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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Joker - o filme do momento!


"O pior de ter uma doença mental é que as pessoas exigem que nos comportemos como se não as tivéssemos."

"Joker". O filme que revela pormenores sobre a origem de um dos mais famosos vilões da banda desenhada. Começo por dizer que tem tanto de ficção como de realidade. Uma realidade dura e crua da nossa sociedade. Uma sociedade que menospreza a doença mental, que não empatiza com aqueles que não têm privilégios sócio-económicos, que não tem compaixão para quem padece de determinada doença psicológica, uma sociedade que, no fundo, é responsável e também contribui para a loucura do ser humano. Porque ninguém nasce mau e como uma amiga disse "somos sociedade e genética".

É desta forma que o filme acaba por ser tão desconcertante. Porque toca na ferida, porque foca o lado negro das pessoas, porque é verdadeiro, porque mostra o quão frágil é a linha que separa a esperança da desistência, porque é o testemunho, ainda que fictício, de alguém que é vitima de uma sociedade que nada faz. O testemunho de um ser humano que se transforma num criminoso pelas mãos da própria sociedade em que se insere.

A par deste confronto com a realidade, temos a interpretação do actor principal que é simplesmente memorável. Majestosa, senhores, majestosa!!
Joaquin Phoenix - que perdeu 23 kgs para dar vida ao seu personagem - faz o filme!! Não há palavras suficientes que possam caracterizar a forma soberba como deu vida ao personagem e acredito piamente que é nele que se concentra todo o surubudu criado em torno do filme, alcançando assim um enorme êxito. Isto, porque, e muito sinceramente, o filme em si não vai muito além da critica à sociedade. Não tem factor surpresa, não tem reviravoltas, não tem...sei lá!, faltou ali qualquer coisa à história.

Cheguei a ler por aí que o filme incitava à violência. Eu tenho outro ponto de vista e vejo uma obra cinematográfica que implora da forma mais transparente possível para que sejamos mais tolerantes e mais empáticos. Sermos melhores uns com os outros é o que retiro deste filme.

E agora...SHIU, SHIU, SHIUUUUU!! Parece que já estou a ouvir "e o Óscar de Melhor Actor vai paaaaara...(ressoar dos tambores)...JOAQUIN PHOENIX!!!". Aguardemos.


quarta-feira, 18 de setembro de 2019

MAKE UP | Pele com aspecto bronzeado todo o ano?


sim, por favor!

Falemos de bronzer. O produtinho que nos dá aquele toque fantástico de praia sem ir à praia. Que nos deixa com aquele aspecto de pessoa saudável e que nos tira aquela cor de lula desmaiada. Que nos permite um look sun-kissed todo o ano. Sim, é mesmo possível trazer um pouco de cor ao rosto com a ajuda de um bom pincel e do produto certo.

A linha Terracotta da Guerlain é um clássico da marca, sendo muito bem referenciada pelas mais variadas beauty addicts, pelo que no meio de tantas opções não me foi difícil escolher para me estrear nisto dos bronzers. Sim, estrear. A pessoa está quase em 2020 e só agora é que decidiu arriscar neste departamento mais avançado da maquilhagem. Sempre tive noção que um pozinho destes faz toda a diferença na hora de finalizar a maquilhagem (para melhor!), mas por outro lado, também sabia bem que podia resultar numa desgraça completa no caso de não acertar no tom e/ou não aplicar de forma correcta. Queremos dar uma corzinha ao rosto, mas não queremos andar cor de laranja muito menos parecer umas palhacitas, num é verdade?  


Com uma mistura única de pigmentos para trazer à luz o brilho de uma aparência saudável, o Terracotta Light promete deixar a pele com um aspecto bronzeado respeitando o acabamento natural de cada tipo de pele.

O pó contém um cocktail de ingredientes activos para ajudar a pele a revelar energia, protegendo-a dos radicais livres e poluição, preservando, assim, a sua hidratação natural, garantindo conforto duradouro.
E o cheirinho? Delicioso, senhores, tãoooo delicioso!! Um cheirinho a pó talco mas assim em bom, conseguem imaginar? Notas de flor de laranjeira, fava tonka e baunilha com um toque de almíscares brancos que resultam numa essência de Terracotta maravilhosa.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Nove do nove


Esta sou eu há 32 anos menos nove dias. A coisa não mudou muito. Parabéns a mim.


sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Relax, it's weekend! #51

Quem viu o meu look desta semana com uma saia de ganga midi no insta stories, hum? Estou ren-di-daaaaa!! Só para que saibam. Tenho para mim que vão ser uma das peças sensação da próxima estação, de maneiras que foi a minha inspiração para a sugestão de hoje. E cheira-me que vou-me a ela. A ela...à saia do look mais abaixo, entenda-se (😍😍).


T-shirt Stradivarius (link) | Saia Zara (link) | Mala Guess (link) | Sapatilhas Vans (link)


Bom fim-de-semana!


segunda-feira, 2 de setembro de 2019

E não é que os 32 já vêm a caminho?

Diz que faço anos daqui por uma semana e ao contrário do que se possa esperar de um aniversariante não me sinto minimamente entusiasmada, empolgada, muito menos com espírito de festejo e comemoração. Mais, tenho a ligeira sensação de que tende a piorar com o tempo. Podia dizer que são fases (de facto não é a melhor, ainda não é a melhor), mas a verdade é que também nunca fui muito dada a festejar o meu dia, pelo que não iria ser agora de todo. Não sei, mas dá-me para ficar meia aratazanada. Principalmente nestes últimos anos. Não acho que seja o facto dos "vintes" e da juventude ficar cada vez mais para trás e os quarenta estarem cada vez mais próximos, porque a velhice não me assusta, muito menos as rugas e os cabelos brancos (que já os tenho), porque considero que a idade é uma questão de espírito e não de números. O que me assusta mesmo é a passagem do tempo e aquela sensação inquietante de "tanto por fazer" ou "tanto que ainda queria fazer". São os sonhos por realizar, os objectivos por concretizar. Constatar que passou mais um ano e pouco ou nada conquistei de novo, pouco ou nada mudei o que há a mudar, pouco ou nada ultrapassei o que preciso ultrapassar... Há, ainda, as expectativas defraudadas e o seu efeito negativo, os receios do futuro que muitas vezes me deixam de mãos e pés atados. Depois tenho o problema típico de pessoas que sofrem por antecipação: penso demasiado. E pensar demasiado nem sempre é bom. E, enquanto isso, o tempo passa, não espera. E entretanto passa mais um ano.
Mas bom, deixemos estas inquietações existenciais de lado e, como vem sendo hábito, vamos a uma pequenina shopping wishlist de coisas que ando a namorar, só assim para animar a coisa.

Vestido Salsa (link) | Paleta Reloaded Urban Decay (link) | Sapatilhas Pepe Jeans (link) | Top Savage (link) | Calções Savage (link)


Et voilà, uma wishlist que tão bem me caracteriza: um vestido comprido às bolinhas para uma eterna apaixonada por polkadots (eu!), uma paleta de sombras com tons meeeeega lindos (nudes, pois claro) para uma beauty addict (eu!), umas sapatilhas bonitonas mesmo a chamar o Outono para uma doida por sapatilhas (euuu!), roupinha de treino para uma adepta de desporto, nomeadamente, CrossFit (talvez começasse a fazer "ixnétxi" sem medo e sem parecer uma pata choca) e, claro, livrinhos para esta livrólica assumida (eu!). Se precisarem da morada é só pedir. 😏


sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Relax, it's weekend! #50

Ora bem, contas feitas, o último "Relax, it's weekend!" foi em Dezembro do ano passado, de maneiras que podem esbofetear-me à vontade porque eu mereço.

Bom... Chegamos ao #50 com um look simples e prático tal como se quer, onde a estrela do look são as sapatilhas super lindonas da Pepe Jeans. Confesso, desde já, que batem forte cá dentro desde que as vi nos pezinhos de uma amiga e são fortes candidatas a prenda de aniversário de mim para mim. AHHHHHH, por falar nisso, ainda não elaborei a minha birthday wishlist!! Que falha! A ver se trato da coisa este fim-de-semana. Não custa nada atirar o barro à parede (wuUuaaAAhHhh).


Camisa: Zara (link)
Jeans: Zara (link)
Mala: Salsa (link)
Sapatilhas: Pepe Jeans (link)


quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Zara Crush

Ontem à noite dediquei-me a um dos meus passatempos preferidos que é lamber lojas online. Claro que acabei por me concentrar mais na Zara, que é a menina dos meus olhos, a minha mais-que-tudo, a minha bijuzinha e a boss do fast fashion. Do que vi e não vi, fiquei com a ligeira sensação de que a ideia passa por tentar levar-nos à falência. Só assim como quem não quer a coisa, estão a ver?
Também deu para perceber que vem aí muito estilo burguês dos anos 70 para o Outono/Inverno. Muito xadrez, cabedal, blusas com laços bigalhões, volume nas mangas (compridas e abalonadas ou com aqueles enchumaços), enfim... Para já, ainda estou em modo Verão e coisinhas assim mais leves e frescas.

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Uma paixão chamada...



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...SAPATILHAS!!!
😍😍😍



Lace Top


Não vou intitular este post de "Foi o melhor que se arranjou", no entanto, encaixa-se perfeitamente na ideia da rubrica. Só não houve uma daquelas sessões, com direito a fotos mais pormenorizadas, nos mais variados ângulos etc e tal. Ainda assim, apeteceu-me partilhar este look aqui no estaminé, só para a malta da blogolândia não se esquecer do meu inquestionável bom gosto (ah! ah! ah!, foi uma piada, sim?, não me comecem já a enervar!!).

Perdi a conta ao número de vezes que já usei esta saia. Com sapatilhas, com sandálias, com botifarras, com malhas, com rendas, com t-shirts, mais desportiva ou mais pipizona, no Inverno ou no Verão a verdade é que esta saia acaba por se inserir no grupinho dos "ready to go looks". Todos temos aquelas peças de preferência que recorremos sempre, especialmente, quando estamos numa crise de armário. São peças que usamos com mais frequência porque nos identificamos, porque gostamos imenso e porque sabemos que permite aquela combinação que nunca falha e sem pensar muito no assunto. É disto que precisamos no nosso armário.

Quanto a vocês não sei, mas eu ando muito assim, numa onda de looks simples, práticos, básicos qb, fáceis de construir, mas igualmente cuidados, dando algum destaque ao look com pequenos acessórios, detalhes ou uma peça assim mais trendy ou mais WOW, como é o caso deste top lindão da Zara.

Top: Zara (link)
Saia: H&M (antiga) | (Opção 1, Opção 2, Opção 3)
Sandálias: Aldo (link)



terça-feira, 27 de agosto de 2019

MAKE UP | Soft Glam ❤ Anastacia Beverly Hills


Há muito que não falamos de maquilhagem por aqui. Analisando bem a "coisa", há muito que não falamos de muita coisa, tanta rubrica ao abandono, tanto por escrever, tanto por partilhar, mas vamos ignorar essa parte e falemos, então, de maquilhagem, esses bens essenciais de sobrevivência do mulherio, capazes de operar pequenos milagres.

Bom... Há um problema/drama existencial em comum associado a todas as "make-up lovers" desta vida, que é o chamado "síndrome de paletite aguda". Passo a explicar. "Síndrome" vem de conjunto de sinais que caracterizam determinada situação; "paletite" vem de paletas de sombras e "aguda" vem de intenso. Percebem onde quero chegar, não percebem? Isto é verídico. Vocês que estão aí não me deixam mentir. QUE vicio gente!! Pior do que meter a cenoura à frente do burro. 

Depois, há todo um fenómeno que é aquele em que a pessoa já tem uma certa e determinada variedade de paletas, a grande maioria em tons nude (pois claro!), pelo que a apostar numa nova paleta seria numa com tons completamente diferentes, mas não...mal sai uma paleta nova em, ADIVINHEM, tons nude!! (pois claro!!), sucede que a pessoa começa desde logo a sentir uma certa palpitação nervosa e dá-se uma necessidade imediata sobre essa mesma paleta, porque ah e tal traz aquela cor especifica que supostamente ainda não tem. Supostamente, porque na realidade temos 27 sombras semelhantes. E é isto. Girls being girls.

Esta breve introdução para falarmos da paleta Soft Glam da Anastacia Beverly Hills, que muito namorei e que acabou por me ser oferecida no último Natal (😍😍).

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Verão


Já fui daquelas que ansiava muito pela chegada do Verão. Embora tenha um carinho especial pelo Outono e os dias de chuva também tenham o seu je ne sais quois, Verão é Verão. A vitamina D faz-nos bem. Deixa-nos mais alegres, mais bem dispostas, com mais energia e de espírito leve. Não tem preço a quietude que me transmite o simples deitar na areia, fechar dos olhos e o deixar o sol entrar com o barulho das ondas do mar vindo lá do fundo. Tão pouco, tão simples, tão bom. Seicheles, Bora Bora, Maldivas e todos esses destinos maravilhosos podem não passar mesmo de um destino de sonho, de uma miragem até, mas só o simples desligar das coisas do dia-a-dia - trabalho, problemas, responsabilidades e rotinas -, não ter horários a cumprir, aquela coisa boa de ler na praia-cochilar-voltar a pegar no livro, sentir a maresia, aquele simples "parar para respirar" cada vez mais importante nesta roda vida de emoções a que estamos sujeitos diariamente já é suficientemente bom. Seja onde for.
Contam-se pelos dedos de uma mão as férias que fiz fora do país, ou assim mais "à grande", mas desde sempre ansiei pelo Verão. Mesmo sem grandes planos à vista, passava o ano inteiro, de Junho a Junho, a sonhar com a sua chegada. Hoje já não é tanto assim. Não perdi o encanto pelo Verão, longe disso, talvez tenha perdido a pressa de viver. O tempo passa tão mas tão rápido, some-se cada vez mais a toda a velocidade que já não há ânsias pela chegada de nada. Nem do Verão. Quem diz Verão, diz Natal, diz o aniversário ou qualquer outra data mais especial. O tempo perde-se, foge-nos. Maioritariamente com insignificâncias, mas também com a pressa. E pressa para quê?, pergunto eu. Viver um dia de cada vez e saber aproveitar o momento tem tanto de fundamental como de difícil. Mas aprende-se. Ironicamente, é a própria vida que acaba por nos ajudar a criar cada vez menos expectativas sobre ela mesma e aquilo que nos reserva. Despreocupamo-nos (ou tentamos, vá) e deixamos fluir. Aprendemos a viver mais devagar, a controlar ansiedades e a agradecer tudo o que temos de bom. (...)

As férias já lá vão (já disse que o tempo some-se a toda a velocidade, não já?), mas ainda é Verão. O tempo esteve tão manhoso que mais parece que o Verão nem chegou de verdade. A pessoa acorda de manhã e ok, sim senhores, que belo dia de sol e calor, mas deita-se e não sabe muito bem se ao outro dia vai acordar com sol, chuva ou frio. É toda uma bipolaridade que deusmalivre. Mas vá, estou com fé que vamos ser altamente compensados com um daqueles Setembros e Outubros que ainda dão para ir à praia, e vamos chegar ao Natal com um belo bronze. Pelo menos, ainda conto voltar a vestir o biquíni, e estender este corpitxo na areia, mesmo que seja apenas no fim-de-semana. A ver vamos como diz o cego.


P.S.: quem já tinha saudades minhas aqui por estas bandas, hum?

quinta-feira, 11 de julho de 2019

BEAUTY | Nuxe Crème Prodigieuse Boost Eye Balm Gel

A realidade é que a pessoa já não vai para nova. E o que é que sucede? Sucede que a pessoa começou a dar especial atenção a cremes de olhos. Não é para menos, minhas j'amigas! Os nossos olhos são das zonas mais sensíveis do nosso corpo e são, também, das zonas onde se nota os primeiros sinais de envelhecimento. Além de serem o espelho da alma! Rugas, linhas de expressão, olheiras, papos...estou certa de que ninguém quer isso, portanto, porque não cuidar e prevenir?

De maneiras que com estes trinta e um anos de vida, achei que estava mais do que na altura, senão mesmo em cima da hora, de começar a utilizar cremes de olhos. Não que tenha rugas, apresento apenas algumas linhas de expressão que só se notam quando sorrio, mas a ideia também passa por prevenir. Olheiras? Disso tenho com fartura, para mal dos meus pecados. Ele é papos, ele é aquele negrume à volta dos olhos, qual panda, ele é todo um drama, a verdadeira nódoa negra na beleza. Literalmente.
Posso dormir as minhas sagradas oito horinhas descansadinha da vida, que ao outro dia lá estão elas, as p*tas das olheiras. Mas já é certo e sabido que são vários os factores, além das noites mal dormidas, que poderão contribuir para a formação das ditas cujas e, de facto, passei por uma fase em que mesmo a dormir em condições o meu olhar estava a pedir socorro.

Depois de alguma pesquisa de mercado, informação e opinião, resolvi apostar na Nuxe e comprei o Créme Prodigieux Boost Eye.


Descrição
"Um gel-bálsamo de textura delicada e ultra-refrescante, capaz de iluminar e descongestionar e hidratar a zina do contorno de olhos."
"O Crème Prodigieuse boost gel-bálsamo conta com a acção anti-papos e olheiras da cafeína, a par da nutrição e leveza conferida pelo óleo de avelã."

O que posso dizer sobre os resultados? Ora, depois de o ter usado até à ultima gota, notei efectivamente que a pele do contorno de olhos parece menos fina e sensível, mais hidratada, nutrida e iluminada. Dá um bom refresh ao olhar - o tal boost de energia -, mas em relação a papos e zona escura, sinceramente, não verifiquei grandes diferenças.
Assim, pela minha experiência, considero um creme de olhos ideal para combater os primeiros sinais de envelhecimento e para fortalecer esta zona tão sensível mantendo-a bem hidratada e iluminada, mas não tão eficaz em reduzir papos e clarear a pele.

O creme tem uma textura bastante leve, não é nada pegajoso e é absorvido em poucos minutos, pelo que não interfere com a maquilhagem (se for o caso). Contém ingredientes como vitamina C estabilizada (que ajuda a activar a luminosidade cutânea), ácido hialurónico (que promove uma boa hidratação), cafeína vegetal (que ajuda, supostamente, na acção anti-papos e zona escura), óleo de avelã (para nutrir), flor de jasmim (fortalece as reservas antioxidantes naturais da pele) e flor de calêndula (patente da Nuxe, que promove a produção de colagénio).

Como não fiquei totalmente convencida com este produto e uma vez que temos imensas opções das mais variadas marcas, desta vez resolvi apostar na Sesderma, mas estou a usá-lo há coisa de dois/três dias pelo que ainda é cedo para opinar. Contudo, posso desde já adiantar que também hidrata muito bem e dá um olhar bem iluminado. Vamos ver se funciona melhor como anti-papos e na correcção da cor. Quando estiver em condições de dar uma opinião o mais fidedigna possível, assim o farei aqui pelo estaminé.



Nota de redacção: além das farmácias e parafarmácias, podem comprar online na Sweetcare (aqui). Também têm a Skin (aqui), no entanto, a Sweetcare costuma praticar melhores preços (podem comprovar isso comparando o mesmo produto em ambos os sites) e as entregas são super rápidas. Curiosamente, este produto em especifico, neste momento, está com um desconto bem maior na Skin do que na Sweetcare. 

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Ponto de situação literário


Se falarmos em quantidade, não está a ser um ano espectacular, estou a ler o nono livro do ano (desta feita, Agatha Christie), o que significa que nem dois livros por mês dá, e a continuar assim não vou chegar ao número de livros lidos no ano passado. Mas, se por outro lado falarmos em qualidade, está ser um ano literário muito bom, com leituras gratificantes e descobertas de autores muito interessantes.

No que toca a romances, fiquei encantada com Carlos Ruiz Zafón e José Rodrigues dos Santos, cada qual à sua maneira. Carlos Ruiz Zafón tem uma certa magia na escrita e no enredo, oferecendo uma simbiose perfeita entre o romance, melodrama, intriga e suspense, além de uma certa dose de bom humor à mistura, já para não falar nos personagens tão peculiares e encantadores. Já José Rodrigues dos Santos tem a parte da investigação que aliada à ficção resulta numa leitura bastante gratificante. O romancista fascina e informa. É uma excelente sugestão para os amantes de romances históricos e de histórias baseadas em factos verídicos, uma vez que o autor consegue relatar de forma bastante profunda e cativante episódios marcantes da história do nosso país. Penso que a ideia do escritor/jornalista passa mesmo por resgatar, digamos assim, a história de Portugal, aspecto que talvez tenha contribuído para ser dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maior número de edições. Além dos romances históricos, o autor também escreve livros de mistério - os chamados "thrillers" que tanto me fascinam - onde dá vida às aventuras de Tomás Noronha.
Já no campo dos policiais, foi a Série Bergman que me deixou, e passo a expressão, completamente "de quatro" ao ponto de querer assim "munto-munto" ler os cinco volumes, não falando que quase cortei os pulsos quando dei conta que o segundo volume estava esgotadíssimo em todo o lado (mas já o tenho comigo, yeeeahhhhh, yupi yupi). Sem dúvida que é daqueles policiais de leitura compulsiva e que não desilude os amantes deste género de livros.

No inicio deste ano, aquando a minha retrospectiva literária de 2018 (podem ver aqui), dizia que não sabia se este ia ser o ano de Lev Tolstoi (para já não está a ser), mas que tinha em mente explorar autores como Richard Zimbler, Carlos Ruiz Zafón, Júlia Navarro, Kristin Hannah, entre outros. Richard Zimbler, Carlos Ruiz Zafón e Kristin Hannah: check. No "entre outros" está a Trilogia Millennium, por exemplo, que ainda não cheguei lá mas palpita-me que não passa deste Verão.

Aqui pelo estaminé apenas partilhei o meu feedback relativamente ao "Anjo Branco" de José Rodrigues dos Santos, no entanto, vou deixar mais abaixo o link dos livros que li até agora para que possam ler a sinopse e alguns comentários de outros leitores. Entre eles, está o "Tatuador de Auschwitz" que conta a história real e assombrosa de um homem que tinha como tarefa tatuar os prisioneiros, acabando por se apaixonar por uma das mulheres que foi obrigado a tatuar. De seguida li "Os Anagramas de Varsóvia", onde o cenário também é o Holocausto e a desumanidade que é do conhecimento de todos nós. Um thriller histórico em que a personagem principal pretende descobrir quem assassinou o seu sobrinho. Também li o "Três Pequenas Mentiras" que é da mesma autora do livro "O Pedido de Amizade", pelo que mal vi este seu novo lançamento o pensamento foi automático "tenho de ler", no entanto, confesso que não e cativou tanto. O registo é exactamente o mesmo - viagem entre o passado e o futuro das personagens -, mas a história em si deixou muito a desejar. Li "A Grande Solidão" e "O Grupo" muito por influência da Helena Magalhães e do seu "bookgang". Gostei bastante do primeiro, trata-se de um romance profundo e intenso sobre o amor e luta pela sobrevivência e retrata a relação tóxica de um casal. Posso dizer que foi o primeiro livro a arrancar-me umas lágrimazinhas. Quanto ao "O Grupo" temos uma espécie de "Sexo e a Cidade" nos anos 60 (a introdução do livro foi escrita por Candance Bushnell).

"A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Záfon (aqui)
"O Tatuador de Auschwitz" de Heather Morris (aqui)
"Os Anagramas de Varsóvia" de Richard Zimbler (aqui)
"A Grande Solidão" de Kristin Hannah (aqui)
"O Grupo" de Mary Mccarthy (aqui)
"Segredos Obscuros" de Michael Hjorth e Hans Rosenfeldt  (aqui)
"Três Pequenas Mentiras" de Laura Marshall (aqui)


quarta-feira, 19 de junho de 2019

BOOK | "O Anjo Branco" de José Rodrigues dos Santos


...entretém ao mesmo tempo que transmite conhecimento... 

Inspirado na história de vida do pai, este é um romance de José Rodrigues dos Santos sobre a Guerra Colonial e os portugueses em África, e auguro que tenha sido o meu primeiro livro de muitos a ler deste autor.

O protagonista da história chama-se José Branco, um médico que foi viver para Moçambique na década de 1960, que combate contra as barreiras politicas para exercer a sua principal função que é cuidar das pessoas, independentemente da cor.

Uma leitura que nos transporta de forma bastante clara e envolvente para um período histórico de acontecimentos marcantes que envolveram o nosso país: a Guerra do Ultramar, com especial destaque para a saúde precária bem como algumas das atrocidades cometidas em nome da pátria.

Longe de ser entediante, gostei muito da forma como o escritor abordou um tema denso e profundo como este, numa escrita simples, fluída e até com bom humor à mistura em determinadas passagens. Há substância, sente-se que houve um grande trabalho de investigação a fim de passar informação o mais real e credível possível, o que torna a leitura ainda mais interessante. Entretém ao mesmo tempo que transmite conhecimento, além de despontar alguns momentos de reflexão bastante enriquecedores. No entanto, achei que o livro terminou a modos que "às três pancadas" - houve partes que dispensavam tantos pormenores e outras que pediam desenvolvimento mas ficaram em aberto -, talvez seja o único ponto negativo, porque no geral gostei bastante do livro.

De maneiras que fiquei com imensa vontade de ler mais livros deste nosso escritor português, especialmente, a série Tomás Noronha que arranca com o "Codex 632", onde mais uma vez o jornalista aborda parte da história do nosso país, sendo, desta feita, Cristóvão Colombo a figura principal.


nota: ver sinopse e outros comentários aqui

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Foi o melhor que se arranjou #293


Bem sei que este look já vem tarde, que com estes 30 Cº à sombra ninguém quer saber de collants muito menos de botifarras, mas gostei tanto destas fotos que não podia deixar de partilhar.

Não é novidade para ninguém que adoro fotografia e andar de máquina em punho. E decoração com fotos? Adoro de paixão. Tal como adorava fazer um workshop de fotografia para ficar a saber mais e não me sentir tão lerda de cada vez que tento explorar a minha máquina fotográfica. Tenho algumas noções, mas tudo muito básico. Edição de fotografias então, uiii, sou um biiiig zero à esquerda.

Dizia eu que gostei imenso destas fotografias. Gostei e gosto. Não tanto pela minha pessoa (há todo um lado fotogénico que ficou na barriga da minha mãe), mas pelo cenário em si. Sempre achei que um bom cenário faz a foto. De cada vez que fotografava um look, lamentava-me por não morar numa grande cidade como Lisboa ou Porto para poder tirar partido de mil e um cenários possíveis e imaginários. A pessoa até pode estar com o ar mais sem sal desta vida, mas se o pano de fundo for apelativo, acaba por ser um mero detalhe que passa ao lado. Não que não tenha aqui à volta spots bonitos, pelo contrário, a zona de Aveiro também tem muito o ar de sua graça (oh se tem!) e já saquei fotos super giras, mas a oferta talvez não seja tão vasta como numa grande metrópole. É normal. Estas fotos, apesar de não serem no exterior, acho que ficaram super giras. Lá está, pelo local em si.  Pelo cenário. Pelos detalhes. Este spot, no Mercado Negro em Aveiro, é bem giro e interessante. Um pouco alternativo, é certo, mas se assim não fosse seria só mais um bar.

Fechamos assim o mês de Maio aqui no blog. Com um "foi o melhor que se arranjou", curiosamente, o primeiro deste ano.  

quinta-feira, 30 de maio de 2019

New hairstyle in town

Atchiimmmmmmmmmm!!
Perdão pelos perdigotos, mas o pó e as teias de aranha que pairam aqui pelo estaminé fizeram-me comichão no nariz.

Então, como é que estão os meus ilustres leitores? Alguém por aí ou foi desta que fizeram uma cruz no blog?
Eu estou bem, obrigada por perguntarem. Mais uma ausência, mas vá, nada que já não estejam habituadas.

Eu sei que já foi há pouco mais de um mês que cortei o cabelo, e com certeza que muitas de vocês já viram fotos lá pela Instalândia, mas penso que o resultado de uma mudança de visual é sempre digno de post. Portantos, é isto:


Vocês bem que incentivam, mas ainda não foi desta que me aventurei num daqueles bob curtíssimos. Ainda assim, cortei um bom pedaço de cabelo, ao ponto de não conseguir fazer a minha trancinha quando vou treinar.
Além do corte, voltei a ser morena. Depois de dois anos meia loira, aceitei a sugestão de optar por tons mais mel/caramelo/acobreado/o-que-lhe-queiram-chamar, dando um ar assim mais natural. Confesso que enquanto a Svi secava o meu cabelo, sentia-me algo reticente, estava a estranhar e ali na duvida se tinha sido boa ideia ou não. Duvida essa que passou depressa. É o chamado: primeiro estranha-se depois entranha-se.

Definitivamente, o cabelo assim curto é a minha "cena", mas muito mais curto que isto, nem pensar. Tenho de ter cabelo a tapar-me o pescoço, caso contrário, sinto-me uma girafa da Somália.

Depois de anos e anos escrava do gadelhame, a achar que cabelos compridos é que eram giros e sexy's e cenas, e que compridão é que me favorecia, nos dias de hoje confesso que não sei se alguma vez voltarei a ter cabelo comprido. Nunca digas nunca, mas...

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Matar como quem vai ali ao pão

Até hoje não sei o que é perder um familiar directo ou um amigo bastante próximo (que o diabo seja cego, surdo e mudo!!). O meu avô paterno faleceu bem antes de eu ser nascida e era bastante nova quando o meu avô materno partiu, para perceber realmente a dor do que estava a acontecer. Mas já vi partir pessoas conhecidas do meu meio, por alguma ligação aos meus pais ou a amigos meus mais próximos e, infelizmente, também já vi partir pessoas ainda bastante jovens com quem cheguei a partilhar alguns momentos. Apesar da ligação não tão próxima com estas pessoas é impossível não sentir um murro no estômago e sentir um pouquinho na pele a dor daqueles que lhes eram realmente próximos, principalmente, tratando-se de jovens e/ou de mortes inesperadas, no entanto, imagino que nunca será equiparável à dor de perder um filho, uma mulher, um pai, uma mãe, um namorado. Dor essa que desconheço e espero, espero mesmo não vir a conhecer tão cedo.

Ontem, quando vi a noticia sobre uma mulher morta a tiro em Oeiras através do Instagram da Cê e li o nome "Bárbara Varella Cid" fiquei completamente em choque. Não queria acreditar. Ainda não tinha almoçado, tinha acordado muito cedo para ir correr e tinha acabado de fazer uma sesta, mas qualquer preguiça que pudesse sentir passou num ápice. Pus-me automaticamente de pé e o meu cérebro só pensava "não pode ser, não pode ser, não pode ser, é a "minha Báá", não pode ser". Senti um aperto enorme no peito e fiquei num estado profundo de negação. Os meus olhos encheram-se de água e não consegui evitar que as lágrimas me escorressem pelo rosto.

A Bárbara era uma leitora assídua do blog. Das antigas. Também me seguia pelas redes sociais. Acompanhou-me nestes meus últimos quatro anos, em que tanto aconteceu. Mesmo nos meus períodos de ausência, ela estava sempre aqui. Trocámos muitas mensagens e até alguns e-mails. Trocámos fotos, trocámos ideias, partilhámos estados de espírito e algumas confidências do nosso dia-a-dia. A Bárbara tinha um carinho especial por mim. Fazia questão de o dizer, mas não precisava porque eu sentia-o nas suas palavras. O seu aniversário era um dia anterior ao meu. Não, nunca a conheci pessoalmente, mas tinha-a como uma amiga. Virtual, mas talvez mais real e mais verdadeira comparando com algumas pessoas que já passaram na minha vida. Porque há pessoas que são simplesmente feitas de luz. E ver as mensagens de pesar que vão sendo deixadas na sua página pessoal do Facebook, mostra-me que não estava rigorosamente nada enganada em relação à pessoa que conheci virtualmente e à imagem que criei dela: sorriso franco, genuinamente doce e simpática e de uma alegria contagiante.


Sinto que a Bárbara era daquelas pessoas difíceis de não se gostar e que deixará imensa saudade e um vazio enorme naqueles que lhe eram próximos. Aquele será o sorriso que vou guardar com carinho na memória.

Já li e reli as nossas conversas vezes sem conta. Continuo aqui com um nó no coração e a desejar que fosse tudo mentira. Mas não é. A Bárbara tinha um marido que amava, dois filhos lindos e ainda muito a fazer nesta vida. Pergunto-me como é que alguém tem coragem de ser tão cruel, tão frio, tão desumano ao ponto de ser capaz de cometer uma barbaridade destas. Todos os dias vemos noticias de pais a matarem filhos, filhos a matarem pais, namorados a matar namoradas, das formas mais variadas e inacreditáveis. Hoje mata-se por dá cá aquela palha. No que é que "nos" estamos a transformar?! É terrivelmente assustador.

Não podia deixar de escrever umas palavras sobre a Bárbara, a "minha Báá", neste que foi o espaço que nos uniu de alguma forma e que nos fez gostar uma da outra. Num dos seus últimos e-mails dizia-me "nunca imaginei ser possível criar uma ligação e laços fortes com alguém que, pessoalmente, não conhecemos mas... é possível". Sim, Bárbara, é mesmo possível. Da mesma forma que é possível chorar a perda de alguém que nunca chegámos a conhecer pessoalmente.


Já não vamos correr as duas, mas quem sabe se não o farei por ti.

Descansa em paz "minha Báá" ❤


terça-feira, 23 de abril de 2019

Cabelos para que vos quero #6


Por altura do Dia da Mulher, o cabeleireiro que frequento habitualmente sorteou uma mudança de visual que consistia em corte, coloração e maquilhagem. Vai que a vencedora do sorteio fui eu. Os meus olhinhos nem queriam acreditar quando viram "xs.hairstyleandbodycare mencionou-te numa história" e pumbas "a vencedora do passatempo ééé... a @agatadesaltosaltos ". Yeahhhhh, yupi, yupi!!

Tinha até final deste mês para fazer marcação, então, aproveitei o facto de fazer ponte na semana do 25 de Abril e marquei para sexta-feira dia 26. Assim, também tinha mais tempo para pensar muito bem no que fazer ao cabelo. Porque apetece-me muiiiiiito fazer cenas ao cabelo (medo). Não sei muito bem o quê, mas apetece-me (MEDO).

Agora que já faltam pouquinhos dias, encontro-me num profundo brainstorming pessoal entre mim e eu mesma. Porque nisto dos cabelos é preciso ponderar toda e qualquer decisão, a fim de evitar um suicídio capilar e, por sua vez, um sismo de magnitude 7.8 da escala de Richter na psique da mulher.

Ora bom... Quanto à coloração, não há grandes dúvidas, não vai fugir muito do habitual pelo que, ou mais claro ou mais escuro, o louro será para manter. O cerne da questão está no corte.

Confesso que ando um bocadinho entediada com este meu cabelo. Apanhei o gosto pelo cabelo curto (quem diria!!) desde que dei aquelas valentes naifadas nos meus longos cabelos e nunca mais quis outra coisa. Desde então, as minhas idas ao cabeleireiro resumem-se à manutenção da cor e a cortar o cabelo a direito pela zona dos ombros. Tem sido sempre isto. Viró disco e tocó mesmo. Cansei, gente, cansei. No entanto, o tamanho actual do meu cabelo não permite grandes mudanças. A não ser que o corte à Joãozinho ou o pinte de vermelho. Escusado será dizer que está redondamente fora de questão. Mesmo o bob curtíssimo à Cristina Ferreira que virou moda, esqueçam, porque só é bonito saído do cabeleireiro. Na minha opinião, é corte que não funciona no dia-a-dia, no sentido de não conseguirmos dar "Aquele" toque que lhe dá a verdadeira graça. Já ponderei fazer umas repas (vulgo, franja) e até já me ocorreu voltar ao risco ao lado. Mas não sei. Também já pensei em fazer um escadeado qualquer. Mas não sei. Não sei que faça à minha vidinha.

Posto isto... Pessoas fofinhas, pessoas do bem, pessoas com juízo, que por vezes é coisa que me falta, digam-me de vossa justiça, dêem-me a vossa opinião, digam-me cá o que é que eu faço a este gadelhame mais sem graça.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Ando com ideias...




terça-feira, 16 de abril de 2019

Assim foi mais um Bela Bela


Domingos. Manhãs. Ar puro. Natureza. Trilhos. Riachos. Cascatas. Subidas do Inferno. Descidas do diabo. Gargalhadas (/caralhadas). Bate cus. P*ta que pariu que não aguento mais. Socorro que vou esbardalhar-me toooooodaaaaa. Enfim... Corrida. Amizade. Companheirismo. Convívio. Vida.

Como não amar?

É certo que o gosto pela corrida não vem desde sempre, mas a corrida ensinou-me que posso ir sempre um pouquinho mais além. Mostrou-me que é duro, mas que a satisfação final compensa sempre. Porque quando chego à meta de uma prova sei o quanto me custou chegar até ali e não há como não me sentir vitoriosa. Não pelo tempo, não pelo lugar na classificação, mas pela sensação de superação. Com a corrida aprendemos a desfrutar da imensa riqueza que é estar cheia de vida. E este é o meu libertar de hormonas que não abdico por nada.

Porque desporto é vida. E aumenta a nossa capacidade de resiliência. Há alturas em que cais e não há mais nada a fazer a não ser levantares-te. Outras há em que a dor e o cansaço apertam mas levantas a cabeça, respiras bem fundo e continuas em frente, mais depressa ou mais devagar, porque desistir não é opção. Também há as linhas rectas onde simplesmente te deixas levar. É mesmo assim, no desporto e na vida. Acredito muito que a prática de exercício físico (que não tem de ser obrigatoriamente a corrida) torna-nos pessoas melhores, mais pacientes, mais lutadoras, mais resilientes e com uma capacidade de sacrifício muito maior.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

MAKE UP | Quem não gosta de um belo pestanãozão, hum?


pestanas de boneca? sim, por favor!

Mesmo naquelas manhãs em que não há tempo para grandes apaparicações, nem mesmo para pôr betume na cara, a pessoa não pode sair de casa sem passar uma boa rimelada no pestanedo. Isso e um batom. Já dá ali um je ne sais quois à coisa e sempre parecemos menos falecidas.

Um simples gesto que faz toda a diferença no impacto do nosso olhar, mas nem sempre é fácil encontrar o rimel perfeito. Convém já aqui referir que, de facto, sou bastante exigente com as máscaras de pestanas e não é qualquer uma que me enche as medidas. Preciso de uma máscara que cumpra requisitos como:

- Volume;
- Alongamento;
- Separação;
- Rápida secagem;
- Zero grumos;
- Zero transferências;
- e acho que é tudo.

Okeyyyyyy, se calhar estou a pedir muito, mas quando penso na máscara de pestanas perfeita penso nestes itens toooodiiiiinhos, um a um, e não prescindo de nenhum. Odeio grumos, odeio rimel a transferir para a zona da olheira, odeio quando as pestanas colam umas nas outras e ficam com aspecto pastoso, e todas desejamos pestanas com volume, preenchidas, curvadas e separadas, portanteeeessss, acho que são os requisitos mínimos que podemos esperar num bom rimel.

Feita esta breve introdução, o que é que eu vos trago hoje? Nada mais nada menos do que a máscara de pestanas da Lâncome, da gama Hypnose, que muito me tem alegrado o pestanedo: a Doll Eyes.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Então e como é que param as modas?

Não sei mas começo a ver muito vichy por aí.

Stradivarius

Zara

quarta-feira, 10 de abril de 2019

E o que é que se está a usar? #6


the western belt

Vamos aqui a uma ligeira contradição. Eu raramente uso cintos, mas eu adoro cintos. Adoro mesmo. Isto para dizer que os cintos de inspiração cowboy são uma das tendências para esta estação, e aqui esta pessoinha que vos escreve aprecia bastante, embora ainda não tenha nenhum exemplar.

Já sabemos como os acessórios conseguem dar um "up" ao nosso outfit e quebrar o ar mais sem graça de looks mais básicos, e, neste caso, o cinto é daqueles acessórios que pode valorizar bastante o nosso visual, e ainda ajuda a demarcar a cintura. Além das formas óbvias de os usar em calças e saias, também ficam muito giros em alguns vestidos e até por cima de casacos.

Quanto a vocês, não sei, mas eu gosto bastante deste género de cintos, porque inspiram a looks boho e hippie chic, assim numa onda descontraída mas cuidada que adoro muito, muitinho e que associo bastante a dias bonitos, dias alegres, dias quentes, dias de sol.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Ora então falemos de perfumes!


O meu La Nuit Trésor da Lancôme está nas últimas gotas e como a minha curiosidade olfactiva tem tendência para não sair muito do mesmo - Yves Saint Laurent, Lancôme, Hugo Boss e Carolina Herrera -, resolvi pedir as vossas preciosas sugestões. Ás vezes, "O" tal, aqueeeeeeele, estão a ver?, poderá estar onde menos esperamos. Até no frasquinho mais ranhoso e sem graça. Nunca se sabe. Confesso que, fora as marcas citadas acima, só testo um perfume se o frasco me chamar a atenção. Foi o que aconteceu com o "Yes I Am" da Cacharel. Numa passagem na perfumaria em dias de bater perna no shopping, aquele "batomzinho" chamou-me a atenção do tipo "epaaa, um batom?, vamos ver o que é que temos aqui". Testei e apaixonei mal senti aquelas notas de topo a pairar no ar. Foi amor à primeira snifadela, tal como aconteceu com o La Nuit Trésor. Ainda assim, quis saber quais eram as vossas sugestões, assim numa de abrir horizontes olfactivos.

E foram mais que muitas! Entre Chanel e Miss Dior - clássicos que, por acaso, sempre me passaram um bocadinho ao lado -, Chloé - outro clássico que também nunca me despertou muito interesse -, o Light Blue da Dolce & Gabanna - onde, seguramente, três em cada quatro de nós o usa (sugiro o novo, numa fórmula mais intensa) -, o Alien da Thierry Mugler que foi sugerido por muitas, muitas de vocês, o Omnia da Bvlgari - um floral que, ok, tem um cheirinho muito bom mas com o qual não me identifiquei -, o Girls Can do Anything da Zadig & Voltaire - um aroma bem ousado mas que na hora de começar a descartar hipóteses, ficou de parte -, o famoso La Vie Est Belle da Lancôme - um floriental muito procurado, claro que a marca Calvin Klein também é a preferida de muitas de vocês, o da Giorgio Armani também foi sugerido por três ou quatro meninas (o vermelho - Passione -  foi o que apreciei mais), o 212 da Carolina Herrera - já usei o Sexy, que é um poço de feminilidade e sensualidade, recomendo a quem aprecia perfumes bem intensos e marcantes -, o Daisy Dream da Marc Jacobs também foi uma das sugestões (mas não me aqueceu o coração, talvez por ser demasiado floral), o Black Opium da Yves Saint Laurent que também já usei, com aquelas notas a café e jasmim que não deixa ninguém indiferente (mas quuuuuase tão batido como o Light Blue), o Allure da Chanel que só me foi sugerido depois de ter passado na perfumaria, mas que vou querer experimentar, porque conheço a versão masculina e é uma pequena maravilha (o que pode não quer dizer nada). O Black XS da Paco Rabanne, o J'Adore da Dior, o The Scent e o Boss Nuit da Hugo Boss também fizeram parte das vossas sugestões.

Bom... No mesmo dia, consegui dar um saltinho à perfumaria cá do sitio e acho que snifei tudo o que havia para snifar. Quase tudo, vá. Saí de lá com as narinas a pedir socorro, mas mais ou menos decidida e com uma espécie de top 5. A saber:


Emporio Armani Elle - Giorgio Armani

Ninguém sugeriu este perfume, mas eu já o usei há long time ago e tinha ideia de ser uma pequena maravilha. E é!! Experimentei de novo e mal senti este cheirinho delicioso voei até à minha adolescência num piscar de olhos. Tenho (acho que todos temos) o que se pode chamar de memória olfactiva e associo pessoas, épocas e locais a perfumes. Este traz-me boas recordações e era menina para voltar a apostar nele. Um aroma subtil e delicado, mas ao mesmo tempo muito feminino, sensual e exótico, sem chegar a ser provocador. Este é daqueles perfumes que cai bem tanto no Inverno como no Verão, embora eu não faça essa distinção (se é de perfumes quentes que eu gosto, é perfumes quentes que eu uso todo o ano). Apesar de não ser tão forte e intenso como os perfumes que costumo usar, há qualquer coisa neste perfume que não me deixa ficar indiferente e que o mantém nas minhas preferências.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Gaijices, cenas várias e eu #2



E não é que passados 31 anos de vida a pessoa estreou-se no verniz preto? Diz que há uma primeira vez para tudo e esta levou uns anitos para acontecer, mas aconteceu. Assim na loucura, já tinha usado um azul escuro (bastante bonito, diga-se), mas preto nunca.

No Inverno gosto de usar vermelho, bordeaux bem escuro, cinzento e nudes. Se bem que vermelho é aquele clássico que fica bem em qualquer altura do ano. Também aprecio bastante castanho escuro, bem escuro ali a roçar o preto, embora não me lembre da última vez que as minhas unhas viram essa cor. Talvez desde o tempo em que comprava vernizes (semana sim, semana sim) e me dava ao trabalho de pintar unhas em casa: hora e meia a pintar, mais outra hora e meia a deixar secar, tanto tempo de pura dedicação para lascar uma ou duas unhas no dia a seguir, quando não era no próprio dia. Isso e as impressões digitais dos lençóis que me deixavam com uns nervos a modos que apopléticos logo de manhã.

Bom, dizia eu que no Inverno gosto de vermelho, bordeaux, cinzento, nudes, castanho escuro e, mais recentemente, preto. Sim, fiquei rendida e sou menina para voltar a pintar lá para Novembro. E só assim para animar a malta, gosto de verde tropa, especialmente, no Outono. Mas não gosto de qualquer um, tem de ser exactamente aqueeeele tom que eu gosto. Que não é qualquer um.

No Verão, adoro coral e podia ficar-me por aqui. Mas também gosto muitinho de verde água e de branco. Adoro de paixão unhas brancas a contrastar no moreno da pele.

Nunca fui de unhas cor-de-rosa, laranjas, verdes alface e odeio metalizados. Mas já me deu para roxos, azuis (de variados tons) e amarelos (pastel!!, do mal o menos). Graças a Deus e a todos os santinhos que nunca me deu para andar com desenhinhos pirosos e apliques e cenas penduradas e outras variantes estrambólicas nas unhas a que dão o nome de nail art (pffffffff).

É isto portanto que me apraz comunicar a uma segunda-feira pela hora de almoço.

[ahhhhhhh, nãooo, também quero falar de perfumes com vocês!! Depois das vossas amáveis sugestões e de já ter metido as narinas na perfumaria mais próxima, tenho um breve apanhado da situação a fazer. Fica para mais loguinho senão estiver muito falecida do treino.]


sábado, 6 de abril de 2019

Quero muiiiiiito, porfavorziiiiiinho!!!

Assumo, eu tenho um problema com sapatilhas (*). A pessoa, eu, faz hoje precisamente oito dias que investiu numas lindonas Adidas Samba, mas já está a babar-se não por um mas por mais dois pares de sapatilhas!!
Oh só que coisa mailinda...

Adidas Sleek
(Instagram Kicks)

Adidas Continental 80
(Instagram Kicks)

Como é que uma pessoa aguenta?
Vá, antes isto do que droga.

(*) e outro chamado "pouco dinheiro para tanto bom gosto". Já disse que a vida é injusta, não já?


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Sexta-feira

É Primavera, está frio com'ó raio, chove a cântaros, mas é sexta-feira. Só vos dou informações pertinentes, não é, coisinhas mais fofuxas da Gata? Mas ainda digo mais. Esta chuva não dura para sempre, é só até a Feira de Março acabar. Lá para o dia 25, portantessss.

Mas bom, é sexta-feira e sexta-feira é sinónimo de coisas boas, logo a começar porque são véspera de fim-de-semana e a acabar porque são véspera de fim-de-semana. Não quero dar a ideia de que não gosto da sexta-feira, porque gosto e sabe-me bem chegar a este dia, mas sinto é um cansaço dos diabos. Enquanto uns fazem mil e um planos - ele é 'bora jantar fora, ele é 'bora cafezar, ele é 'bora curtir até de manhã -, eu cá só quero é chegar a casa, jantar e enfiar-me na cama. Posso pegar num livro para ler, ou deambular pelas redes sociais até não aguentar os olhos abertos, mas o desejo máximo é esticar-me nos meus aposentos e descansar. Ficar assim, sussugadita, no meu cantinho, no meu silêncio. Ou, no máximo dos máximos, com o ronronar do Pepe como "música" de fundo.

Para o fim-de-semana não há grandes planos. Além das lides domésticas e de querer ver se é desta que meto a mão (e o ferro, vá) a uma torre de roupa por passar que ando a fingir que não existe há semanas, também quero ver se faço nenhum. Fazer nenhum é uma coisa que me faz falta, embora tenha alguma dificuldade em saber fazê-lo. Ah! Amanhã vai haver lanche ajantarado com a maltinha da box, se calhar a parte do fazer nenhum vai ficar só para domingo. Eu bem disse que tenho alguma dificuldade em fazer nenhum. E o pior nem é isso. O pior vai ser conseguir resistir à tentação do demónio e manter bem firme o desafio sem açúcar deste mês. Estão a imaginar, não estão? Toda eu rodeada de comida do mal e a modos queeee, só observo. Não se riam porque não tem piada, 'tá!! Há quem deseje ganhar o Euromilhões, já eu desejava comer como uma javarda e ainda assim ter uma barriga à Carolina Patrocínio. Mas diz que não dá. Vida injusta.

Vá... bom fim-de-semana pessoas!

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Malas nunca são demais #3

Dos criadores de "malas nunca são demais", vem aí, "falência na certa".

 Guess (link)


Guess (link)

Porque no caso de dúvida, a pessoa atira-se às duas. Fácil (ou não).


quarta-feira, 3 de abril de 2019

Não fossem os 12 cm de salto...


GUESS (link)

...e tínhamos tudo para sermos felizes por aí.
Imagino-as num look branco total, num look preto total, nuns boyfriend ou mom jeans com t-shirt branca e blazer preto, enfim...imagino-as a fazer um brilharete nos pezinhos de alguém. Oh coisinha mailinda e fofa da sua mãe!

terça-feira, 2 de abril de 2019

Gaijices, cenas várias e eu #1


A pessoa que vos escreve padece de jeanstress, um fenómeno da psique que acabei de inventar, mas que descreve na perfeição o estado de nervos que um singelo par de calças tem provocado na minha pessoa. Tanto que, proíbe-me a mim própria de cair na tentação de apostar num novo par de jeans - seja ele mid waist, high waist, regular fit, push-in, push-up ou o caralhinho -, até os meus membros inferiores ultrapassarem esta crise existencial. Não há condições. A pessoa finalmente descobre a oitava maravilha nos jeans de cintura subida, nomeadamente, nos mom jeans, depois de anos e anos enfiada em cinturas descidas, sempre com aquela preocupação de ter ou não a fisga (vulgo, cuecas de fio dental) à mostra e com a aragem a bater nos rins, mas se veste o 36 parece um saco de batatas, e se veste o 34 sente o quadrícep a pedir socorro e a celulite a multiplicar-se à velocidade da luz tal é a má circulação. É que nem vamos falar dos skinny jeans!!! Atentem no que vos digo, já vi pessoas cortarem os pulsos por menos. 

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Parece mentira mas é verdade


Olá Blogosfera, parece mentira, mas estou aqui!
Está alguém aí desse lado?
Dos 23427 leitores de tempos idos deste mui nobre espaço, restam quantos? 10? 6? 2? Quem são os resistentes?

A vocês, que ainda mantêm uma réstia de esperança na minha pessoa, peço imensa desculpa pela ausência dos últimos tempos, mas devo ter sido possuída pelo síndrome da página em branco. Não tenho sentido qualquer inspiração para escrever nem para partilhar o que quer que seja. Nem mesmo futilidades, o que pode ser considerado um sinal de alerta pelo departamento de psique.

Não sei mas...talvez a evidente perda de interesse pelos blogs em geral, também tenha um "dedo" ou dois nesta minha falta de entusiasmo em escrever. Não sei o que vocês acham, mas o que sinto é que, hoje em dia, poucas pessoas lêem blogs ou têm paciência para grandes blábláblás, preferindo um conteúdo mais instantâneo, como é o caso do Instagram. Eu própria confesso que tenho não tenho acompanhado blogs.

Talvez seja só uma fase, mas, já agora, gostava de saber qual é a vossa opinião em relação aos blogs em geral e ao meu em particular. Se vale a pena ou não escrever num blog? O que mais gostam de ler num blog? Quais as vossas rubricas e temas favoritos? Contem-me tudo e deixem-me as vossas sugestões. Pode ser que o "bichinho" desperte dentro da minha pessoa.

E nisto, já entrámos na Primavera e no segundo trimestre do ano. Além de sentir-me cada vez mais atropelada pelo tempo, por aqui, tem sido a vidinha do costume: casa, trabalho, ginásio, com gordices e outros momentos lúdicos pelo meio. AHHHHHHHHHHH!! Por falar em gordices, ontem, enquanto comia um belo McFlurry de Oreo, decidi que arrancava este mês de Abril com um novo desafio de trinta dias sem açúcar. Mas, depressa me lembrei de um pequeno pormenor chamado folar da Páscoa (com pito, de preferência) e, numa pequena troca de ideias com algumas seguidoras fofinhas decidi o seguinte: Abril sem açúcar com interrupção no fim-de-semana de Páscoa, seguido de trinta dias sem açúcar em Maio. Quem alinha comigo? Váááá, deixem-se de mimimi, ÓÓkey?!

Falemos de outros temas igualmente fracturantes para a sociedade, como por exemplo, isso mesmo!, falemos de trapos. Ando aqui cheia de vontade de estoirar metade e outro tanto do ordenado em roupa, mas chego às lojas e não vejo assim nada que me aqueça o coração e que justifique entrar em falência técnica. No entanto, acabei por afogar as mágoas numas sapatilhas. Não me julguem, cada um é feliz à sua maneira.