, mas quero mesmo ler outras coisas e livros com componente história tbm me despertam interesse.

      Beijinho M e mais uma vez obrigada (mete os olhinhos anónimo =P)

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    4. Ahhhh os outros que falaste não conheço, mas vou averiguar =))

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    5. É mesmo muito bonito ver alguém a ter a humildade de assumir que não tem maturidade (literária) para ler um livro de 800 páginas. É essa sinceridade (e essa quase ingenuidade) que me faz vir aqui quase todos os dias.

      Ler é ler. E quando não temos hábitos de leitura e queremos começar a ter não podemos mergulhar de cabeça numa Anna Karenina ou num Crime e Castigo, por exemplo.

      Não vem mal ao mundo começar pelas Nora Roberts e Nicholas Spark desta vida. Aos poucos começamos a ter necessidade de explorer outros autores mais, como direi? com mais qualidade.

      Eu também gosto de policiais, devorei John Le Carré, Agatha Christie, Rex Stout, Patricia Highsmith e tantos outros. Agora ando fascinada pelos escandinavos. Ando a ler "de carreirinha" Jo Nesbo (experimenta, Gata, é muito bom) depois de começar pela trilogia de Stieg Larsson.

      Não gostei nada da Amiga Genial, achei um livro chato, arrastado, mas acho que fui só eu, já que toda a gente que leu gostou.

      Sugestões:

      Lê os novos autores portugueses, vais-te surpreender: Afonso Cruz, João Tordo, Vitor Hugo Mãe, Rodrigo Guedes de Carvalho, Miguel Sousa Tavares (este não gostei tanto, mas pronto).

      Mais sugestões:

      Autores dos PALOP: Gonçalo M Tavares, Mia Couto, José Eduardo Agualusa

      E a melhores sugestões, quando tiveres um bocadinho mais de maturidade (literária):

      Os sul Americanos: começa com Isabel Allende, passa para Vargas Llosa e depois mergulha em Sepulveda e Garcia Marquez sem medos.

      Depois, e só depois, dedica-te aos russos.

      Beijinhos e espero não te ter afogado com tantas sugestões.

      Dulce/Porto

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    6. Duuuuulce, muito, muito obrigada! =))
      Já vi que para além de trails, também és uma devoradora de livros.

      Ora bem... Perguntas (se não for abuso)!
      Quanto a Jo Nesbo, existe alguma ligação entre os livros da série com Harry Hole ou podemos ler aleatoriamente que não ficamos a apanhar bonés?
      Em relação a Patricia Highsmith, os livros com Tom Ripley também têm ligação? Convém começar pelo primeiro? (são cinco, né?)
      Por acaso já tinha ouvido falar na trilogia de Stieg Larsson e já consta na minha wishlist.

      Tenho dois romances de João Tordo na minha lista (mas não sei bem porquê tenho deixado para trás). Não ouço falar maravilhas de Miguel Sousa Tavares. E Rodrigues Guedes de Carvalho? Aconselhas mesmo? Falando em jornalistas, ando ohhhh tempo para pegar no "Anjo Banco" de José Rodrigues dos Santos e também tem ficado para trás.
      Tenho o "Cem Anos de Solidão" na lista.

      Quanto a "Anna Kareninas" e afins tenho noção que são leituras mais "pesadas" digamos assim, daí não ser prioridade. No entanto, vou aproveitar para ir novamente à Feira do Livro em Aveiro e ver o que encontro dentro dessa "categoria" em estado usado. Como são clássicos, livros muito antigos, até acho interessante adquirir edições igualmente antigas do tipo "leitura vintage, livro vintage".

      Muito obrigada Dulce. Não só pelas sugestões, mas também por vir ao meu blog com regularidade.

      Beijinho e bom fim-de-semana

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    7. Bem, não é abuso, e para mim é um gusto.

      Jo Nesbo: li por esta ordem - O Pintassilgo (2006), Nemésis (2008) e o Boneco de Neve (2010) - fui ver as datas, não sei de cor. Digamos que acho que se se ler por ordem é mais "fácil" entender as referências que faz a acontecimentos dos livros anteriores, mas se leres aleatoriamente não ficas a apanhar bonés, porque quando faz essas referências há sempre um contexto de explicação.Cada livro tem a sua história, não é uma continuação do anterior.

      Obrigatório ler a trilogia de Larsson para quem devora policiais/thtillers.

      Os livros da Patrícia Highsmith (Tom Ripley) - já perdi a conta a quantos li. São histórias independents.

      Jornalistas na escala 1-5: Rodrigo Guedes de Carvalho - 5, Miguel Sousa Tavares - 3, José Rodrigues dos Santos - 1. Mas é o meu gosto, acho que o que não me faz gostar tanto do MST são os lugares comuns, a previsibilidade das histórias, quanto ao JRS, não é de todo o tipo de literatura/escrita que gosto, mas pronto, cada um gosta do que gosta. Também não gosto do Dan Brown, por exemplo.

      Lê (é obrigatório, hein?) o "Cem Anos de Solidão", mas dou-te um conselho: quando começares a ler faz a árvore geneológica da família Buendía, se não perdes-te. Por acaso a edição que li tinha o desenho na contracapa. Sempre que nascia mais um filho de alguém lá tinha eu de ir consultar para não me perder. O livro é fantástico!

      Beijinhos e bom fim de semana.
      Dulce / Porto

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    8. Sobre o "cem anos de solidão" é uma leitura um pouco densa. Na minha opinião não será livro para se ler depois de uma Nora Roberts por exemplo. Não desvalorizando o teu percurso!! Acho que a Dulce deu óptimas sugestões que vou roubar também para mim.

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  3. É sempre enervante quando sentimos que o livro se centra demasiado num pormenor, porque acaba por originar descrições repetitivas e desnecessárias :s

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  4. E autores de best sellers comi Dawn Brown e Ken Follett???
    Acho q é o teu tipo de leitura.

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    1. Sim, penso que sim! Há muito que tenho curiosidade em Dan Brown e está na lista. Ken Follet comecei a "pesquisar" recentemente e palpita-me que vou gostar bastante, mas é cada calhamaço também, Deus meu (e caros que são)!!
      Ando a ler uma média de três livros por mês (!!), acho que até ao final do ano vai dar para pôr o olho em todos os autores e mais alguns. Eheheheh!

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    2. Ken Follett recomendo... Gostei muito 😀

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  5. Olá Gata! :)
    Também ainda estou um pouco verde de leituras, mas adoro muito Ken Follet e Carlos Ruiz Zafón (comecei com a sombra do vento e amei !!! )

    Continuação de boas leituras e obrigada por partilhares connosco!

    Beijinhos

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    1. Obrigada eu pelas vossas sugestões =))

      Beijinho e um bom fim-de-semana *

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  6. Olá, sou a primeira anónima, a que não deixou sugestões. Além dos clássicos russos e dos policiais (também gosto), podes ler qualquer um da Donna Tartt, do Philip Roth, do Kazuo Ishiguro (Nobel 2017), da Alice Munro (contos), do Cormac McCarthy, dos sul-americanos (Borges, Robert Bolana), do Aquilino Ribeiro, Eça, Mário de Carvalho... só para deixar alguns nomes. Li todos e são realmente bons.

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    1. Ahhhhh assim tá bem! =)) Já não és um ovo podre mal cheiroso =P
      Não sei se abona muito a meu favor, mas desconhecia metade dos nomes. Vou analisar =)
      OBRIGADA *

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  7. Murakami!
    Os livros são um bocadinho non-sense, mas a escrita é deliciosa.

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    1. Parece que leste os meus pensamentos! Ia deixar aqui um comentário a perguntar o que achavam desse autor. O livro "Homens sem mulheres" foi um dos a ganhar o Prémio Livro do Ano Bertrand 2017. Tenho curiosidade, mas é precisamente esse "non-sense" que me deixa de pé atrás!

      Se alguém tiver algo a dizer sobre Haruki Murakami que deixe aqui comentário, faxabori =)

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    2. Só li "A Peregrinação do Rapaz sem Cor". Diz-se que é o livro mais intimista do autor, de estilo menos fantasioso.

      É uma história interessante sobre a amizade, os mal-entendidos / segredos / mentiras que podem acabar com ela e o sentimento de profunda solidão de alguém que perde amigos sem saber porquê, mas que resolve um dia procurá-los para conseguir entender o que os levou a afastarem-se.

      Bj
      Dulce

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    3. Dele li: A Peregrinação do Rapaz Sem Cor, Kafka à Beira-Mar, e os livros da trilogia 1Q84.

      A Peregrinação do Rapaz Sem Cor é, dos que li, o único livro "normal". Foi o primeiro que li dele e aprende-se bastante sobre a cultura japonesa, se te interessares por isso.
      Kafka à Beira-Mar é dos tais "non-sense". O livro tem mistérios que não chega a explicar. Mas é lindo, é dos meus preferidos de sempre, talvez. Fica na cabeça. Não achei de todo frustrante o facto de não nos explicar tudo, isso mostra-nos que a viagem é mais importante que o destino, já que ele tem uma escrita muito envolvente.
      1Q84 tem também um pouco de "non-sense" mas aborda temáticas muito interessantes.
      Nunca li os livros de contos do Murakami, tal como esse que referiste, porque prefiro histórias grandes em vez de contos.

      Experimenta!

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  8. gostava muito que fizesses um post a falar sobre o amor...sem querer estar a ser muito invasiva, tenho muita curiosidade em saber qual é a tua perspetiva sobre o amor, depois de teres passado pelo que passaste. estou a passar uma fase menos boa no que diz respeito a problemas do coração, nada que se compare ao teu caso porque sou bem mais nova do que tu e apenas estou a viver um pequeno desgosto amoroso porque a pessoa não gosta de mim na mesma medida que eu gosto e, embora me custe muito, tive que me afastar. acho que ter uma opinião de uma pessoa mais velha, mais experiente e vivida me ia fazer bem :P


    beijinho, gata.

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  9. Olá novamente. Sou a anónima que se livrou de ser um ovo podre :), e li a tua pergunta sobre os livros de Murakami. Li muitos, praticamente todos, excepto os 3 ou 4 últimos. Era bom, quando apareceu, mas depois tornou-se demasiado comercial, começou a publicar todos os anos, e a qualidade diminuiu bastante. Cada novo livro parece um anterior. Tem uns contos interessantes, no entanto. Mas já não leio o autor.

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  10. Para responder à questão sobre os romances: Jane Eyre e O Monte dos Vendavais. São dois clássicos da literatura inglesa fáceis de ler e com qualidade.

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    1. E são os dois tão bonitos! Gostei muito. Já vi que a Gata comprou Jane Eyre e é uma boa aposta :)

      Relativamente a ter ou não maturidade literária para ler certos livros... Concordo que, para quem se está a iniciar nas leituras ou costuma ler um certo tipo de livros, pode ser mais dificil ler algusn livros/autores e não há mal nenhum nisso. Nem sequer é uma obrigação, cada um deve ler aquilo que gosta. Sugeri porque eu adorei, mas sei que são livros pesados, enormes, difíceis de ler. É uma questão de sabermos aquilo que nos desperta curiosidade, aquilo que gostamos, o tipo de leitura com que nos sentimos mais confortáveis, que nso dá prazer. Não é preciso ler só porque alguém acha maravilhoso :)

      Aproveito para dar mais umas sugestões, Gata:

      Mulherzinhas - li este fim de semana e gostei muito, é leve e giro, cheio de amor.
      O amor em tempos de cólera - um dos meus preferidos de sempre (parece que digo sempre isto, mas é porque há tanta coisa boa que não consigo escolher só um)
      Noites Brancas - é pequeno, simples e uma boa introdução a Dostoievski, se quiseres experimentar
      A morte de Ivan Ilitch - também é uma boa forma de te iniciares a Tolstoi :)

      Quando ao preço do Anna Karenina, existe uma coleção chamada coleção novos clássicos, que tem o livro a 10€. É de capa dura e tem uma iustração bem gira. Até te recomendo a coleção completa, que tem vários clássicos giros e esta edição é toda de capa dura e bem barata (os livros andam entre os 6 e os 10€), vale muito a pena!

      E agora chega! :) Boas leituras!

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    2. Sim, já tenho comigo o Jane Eyre =)) Não o vou começar a ler já, porque encomendei um livro novidade "À Beira do Colapso" e prefiro começar por esse, mas quis aproveitar o preço simpático na Feira do Livro.

      É como eu já disse, toda eu sou policiais, mas quero dar oportunidade a outro tipo de leituras e os romances históricos, por exemplo, têm tudo para me conquistar porque a história antiga (como as pessoas viviam em 1800 e trocó passo, a sociedade, os valores...), digamos assim, sempre me despertou interesse. Por exemplo, já sei que o Jane Eyre sendo lançado numa era vitoriana acabou por ser um "escândalo" pela forma como aborda a questão da sexualidade e religião, já para não falar que retrata a emancipação da mulher. Gosto de livros que nos enriquecem. E há livros que se não tivermos a minha noção do contexto histórico em que se inserem, provavelmente, vamos ficar "às aranhas" quando os lermos.

      Obrigada pelas dicas M =))

      Podes deixar aqui o link dessa edição que falas (é que não estou a encontrar).

      Beijinho e boas leituras *

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    3. https://www.wook.pt/livro/ana-karenina-lev-tolstoi/15021601

      Se vires as sugestões em baixo, aparecem mais livros da mesma coleção que recomendo :)

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    4. Capa roxa para fazer pandã com o cadeirão da sala! Eheheheh :D
      Obrigada =))
      O livro está completo, certo? Por norma são todos de 800 e este em menos 50 páginas.

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    5. Ahhhhhhhh vi agora que está esgotado!! Ohhh!

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    6. Jane Eyre não é um romance histórico. É um romance de formação por acompanhar as várias fases da vida da personagem principal, mas não é histórico. Romance histórico é O Memorial do Convento do Saramago, por exemplo.

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  11. Eu sou uma grande fã de Nora Roberts, tenho mais de 50 livros dela, e este realmente não e dos melhores! Experimenta ‘A Dama Negra’ que para mim e um dos melhores! Ou alguma das trilogias ;) beijinhos

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