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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Está tudo a pensar no mesmo


Que vença Portugal!
(querem ver que pensavam que era no Adrien?! Mentes pervertidas, pá!!)
(por acaso também era, mas só por acaso, ah! ah! ah!)

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Actriz sofre!!

Charlize Theron no filme Tully

Depois das grandes estreias dos filmes nomeados para os Óscares, o cinema entra numa fase um bocadinho "nhé" e não há assim nada de muito bom em cartaz. Se bem que por um balde de pipocas não é preciso muito.

Ontem, a meio da tarde sucede a seguinte conversa:

Ele: Vais treinar hoje?
Eu: Hoje não!
Ele: Vamos ao cinema?
Eu: Simmmmmmmm! (com dois bonequinhos daqueles com corações nos olhos)

Mal sabia ele que lhe estava destinado um filme sobre as "maravilhas" da maternidade com direito a birras, fraldas com cocó e bombas de sugar leite penduradas nas mamas de uma Charlize Theron completamente diferente da boazuda Cypher que se pôde ver em Velocidade Furiosa 8 (wuUuaAAhhHh).

Já no centro comercial...
Ele: de certeza que não há um filme melhor?!?
Eu: não.
Ele: Podemos ir ver o Mundo Jurássico!!
Eu: Podíamos se o filme não começasse dentro de minutos e se não estivéssemos a jantar. (e se eu gostasse de ver filmes com dinossauros!!)
Ele: O filme é uma seca!! É da maneira que durmo. (risinho provocador)
Eu: ... (silêncio e um olhar fulminante)

Ele: A sala está vazia, o filme é mesmo bom!! (tom irónico, entenda-se)
Eu: Olha, chegaram mais duas pessoas!
Ele: Já somos muitos. (tom irónico, entenda-se)
Eu: ... (olhar de lado)
Eu: Olha, mais duas!
Ele: ... (olhar de lado)
Eu: Ahh..hh não, são as empregadas! (ah! ah! ah)

Não querendo dar-lhe total razão, o melhor do filme acaba por ser a transformação a que a actriz se sujeitou e a sua excelente interpretação. Se era mais fácil escolher uma actriz naturalmente gorda? Era, mas não teria com toda a certeza o mesmo impacto no espectador, não criava tanta curiosidade e o filme perderia grande parte do seu valor. Eu cá não consigo imaginar o que é ter de engordar vinte e tal quilos de uma hora para outra e abdicar do meu bem-estar, nem sei até que ponto pode ser mesmo prejudicial.

Obviamente que não foi a troco de cinco tostões, mas acho que, para além de muito amor ao que se faz, também é preciso imensa coragem e determinação para se aceitar engordar desta forma para desempenhar um determinado papel. Não foi a primeira vez que Charlize o fez, no entanto, segundo uma entrevista dada pela actriz, esta confessou que desta vez não reagiu tão bem à mudança drástica, sentindo-se em depressão pela dificuldade em perder peso, o que também acabou por afectar a sua saúde. Pelo que, atitude sensata ou não, é de louvar a coragem e o empenho em dar vida à sua personagem.

Temos então uma comédia dramática, onde Charlize interpreta Marlo, uma mãe com três filhos (sendo um deles recém-nascido e outro muito problemático) à beira de um esgotamento. Noites sem dormir, bebé a chorar, mudar fraldas, amamentar, um pai que não ajuda, vida de casal posta de parte, enfim, Marlo é uma mulher na casa dos 40 que no carrossel de uma vida familiar se esquece de si própria e entra em depressão.

Eu gostei do filme, mas acredito que muito boa gente o vá considerar chatinho e que ainda sejam pessoas para tirar um cochilo a meio. Também acredito que futuras mamãs saiam sem vontade de ter filhos (estou a exagerar!). Vale muito pela interpretação da Charlize, como já disse anteriormente, e pelo facto de retratar um aspecto tão presente e importante na rotina da vida real como é o caso da maternidade e, infelizmente, a depressão pós-parto é uma realidade. O final é um bocado inesperado e deixou-me ali uns segundos pasmada a olhar para o ecrã com o cérebro a processar, mas no geral vale o valor do bilhete.

Um filme que me chamou bastante a atenção naquela apresentação inicial de trailers e que deve valer a pena é o À Deriva (que entretanto estreou hoje). Retrata a história real de um casal de noivos que, em 1983, embarcou numa viagem de navio que viria a ser traumática. Fica a dica!


P.s.: e diz ele "nunca mais escolhes filmes".
Veremos! =D


terça-feira, 12 de junho de 2018

"A Primeira Investição de Poirot" de Agatha Christie


"o instinto é uma coisa maravilhosa. Não se pode explicá-lo nem ignorá-lo"

Depois deste post, Agatha Christie dispensa apresentações, certo?
Decidida a conhecer os livros da referida autora, nada melhor do que começar pelo primeiro. O livro "A Primeira Investigação de Poirot" - também conhecido por  "O Misterioso Caso de Styles" - foi publicado em 1920 e decorre em 1917, período da Primeira Guerra Mundial, daí algumas referências aos refugiados belgas.

O romance é narrado na primeira pessoa pelo capitão Hastings e marca a estreia daquele que, a par com Sherlock Holmes, viria a ser um detective muito famoso: Hercule Poirot. Este entra em acção aquando a morte da proprietária da mansão "Styles" dentro do seu próprio quarto. Inicialmente, fala-se em morte natural (ataque-cardíaco), mas depressa conclui-se que se trata de um crime por envenenamento, em que todos os hóspedes da casa parecem suspeitos.

Uma vez que Hastings e Hercule Poirot são personagens que constam em vários livros de Christie,  talvez importe fazer uma breve descrição deles. Então temos o capitão Hastings que é tipo o braço direito de Poirot e, geralmente, é o narrador das histórias em que aparece junto dele. São amigos inseparáveis e de longa data e, embora as suas conclusões sejam muitas vezes o oposto da realidade, as mesmas ajudam no raciocínio de Poirot.
Depois temos Hercule Poirot, de nacionalidade belga, que é descrito como sendo de estatura baixa, com a cabeça do formato de um ovo, de olhos verdes (que brilham quando excitado) e possuidor de  um bigode espesso e hirsuto, apresentando-se sempre de forma bem aprumada. Possui, nitidamente, uma clara obsessão por ordem e método, sendo o aspecto que o melhor define, para além de ser extremamente convencido e de gabar-se bastante da forma como usa as suas células cinzentas (o cérebro, vá).

segunda-feira, 11 de junho de 2018

WISHLIST | June please be good

Nada melhor do que uma wishlist para animar este humor aratazanado de segunda-feira. Sandálias hiper mega fashion? Tops giros e coloridos? Vestidos esvoaçantes? Talvez na wishlist de Outubro, quiçá, Novembro. Para já, o mood é mesmo este - sweats e sapatilhas - e está bom assim. Enquanto metade do mulherio anda em depressão profunda por não poder mostrar a pedicure e estrear os trapinhos novos, eu cá não consigo sequer pensar em nova colecção. A carteira agradece!
Sapatilhas New Balance (aqui) | Perfume YSL "Mon Paris" (aqui) | Hoodie Levi's (aqui) | Livro "O Pintassilgo" de Donna Tartt (aqui) | Livro "O Monte dos Vendavais" de Emily Brontë (aqui) | Mala Guess (aqui)


Boa semana e vamos ter fé, porque o Verão vai chegar, não se sabe quando, mas vai.


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Relax, it's weekend! #35

Amarelo, sol; sol, dias bonitos; dias bonitos, roupas fresquinhas e giras; roupas fresquinhas e giras, calor; calor, gelados; gelados, praia; praia, pele morena...QUEREMOS SOOOOOL!!! Primeiramente é isto.
Depois... Não sou pessoa de amarelo, é uma realidade. No Inverno ninguém me apanha nessa cor, mas no Verão até gosto porque acho que fica super bem numa pele morena. Mas não foi por acaso que escolhi uma peça amarela para a sugestão de hoje, há aqui um certo intuito de fazer uma certa pressãozinha no sol, a ver se ele resolve dar à costa! Vá lááááá, pleeeeeeaaaase (façam figas)!! 
Blazer Zara (aqui) | Top H&M (aqui) | Calças Zara (aqui) | Mala Zara (aqui) | Sapatilhas Adidas (aqui)


Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 7 de junho de 2018

"Começar de Novo" de Nora Roberts


"uma historia sobre deixar tudo para trás, desvendar segredos antigos e aprender a amar"

Já estão todos velhos e cansados de saber que sou pessoa de policiais. Se tiver romance à mistura? Óptimo, o twist perfeito. Também não é que diga um redondo "não" a um romance, mas, muito sinceramente, também (ainda) não consigo dizer "A-D-O-R-O-R-O-M-A-N-C-E-S" com todas as letrinhas. Talvez porque ainda não li nenhum verdadeiramente bom, com zero clichés e longe do romancezinho básico à La Nicholas Spark (sem ofensa à sua legião de fãs).

No entanto, o romance é um género literário de grande peso na literatura, além de que grandes livros da história falam de romance e...o que seria de nós sem o amor, não é verdade? Portantos, se vosmecês aí desse lado forem conhecedoras de romances daqueles bons, mas mesmo bons, chutem para cá, sim?

Ora bom, falando em romance, falemos de Nora Roberts, uma das romancistas mais conhecidas que conta com dezenas de best-sellers na lista do New York Times e chega a ser considerada um fenómeno editorial. Para tão boa fama, devo dizer que este primeiro romance que li da sua autoria não me cativou de todo, o que acabou por ser uma facada no coração já que tudo apontava para grande história. De facto, o livro tinha tudo para ser cativante: escrita simples e fluída com bom-humor à mistura, personagens simpáticas e interessantes, um mistério a ser desvendado que desperta de imediato o nosso interesse, no entanto, foi algo que no desenrolar da história ficou um pouco para segundo plano.

Foi o melhor que se arranjou #286


where is the sun?

Diz que desde que a Maria Leal lançou a música "O Verão é nosso", que o sol nunca mais apareceu. Talvez seja a explicação básica para estarmos a duas semanas do arranque oficial do Verão e ainda a levar com chuva no lombo. Botas em Junho?! A sério? Mas quê... É preciso ir a Fátima a pé? Rezar dez Pai Nossos e vinte Avé Marias ao acordar? Escrever "sol" cem vezes antes de ir dormir? Alguém que diga o que é que é preciso fazer para este tempo de cocó dar tréguas. QUEREMOS SOOOOOOOOL, pode ser?