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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Porquê tomar proteína whey?


Se por um lado, uma pessoa que não pratica desporto consegue os nutrientes necessários para o dia-a-dia através dos alimentos, por outro lado, é natural que uma pessoa que treina com regularidade e com alguma intensidade precise de mais nutrientes e tenha necessidade de suplementação desportiva. É aqui que entra a tão famosa whey protein.

A proteína whey é a proteína do soro do leite que é extraída durante a transformação do leite em queijo, logo, é 100% natural. Para além disso, tem alto valor biológico e grande capacidade de absorção e é de fácil digestão.
Há sempre quem goste de mandar umas "postas de pescada" para o ar e "ah e tal, esta agora anda a tomar CENAS", mas whey não são CENAS e está longe de ser pindériquices fit. É dos suplementos mais simples e super essenciais, uma vez que evita a destruição do tecido muscular, para além de promover a perda de gordura.



Motivos para tomar proteína whey?

1- Fornece os aminoácidos essenciais ao corpo;
2- Ajuda no crescimento da massa muscular;
3- É antioxidante e acelera o metabolismo, logo, ajuda na perda de gordura;
4- Ajuda na recuperação dos músculos depois do treino.

Chegam?

E agora vocês perguntam, e bem, "mas quando é que devemos tomar essa coisa?". Há quem tome antes, mas eu opto por tomar sempre no fim do treino, porque é quando o corpo suplica por ajuda. De facto, depois de treinar o nutriente mais importante a ingerir é a proteína, uma vez que vai repor o músculo. Claro que podemos ir buscar proteína aos ovos, à carne, ao peixe, ao atum, ao queijo, etc, mas como referi acima, quem treina regularmente e com intensidade tem necessidade de um "extra".
"Então e tomas como?". Eu faço um shaker com apenas um scoop (copinho que já vem com o pote) de whey e junto água. Mas também podemos juntar um scoop de whey às panquecas, por exemplo, ou até fazer muffins para o lanche (vai ser a minha próxima experiência).


A whey protein que tomo é a que vos mostro nas fotos e é da marca Prozis. Tem um sabor delicioso a chocolate e menta e é a minha preferida.

Para terminar, deixo-vos com quatro produtos whey que podem encontrar na Prozis, incluindo a que eu tomo (é a primeira imagem), e basta clicar na imagem de cada um para saberem preços, sabores e outros pormenores.




Espero que esta informação vos seja útil! =)
Boa semana e já sabem, "stay active"!

35 comentários:

  1. Saudades dos tempos em que eu precisava da minha proteína :p Também tomava depois do treino, como tu!

    http://www.mykindofjoy.com/

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  2. Olá Gata,

    Chamo-me Susana e já comentei algumas vezes os teus posts, nomeadamente os que são relacionados com a corrida.
    Infelizmente detest proteína. Sei que é essencial para quem treina, e no meu caso são 5 dias por semana, mas é mesmo uma questão de gusto pessoal.
    Por isso, tive de me adaptar e encontrei um recuperador muscular (também no site da Prozis) que parece um verdadeiro sumo de laranja e que me tem ajudado na recuperação da fadiga muscular.
    Sei que não são bem a mesma coisa, mas conheço muitas pessoas que, tal como eu, não consegue engolir esses batidos proteicos.
    Fica a sugestão!

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    1. Olá Susana! =)
      Obrigada por teres partilhado a tua sugestão, sempre pode ser útil a quem vem e lê.
      Por acaso, já ouvi pessoas queixarem-se do sabor da proteína e o meu próprio marido já tomou uma que não gostava tanto. Se calhar depende dos sabores e das marcas. Esta que tomo é realmente boa de se beber, já experimentaste?

      Um beijinho *

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    2. Olá Gata,

      Ainda não experimentei esta...mas vou tentar! Pode ser que seja desta!
      Sobre a Meia Maratona, boa sorte! Eu fiz a de Lisboa e também tinha estado parada 3 semanas antes da prova com uma inflamação do menisco.
      Passei os 21 km a pensar que ia arrebentar com o joelho a qualquer momento. Felizmente correu tudo bem e foi uma experiência espectacular. De tal forma boa, que já estou inscrita para a Meia Maratona Vodafone (na Ponte Vasco da Gama) e na dos Descobrimentos em Dezembro.
      Boa sorte e aproveita!!

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    3. Obrigada Susana, bem preciso! =))
      Ainda bem que correu tudo bem, normalmente, tudo o que mete joelho/menisco é mais complicadito. Bemmm, apanhaste-lhe o gosto! :D Acredito que seja uma experiência óptima! E já falta tão pouco, aiiii! :D :D

      Beijinho

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    4. Detesto com água, eu tomo com leite magro e fica completamente diferente, assim gosto muito :))

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  3. Olá SÔ Dona Gata;) Uuuuuuiiii que a coisa esta de facto a tornar-se séria, elaaaaaa;) Quando é que é a tal meia maratona de Aveiro? Esta quase não está? Bons treinos e muito cuidado com essa preparação... Beijinhos (QB)

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    1. Oláááá sô dona Cláudia! =))
      Tem de ser! :D E isto não pode ser só treinar e treinar, tem de haver "cabecinha" também!

      Quanto à Meia, falta precisamente uma semana (aiiiiiiiiiiii)! E não vou fazer de conta que não...vai ser muito, muito duro. Aquelas três semanas parada estragaram tudo... Mas pronto, vou na fé. =)

      Beijoca q.b. =)

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  4. Gata, sempre vais correr a meia? Como estás no que toca a preparação? Eu tb ia fazer a minha 1a meia, mas tb estive parada 3 semanas e um amigo fisioterapeuta aconselhou-me a mudar de ideias.. cada caso é um caso, mas antes de "embarcares em loucuras" convém aconselhares te com quem sabe. Eu estou desolada, mas prefiro evitar esforços ou lesões piores. Seja qual for a tua decisão, espero que seja o melhor pra ti! Beijinhos :)

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    1. Vou =) Mas não posso dizer que estou 100% preparada, naturalmente. Três semanas parada roubaram-me muito treino e como é óbvio faz a diferença. Mas vou tentar gerir o ritmo da melhor força, se sentir alguma dor anormal que não seja o normal do cansaço paro logo e pronto...vou na fé! =)

      Obrigada pela força! =))
      Um beijinho

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  5. Alguém aqui já experimentou o Lipo 6 Black Hers? Dizem ser óptimo para quem treina muito e quer "secar" mas fico sempre na dúvida

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  6. Nádia, onde andas rapariga? Estou a espera do teu comentário sobre este post :)! Sendo vegana já há uns anos (5 +-), e não vendo grandes conversas sobre o tema aqui por terras portuguesas, fiquei muito feliz e surpreendida, por ver os teus 2 comentários em posts anteriores.
    Não me manifesto muito sobre as escolhas pessoais de cada um (como a alimentação), pois por experiências anteriores, acaba-se por se tornar muito frustrante... ao fim de algum tempo percebemos que é como estar a falar em chinês com um português. Para nós tão óbvio, e os outros não nos entendem de todo. Mas admiro as pessoas que tem a energia e dedicação para tentar gerar uma mudança no mundo (nem que seja de uma só pessoa).
    Tudo de bom para ti.

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    1. Estou aqui! Olha, eu passo por fazes em que estou bem é caladinha e outras em que não consigo calar, porque a desinformação é muita. As pessoas estão completamente enganadas em relação ao que lhes faz bem e mal, e acham que uma alimentação saudável é uma em que contam calorias para poderem desfrutar da sua porção diária de peixe e carne. Quanto à proteína... faço exercício e obtenho toda a proteína que necessito através de uma alimentação vegana. Há até bodybuilders veganos, que são a prova de que não precisamos destes suplementos de origem animal. Mas eu reconheço uma causa perdida, e alguém que se refere a uma dieta vegana como "extrema", como a Bruna, tem muito caminho para fazer sozinha. Provavelmente não o fará, mas tem a informação ao alcance de um clique.

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    2. Bem que tinha ficado com a ligeira sensação de teres ficado "sensibilizada" por eu ter mencionado a palavra "extrema"! Mas o "extrema" foi apenas no sentido da dieta vegan excluir o peixe, carne, ovos, etc, etc, e para mim, que tenho a alimentação comum, é ser uma dieta extrema já que exclui grande parte dos alimentos que estou habituada a consumir. Foi SÓ isso e não foi de looooonge um ataque à vossa dieta, até porque eu não entro nesse tipo de "discussões", nem sequer critico.
      Nesse sentido, não tens de reconhecer como uma causa perdida, só tens mesmo de respeitar as opções de cada um.

      Quanto a mim, tens razão, é mesmo um "longo caminho" que não pretendo fazer. Prefiro ter uma alimentação o mais equilibrada possível e sem fundamentalismos.

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    3. Tal como as pessoas desinformadas acerca da alimentação vegana podem tornar-se cansativas por, muitas vezes, falarem sem conhecimento, também muitas veganas se tornam insuportáveis por tentarem (quase que) impor as suas ideias....acredito que uma alimentação vegana seja saudável e completa mas não me venham com histórias que uma alimentação à base de "tudo" seja menos benéfica

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    4. É mais benéfica pelo menos para os animais que não são comidos. Sou sincera, penso há muito fazer uma dieta desse género e já só como frango, algum porco e peixe, mas não pelo bem que faz, mas sim para não sacrificar os animais.

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    5. Noto a forma como dizes que não foi uma ataque mas atiras o "fundamentalismos" no final. Bem sei, já estive desse lado e sei que parece tudo muito estranho. Mas acredita que o fundamentalismo não está em quem escolhe viver fazendo o menor mal possível. Tudo o que peço a qualquer pessoa, e principalmente a quem tem um blog e tem um certo papel de formadora de opinião, é que se informem. Vejam o Earthlings (narrado pelo Joaquin Phoenix), assistam ao Cowspiracy. Só com toda a informação podemos dizer que a forma como decidimos viver é uma escolha no verdadeiro sentido do termo. E anónimo, quando vê alguém a defender uma dieta omnívora, também fica cansado? Parece-me que, para quem come carne, um bom vegan é um vegan caladinho, que não os faça pensar nas suas escolhas.

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    6. Cada um come o que quer (ou o que lhe deixam); evangelizações a esta hora, não, por favor.

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    7. Anónimo, poupe-me. Somos bombardeados diariamente com apelos ao consumo de produtos de origem animal e um comentário a defender o veganismo é uma tentativa de evangelização? Tem medo de quê? A sua escolha é uma escolha ou fruto de condicionamento?

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    8. Tanta agressividade...Pelos seus comentários não me parece que a mudança de alimentação lhe tenha trazido paz de espírito.

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    9. 'àlaber... o natural (que vem de natureza) é que o ser humano consuma proteína animal. É uma questão de cadeia alimentar que vem desde que começamos a ganhar dentes suficientemente fortes para mastigar carne crua. É uma questão genética indiscutível.
      Se a questão vegana é tentar lutar por um mundo com sofrimento animal reduzido, com políticas de criação/abate sustentáveis, então aqui deixo a minha vénia. Se for querer abolir um regime alimentar que faz parte do que somos desde que o somos já é uma luta sem sentido. Até porque aqui entramos na questão da hierarquização de seres vivos. O animal de quatro patas vale mais do que o de duas, o animal com escamas vale mais do que o que tem asas, o rastejante é preterido ao das penas (isto porque se não comemos bifes também não matamos baratas, moscas, mosquitos, centopeias e outros que tais).
      Já para não falar da questão subjacente ao consumo intensivo de vegetais, nomeadamente as mutações genéticas de soja, milho e afins para alterar os períodos e formas de crescimento, a produção intensiva de alimentos fora do seu tempo e espaço, o uso de mão de obra escrava na seu cultivo (ou somos todos inocentes de achar que aquelas frutas tropicais tão jeitosas que estão no supermercado e dão fotos tão lindinhas no IG são todas fruto de trabalho justo?!?) para dar resposta ao seu consumo global.

      Se andarem por esse mundo fora a erguer a bandeira do consumo de produtos biológicos e economicamente sustentáveis: palminhas, palminhas! Se for só porque acham os leitoezinhos e vitelinhas animais fofinhos e até viram uns documentários engraçados que geraram mais uns milhões para os bolsos de quem já tinha bastantes (mas fez o quê para remediar?), aí calminha com o andor que somos chegados ao ponto de 'todos temos palas nos olhos só muda é a cor'.

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    10. Muito bem! Um comentário de uma lucidez pouco habitual neste blog.

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    11. Anónimo da paz de espírito, os veganos não são santinhos cujo objetivo de vida é atingir o nirvana, são pessoas como o anónimo, talvez só um bocadinho mais despertas. Ainda assim, não vejo onde encontra nas minhas palavras "tanta agressividade". Que queira ver isso, já é outra conversa. Ao anónimo seguinte, é desonestidade intelectual o que está a dizer. Se não comemos carne não matamos mosquitos? Então sugere que, uma vez que não posso evitar matar mosquitos quando ando de carro, não vale a pena não comer animais porque é impossível fazer o bem absoluto? É tudo ou nada? Os leitõezinhos não são fofinhos, são seres sencientes que possuem sistema nervoso central tal como os humanos, a mesma capacidade de sofrer. Quer ver um documentário engraçado? Veja o Earthlings e depois quando parar de vomitar volte cá. É valente que chegue para isso ou não?

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    12. Desonestidade intelectual, Nádia, é ter ignorado todos os outros factos que enumerei.
      Presumo que sabendo o sofrimento dos agricultores em condições de escravidão nos campos da China/Vietname e afins também tenha deixado de comer arroz ou se certifique da sua origem cada vez que vai ao seu supermercado. E já que falamos nisso, também não beba café ou chá pelas mesmas razões. Nem vista roupa da Inditex ou topshop ou forever21, e não calce ou vista nike/puma/etcetal e se recuse a entrar numa Primark, tudo porque se recusa a ser conivente com o sofrimento alheio de seres sencientes incapazes de se defenderem.
      E já que voltou a mencionar a fonte da sua fundamentação lógica com documentários de origem duvidosa, cujos custos foram financiados não se sabe bem por quem nem a finalidade dos lucros clarificada, aproveito para lhe voltar a dizer "palas todos temos, só mudam de cor".
      Por não ser uma questão de tudo ou nada é que deixar simplesmente de comer carne está mais que provado não ser solução, porque o veganismo em si mesmo também acarreta um sem numero de problemas, dos quais até lhei alguns exemplos anteriormente e os quais a Nadia escolheu ignorar.
      Desonestidade intelectual, Nadia, é olharmos para um problema apenas do prisma que mais nos interessa.

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    13. Anónimo, eu não escolhi ignorar nada. Mas este blog não é meu, e não vou escrever um ensaio de 1000 palavras neste espaço. Aqui, digo-lhe apenas que um vegano, ao contrário de um carnista, não está a fazer o que lhe é mais conveniente: faz o que faz porque algo o fez acordar - ser vegano é o mínimo que pode fazer. Também já tentei arranjar argumentos para usar botas e malas de pele ou para comer peixe mas não encontrei. Sabe porquê? Porque não há. A nível ético não há nada que justifique comer animais. Usar uma t-shirt Inditex invalida alguma coisa? Repare como admite que comer carne e vestir roupa Inditex são duas instâncias coniventes com o sofrimento de seres sencientes, para de seguida dizer, basicamente, que ou se faz tudo ou nada. Quem se esforça mais para evitar esse sofrimento, alguém que veste uma t-shirt Inditex e é vegano ou alguém que veste uma t-shirt Inditex e come carne? A mim não me interessa nenhum prisma - se olhasse para o problema através do prisma que interessa às minhas papilas gustativas até comia queijo de vez em quando, veja lá. Eu olho para o problema da única maneira correta - pondo de parte os meus interesses pessoais. Tente fazer o mesmo e, em vez de me acusar de desonestidade por não poder ter esta conversa num blog que não é meu, olhe, envie-me um e-mail.

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    14. Declaração de interesses inicial: não sou o anónimo que respondeu inicialmente à Nádia mas concordo com tudo o que ele disse e tenho ainda mais alguns apontamentos a acrescentar porque sou menos politicamente correcta:

      1º a Nádia tem um discurso altamente hipócrita. Quando diz " Quem se esforça mais para evitar esse sofrimento, alguém que veste uma t-shirt Inditex e é vegano ou alguém que veste uma t-shirt Inditex e come carne? " faz-me lembrar aqueles "patrões" que dizem à boca cheia que são uns grandes empresários por pagarem 500€ por 200 horas de trabalho dos seus funcionários, porque antes receber uns miseráveis e escravos 500 do que não receber nenhum... À Nádia faz-lhe muita confusão ter um bife no prato mas não tanto umas botas novas e supé-giras e fashion e in em pele nos pés, ainda que tenham vindo do mesmo animal.
      2º O anónimo anterior deu-lhe vários argumentos válidos: falou no comércio justo, na criação sustentável e agricultura biológica, nos problemas ambientais e estruturais que a produção intensiva de cereais/vegetais acarreta para o ambiente e para a própria humanidade e a Nádia só respondeu àquilo que lhe deu jeito responder com o argumento "ai este blog não é meu, não vou estar aqui a escrever um livro"... tretas!!! Não respondeu porque sabe que nenhuma moeda tem dois lados impolutos. Porque honestamente a base da sua argumentação é altamente falaciosa e cheia de falta de ética. A Nádia abdica daquilo que até nem lhe faz muita diferença abdicar porque até já nem gostava muito da carne e então vamos juntar o útil ao agradável. E se há coisa risível neste mundo são as pessoas que comem colheres de superioridade ao pequeno-almoço para depois as vomitarem sob forma de incoerência ao lanche.
      3º Sabia que se todos os humanos seguissem a sua teoria do "aué-aué, veganismo é que é" a maior parte desses animais sencientes estariam condenados à extinção. “Eiiiiissss que exagero!!! “ Só que não. Sabe quanto custa manter um animal de grande porte como uma vaca ou um porco numa cultura biológica? A menos que more em regiões raras como os Açores em que o pastoreio é farto todo o ano, sai muito caro. E enaltecendo a extinção da criação dos mesmos em regimes intensivos tínhamos, porém, o revés da medalha: se a maioria das pessoas que os cria de forma correcta não tivesse a contrapartida da alimentação para justificar esse investimento, ia simplesmente deixar de criar animais. Mais, a menos que as galinhas e os patos passassem a ser tratados como animais de estimação (e só quem não sabe quais são as necessidades destes animais para crescerem num ambiente propício pode equacionar tal hipótese) esses também acabariam por desaparecer. Quer um exemplo claro disto que lhe falei: o gado asinino de Trás-os-Montes. Na medida em que deixou de ser utilizado como auxílio de trabalho na agricultura está praticamente em risco de extinção, o que só não vem acontecendo porque várias associações estão a tentar contrariar essa situação há vários anos. Em última instância iríamos passar a visitar zoos (lugares horríveis que mantém anos e anos e anos animais em ambientes desfasados das suas necessidades) cada vez que tivéssemos vontade de ver uma vaca e isso, desconfio, estaria longe, muito longe, daquilo que é ecologicamente saudável.

      (continua)

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    15. (continuação)

      4º Chegamos à questão dos seres sencientes que a Nádia apelou com tanto afinco. Sabia que os puritanos dessa teoria invocam que em algum momento todos os seres animais são capazes de sentir dor (que não está em nenhum momento ligada à consciência da causa/efeito da mesma) e que não se conseguindo provar em contrário tal hipótese essa deve ser a forma primária de entender. Portanto, segundo a teoria dos seres sencientes, um porco sofre na hora da morte mas um moscardo sofre igualmente e voltamos, pois, ao circulo vicioso da hierarquização de seres animais que foi mencionada. Mais, não sei se alguma vez teve hipótese de acompanhar a criação de um animal em ambiente ecologicamente sustentável. Eu, nascida e criada numa quinta, felizmente já. Acompanhar o crescimento de um leitão até se tornar num porco adulto, com espaço e condições para crescer no seu tempo e no seu ambiente é uma coisa extremamente gratificante. O que não invalida que chegado à idade adulta possa ter uma morte digna para que desempenhe o seu papel na cadeia alimentar. Porque sentir a morte e ter consciência da morte são coisas muuuuito distintas. Além disso, uma vez que debruça muito do seu tempo sobre este assunto, deverá saber que tanto um animal como um ser humano podem ser mortos numa fracção de segundos sem que sequer se apercebam daquilo que se passou, basta que tal seja feito por alguém que sabe efectivamente aquilo que está a fazer. O que nos remete, outra vez, para a necessidade de educação de práticas de abate sustentáveis que até já foram mencionadas e sobre as quais a Nádia nem se pronunciou.
      Em quinto e último lugar, digo-lhe que tirei meia-hora do meu tempo para visitar o seu blog e, porque ando nisto dos blogs há muito ano, só lhe posso dizer para se levar menos a sério. A Nádia é tão nova e já uma demagoga convicta. Escreve, escreve, escreve mas se o discurso for desconstruído muito pouco se aproveita, porque é de uma falta de coerência evidente.
      Documentários há muitos (imagine se todos os que viram documentários sobre pedofilia deixassem de pôr filhos no mundo, ou se todos os que viram documentários sobre violência doméstica deixassem de acreditar no amor, ou se todos os que acreditam em Deus o deixassem de fazer porque viram um cristão a ter más condutas), capacidade para pensar coerentemente e com espírito crítico é que há cada vez menos.

      Como vê, achei que devia e fiz um ensaio que andará muito perto das 1000 palavras (que até tive que dividir em dois comentários separados) e tenho a certeza que a Gata não se importa porque ela é suficientemente inteligente para perceber que o tamanho do meu comentário em nada afecta o blog dela.

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    16. TUMBAS!...piquena Nadiazinha foi atropelada por um camião TIR!

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  7. Simply put: não é necessário nada disso, mesmo para quem treina bastante. Basta reforçar a alimentação com determinados nutrientes (e não é necessário serem carne), para se obter, com a alimentação, a proteína toda de que se necessita. O meu namorado treina 2 vezes por dia, às vezes 3, não toma nada disso e mantém o seu peso e tem as análises óptimas. Essa ideia de que é necessário andar a meter essas porcarias é completamente errada, então para pessoas tipo tu que correm uns quilómetrozitos ao fim do dia (e nem todos os dias), ou fazem um ginásiozinho de 1h e pouco, enfim, só se for para rir.

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    1. E quem fala assim não é gago (ou escreve, vá).

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  8. Já estive para comprar muitas vezes mas o receio de não gostar vai-me impedindo de dar o passo. Por enquanto vou roubando a proteína aos alimentos! ;)
    Boa semana,
    Beijinho
    Cris

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  9. Depois do treino tomo sempre um batido de proteína whey e como uma peça de fruta. É importante associares hidratos de carbono de rápida absorção a seguir a treinares, para o teu corpo não ir buscar energia ao tecido muscular

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  10. Só tem cuidado para não dares cabo dos rins!! Quanto a correr já a meia maraton de Aveiro, cuidado.. Se começares a sentires dores mais vale so andar, para que não fiques parada em vez de 3 semanas, e meses!!

    porondeandaasofia.blogspot.com

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  11. Cristina F.19 abril, 2016

    Tomei a da segunda foto durante algum tempo, sempre depois do treino, mas não acabei a embalagem porque comecei a enjoar o sabor. Tomava com leite magro, com água era mau demais (para mim) e com sumo de laranja, pior. O problema é que as embalagens são muito grandes (1kg, 2 kg...) e a pessoa enjoa o sabor antes de conseguir acabá-la. Desisti da proteína, reforço com a alimentação.

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