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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Foi o melhor que se arranjou #272


Psiu.
Ainda está aí alguém?
Ou foi tudo embora?
Espero que não. O blog continua em águas de bacalhau e...confesso que há uma parte da minha vida que não está a deixar pegar nisto com a alegria e boa disposição a que vos acostumei. Mas...isto vai ao sitio. E enquanto vai e não vai sempre podem ir matando saudades nas redes sociais (porque eu sei que são muitas, wUuUAahHh), já que por lá tento sempre partilhar algo (quanto mais não seja...panquecas, ah! ah! ah!).

E hoje, só para dar um "alô" à blogosfera e dizer que ainda sou viva, trago um look. Coisa simples, mas eficaz. Jeans e camisa branca, who else? Aquelas peças básicas e essenciais num guarda-roupa e que nos salvam sempre num momento de crise de armário. Depois, temos o lenço. Ai "O" lenço! Ou muito me engano ou tenho um transtorno obsessivo compulsivo no que diz respeito a compra de lenços. Quem diz lenços diz necessaires, mas esses não são agora para aqui chamados.

Adoro lenços. Não sei se perceberam, eu ADORO lenços (perceberam? =P). E diga-se que são provavelmente dos acessórios mais versáteis que podemos ter e que fazem toda a diferença num look. Não os considero tendência porque para mim são mesmo um dado adquirido de estação para estação. Há várias formas de os usarmos e dão aquele twist, por isso, lenços nunca são demais (eu a arranjar desculpas para os 59 lenços que habitam lá por casa).


P.S.: sei que há aqui quem leia o blog desde sempre, quem não deixou de ler um único post que seja e são mais de 1600, que há pessoas que se afeiçoaram e que me vêem como uma amiga ainda que virtual, digo mesmo que há quem sinta um carinho enorme por mim, sei, ainda, que este blog não sendo tudo, mostra muito do que sou e sempre partilhei momentos importantes da minha vida... Mas...para as questões que me têm feito ultimamente, neste momento, só posso dizer: tudo a seu tempo. Sei que não vos devo nada, porque não devo mesmo, no entanto, sinto que vocês merecem uma palavra, muito pelo carinho que me fazem sentir e que nunca me deixou indiferente. Sei, também, que irão compreender e respeitar o meu tempo. 

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Foi o melhor que se arranjou #271


Outubro, Outono e, no entanto, está uma brasa que faz lembrar o Verão em pleno mês de Julho. Quanto a vocês não sei, mas eu já só penso em botas e casacos e cenas assim. As sandálias ainda estão à mão de semear, mas pezinho ao léu, minhas amigas, só para o ano. Apesar do calor, Outubro é Outubro e já não me imagino de pernocas e pezinho ao léu. Adoro o Outono e esta fase de transição, pelo que para mim é super fácil desligar-me do Verão e começar a sonhar com roupas quentinhas, sofá, manta e lareira acesa.

A par disso, temos a nova colecção a acenar à malta e a perturbar a alma de uma pessoa do tipo "oh para mim aqui tão gira, leva-me para casa jááá" e depois, claro, uma pessoa fica nervosa, pois claro que fica. E sim, caso ainda não tenham dado conta (duvido, já estamos em Outubro), este Outono/Inverno trouxe coisas mesmo giras e tendências que gosto bastante. Assim de repente, estou a lembrar-me do xadrez (aquele blazer lindão da Zara não me vai escapar), das bolas (eu gosto de bolas?!), do estilo boyish e o militar-rock, enfim, haja dinheiro (porque isto de ser pobre e ter bom gosto não tem jeito nenhum, ah! ah!...ah!...não tem piada).

Parece que outra das tendências são os kitten heels, o género de sapato que mostro neste look, com salto pequenino e estreito. Não são tão "tchanan" como o belo do stiletto, mas são igualmente elegantes com a vantagem de serem bem mais práticos. Foi a minha primeira compra da nova colecção a par com uma mochila verde tropa super gira.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Cinco dias da semana, cinco looks #22

E para matarem só mais um pouquinho dessas saudades aqui da Gata, fica o registo dos looks desta semana que vou partilhando habitualmente no stories do Instagram.

Bom fim-de-semana!


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Os 30


Não tarda está um 31 à porta e eu ainda a falar dos 30. Mas não tenho culpa, minhas amigas, este post até era para ter saído no dia do meu aniversário, no entanto, trocaram-me as voltas e ósdispois ausentei-me destas bandas. Porquê? Simplesmente porque não me apetecia escrever.

Não tinha assim nenhum plano especial de corrida para o meu dia, a não ser mudar de visual. É sempre uma boa forma de registar mais um ano de vida e é um bom lavar de alma. A ideia era passar a manhã a vegetar na cama até à hora marcada no cabeleireiro e depois de devidamente arranjada e almoçada, chegar a casa e sentar-me em frente ao portátil e escrever um pouco. Tinha todo um discurso pensado (a tender para a melancolia, confesso) que hoje não faz sentido escrever. Pelo menos não agora. Mais à noitinha previa ir até à Festa do Leitão espalhar magia e pronto, estaria um dia passado.

Nunca fui pessoa de festejar aniversários, nem nunca fiz grande questão disso. Tirando os aniversários enquanto criança, penso que só festejei duas ou três vezes. Não sei ter um bando de pessoas a olhar para mim e a cantar os parabéns, não sei receber prendas sem ficar corada e com ar aparvalhado, basicamente, não sei ser o centro das atenções. E embora o virar de década pedisse algo com alguma pompa e circunstancia, não me apetecia mesmo fazer nada em especial uma vez que o espírito era tudo menos festivo.

Mas como disse no inicio, trocaram-me as voltas. E quando cheguei a casa tinha alta festa surpresa à minha espera. Era demasiada coincidência a minha pessoa chegar e começar a ouvir precisamente o "Despacito" vindo das traseiras, mas sempre pensei "bem, os vizinhos foram dar um mergulho e estão com música ambiente" não seria a primeira vez. Mas não, eram mesmo eles, uma cambada que andou a conspirar nas minhas costas. Escusado será dizer que fiquei para morrer (já disse que não sei ser o centro das atenções, não já?), mas com a certeza de que os amigos (aqueles com "A" grande) são a família que escolhemos e vão estar sempre "lá" quando mais precisarmos.

E pronto, não há volta a dar, os trinta chegaram. Ficaram para trás os "bintes". Talvez a década mais importante na nossa vida enquanto pessoas, enquanto seres em crescimento. A década que nos lança para a vida e que nos obriga a encará-la de frente, olhos nos olhos. Deixamos de ser crianças/pré-adolescentes, a nossa preocupação maior deixa de ser saber a que horas dá a "Lua Navegante" ou saber o estado do tempo para decidir o que vestir no dia seguinte e passamos a ter preocupações com "P" grande. É a década das decisões. Não que as outras não o sejam, mas talvez seja nos "vintes" que tenhamos de tomar as maiores decisões, aquelas que condicionarão áreas importantes do nosso futuro. Não que a vida seja assim tão linear e que a qualquer momento, seja aos 30, 40 ou 50, não sejamos obrigados a tomar também outras importantes decisões, mas...os vinte são os vinte. Década das grandes dúvidas, incertezas e receios. Década de dar cabeçadas na parede e de aprender/crescer com os erros. Década de conquistas e de perdas. Década onde afirmamos cada vez mais a nossa personalidade. Década dos amores e desamores, das amizades e desamizades. Década onde realmente percebes que o mundo só é cor-de-rosa nos contos de fada. Onde cada vez tens mais a certeza que anda meio mundo a f*der meio mundo. Década onde tudo acontece, basicamente.

Agora...agora é abraçar a maturidade e serenidade dos trinta, sem grandes expectativas (sabe melhor sermos surpreendidos) e sem atormentar muito com a rápida passagem do tempo (tentar), já que isto a partir dos 25 parece que foi sempre a abrir, pelo menos aqui para os meus lados. E é ver se isto de ser "trintona" é assim tão bom como dizem.


P.S.: Peço desculpa por mais uma ausência e agradeço do coração por se mostrarem sempre aí desse lado à espera de noticias minhas. 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Foi o melhor que se arranjou #270


O Verão já vai quase no fim, mas ainda venho a tempo de dar o ar de minha graça com aquele que foi o padrão forte da estação: o padrão gingham ou vichy. Quadradinhos pequenos ou maiores, a cores ou a preto e branco, este padrão foi o furor da última temporada. É característico dos anos 50/60 - quem se lembra do vestido de noiva de Brigitte Bardot? -, mas voltou em força e tende a resultar super bem numa variedade de looks. Pessoalmente, não gosto de ver este padrão em vestidos. Digamos que cria um certo ruído visual, pelo menos aos meus olhos. Ah! Claro queeeeee, enfiadas numa peça deste padrão também corremos sempre o risco de ouvir piadolas como "estás de bibe?" ou ainda "boa toalha de mesa". Ah! ah! ah! que engraçadinhos! :D 

domingo, 3 de setembro de 2017

Retomar o bom hábito de ler


Uma das coisas boas do Verão (ou das férias, vá) é o poder dedicar-me um pouco mais à leitura. Na realidade, não é bem dedicar um pouco mais, mas sim muito mais já que ando quase um ano inteiro sem pegar num livro. Os fins-de-semana de chuva bem que são bastante propícios a uma boa leitura e não há nada melhor do que preguiçar no sofá em frente à lareira enquanto se devora uma boa história, mas espremido, espremido, devo ler umas cem páginas durante o ano. "Então e antes de deitar não dá para ler um pouquinho todos os dias?" perguntam vocês. Dar até dava não fosse eu pessoa de chegar à cama e aterrar logo, qual Bela Adormecida. Sucede que a minha rotina diária deixa-me um pouco exausta - é o trabalho, é a minha actividade física, são as lides domésticas, é o blog que também pede tempo de dedicação -, pelo que chegada a hora de descansar é para isso mesmo, fechar os olhos e "boa noite, até amanhã". Tem noites que ainda tento, mas basta ler duas/três frases para começar a revirar os olhos de sono.

Mas adoro ler e adoro a sensação de ter um livro nas mãos. Sempre que vou ao shopping (para além da Zara) tanto a Bertrand como a Fnac são lojas de paragem obrigatória. Adoro observar aquelas estantes repletas de livros e sentir aquele cheirinho a papel que ainda não foi lido. Pegar naqueles cujo o titulo me chama mais a atenção e ler a contracapa. Daqueles rituais que muito prazer me dá. Mas dizia eu que adoro ler. Acho que é muito pela capacidade de nos fazer abstrair do mundo à nossa volta e por estimular a nossa imaginação. Gosto de mergulhar de cabeça nas histórias, de construir os cenários, de dar um rosto às personagens e num ápice eu própria sinto que também sou personagem do livro. Enquanto lemos, acabamos por viver a história que nos estão a contar e é um momento nosso, de relaxe, de paz interior.  

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Estou quase a fazer anos e, atenção, são 30

Não é todos os dias que se faz trinta anos. Que se deixa os "bintes" para todo o sempre e que se muda de década. E eu só me pergunto: trinta, como é que vocês chegaram (ou estão a chegar) tão rápido? Bom, deixemos esta parte da crise existencial para outro dia e vamos ao que interessa: wish, wishWISHLIST. Simmmm, vocês que me desculpem mas trinta são trinta e eu aviso já que não me vou poupar nos pedidos, o que não significa, necessariamente, que vá ter sorte alguma, mas, senhores, sonhar não custa e quem não chora não mama e eu tenho de fazer uma wishlist à altura do acontecimento (já disse que são trinta?!). Como tal, não se assustem com o tamanho da lista, a ideia até era destacar 30 coisas susceptíveis de me serem ofertadas e de ficar nas nuvens, mas achei por bem ficar-me pela metade.
E vocês aí, simmmmm, vocês que estão a ler estas palavrinhas não se ponham ao fresco, hã!! Já vos aturo há quatro anos, pelo que mereço uma boa prenda pelos meus trinta anos de vida. Uma vaquinha entre todas não custa nada. Just saying.