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quarta-feira, 11 de maio de 2016

Carolina Patrocínio e o seu polémico decote (parte 127)


E a dúvida mantém-se: será que o que incomoda esta malta que está sempre pronta a apontar o dedo é mesmo a saliência do esterno ou será a gigante auto-estima da Carolina? Porque só uma pessoa muito segura de si é que é capaz de aceitar o seu corpo tal como ele é e exibi-lo sem qualquer pudor. Algo capaz de incomodar muita gente, na maioria dos casos, os fracos de espírito.

E agora, podemos falar do vestido? Pois que eu dava o cu e cinco tostões por ele (pardon my french). Coisa mailinda.



terça-feira, 10 de maio de 2016

Foi o melhor que se arranjou #211

Sou fã de riscas desde que me lembro. E apesar de gostar deste padrão para toda altura do ano, parece que é nos dias de sol quando encaixa ainda melhor. Dias esses que mais parecem uma miragem, mas não vamos falar sobre isso antes que se me dê uma coisinha má.

Também já vos tinha dito que adoro bandanas. E não, não têm de ser usadas só no pescoço. Tanto vão bem no cabelo como bandolete ao melhor estilo pin-up, como no pulso ou até mesmo na mala para dar aquele toque. Ainda ando à procura da minha azul dos tempos de escola e do lenço na cabeça, mas ainda não dei com ela, mas também ainda não desisti de procurar.

Este foi daqueles looks feitos sem pensar muito no assunto, foi abrir o armário e quero isto, e isto e aquilo e já está. Acho que é quando resulta melhor. Looks simples com informação na dose certa, são sempre os meus preferidos. Riscas, branco e ganga têm tudo para dar sempre certo. O resto são aqueles pormenores que fazem a diferença entre um look aborrecido e um "hey que ela vai ali". E as saudades que eu já tinha do brilho dos meus slip-on? Sol, volta por favor.


P.S.: Reconhecem a rua? A famosa Luís de Camões, a rua dos chapéus coloridos que não tarda estão de volta (yeaaaahhhhhh).


Bater recordes


A Meia Maratona foi há duas semanas e há duas semanas que não corria. Hoje foi o dia. Não sei se foi do efeito ressaca, se do medo de apanhar uma valente molha no lombo, se de estar com as putas das cólicas entaladas, mas para além de ter corrido mais do que tinha pensado para este regresso, consegui fazê-lo ao meu melhor ritmo de todo o sempre: 5:38 min/km. Sei que não é nada de brilhante e que há aí desse lado, com toda a certeza, muitos "Pepe Rápido" que fazem muiiiiito melhor, mas foi o melhor que consegui fazer, foi mais um passo em frente, foi o superar-me mais um bocadinho, foi o vencer-me a mim própria e isso por si só já é a coisa mais espectacular de sempre.

Confesso que fiz-me à estrada sem grandes expectativas. Duas semanas parada depois de uma prova longa podia deitar por terra boa parte de todo o trabalho feito até então. Depois, o facto de ter sentido uma ligeira dor nas canelas nas duas vezes que fui ao ginásio e corri dez minutos na passadeira só para aquecer, fez-me temer o pior. Mas não, corri como se nada fosse, como se tivesse andado a treinar regularmente e senti-me a lebre cá do sitio. Como não ficar feliz (e parva)? :D

E só para manter esta motivação toda bem lá em cima o que é que vem meeeeeesmo a calhar? Roupinha giiiiira! Ah pois éééé, que isto de sair de casa alegremente para correr (ainda para mais com chuva) precisa sempre de uma boa dose de motivação extra, que não passa por vestir a mesma roupa que já se usou 127 vezes. A Sport Zone que mi aguuuuardji.




(Para saberem preços e outros detalhes sobre as peças acima, basta clicar em cada uma delas.)


sábado, 7 de maio de 2016

Pequenas considerações sobre os últimos dias

1- Fiz mais quilómetros de carro nestes últimos quatro dias do que nos primeiros quatro meses do ano juntos;
2- Continua a ser estranho ir ao Algarve em trabalho quando sempre o associei a férias, praia, biquini, havaianas, bolas de berlim e festa (muita festa). No entanto, não deixa de ser bom voltar ao sitio onde já se foi muito feliz;
3- Olho para o trânsito de Lisboa e penso nas vantagens de viver na terriola;
4- Gostava que me explicassem como se eu fosse muito burra, comé qué possível o Barrio Latino estar fechado em plena quinta-feira à noite (logo eu que estava pronta para mostrar como é que se faz, wuuuahhhhhh);
5- Estou maravilhada com a zona de Cascais, Carcavelos, Estoril e toda a marginal (Sesimbra, continuo a gostar muito de ti). Mudava-me hoje mesmo para lá (tenho a certeza que eu e as "tiazonas" lá do sitio íamos ser as melhores amigas);
6- Foi na Capricciosa que comi a melhor pasta de todo o sempre;
7- Desde que descobri o grande Guilherme Duarte que o meu sonho era ir à Buraca. Assim, sem nada previsto, fui (e sobrevivi);
8- A Cova da Moura não deu sorte e não foi desta que fiquei euro-milionária (bem que desconfiava que era ontem que me voltava a não sair nada);
9- A melhor calinada da viagem: "camarisco";
10- A melhor gargalhada da viagem: "estou a ver as ervas a andar muito depressa"; 
11- O pior da viagem: estou MORTA. Precisava de um dia inteiro de muita ronha, com este tempinho então, oh que maravilha, mas não, espera-me um loooooongo e árduo dia. Inté.


terça-feira, 3 de maio de 2016

Pela sua santa saúde, o S. Pedro que não me apareça à frente!!

Juro por todos os santinhos e mais alguns que fazer a mala de viagem é o tormento dos tormentos. E se o simples acto por si só já é difícil, imaginem como não será com este tempo instável comá meeeeeeeerda. Vocês desculpem-me a franqueza, mas hoje estou exaurida de todo. Foi um dia difícil (acho que vou ter pesadelos com telemóveis a tocar), arranco não tarda nada e ainda tenho a mala por fazer e esperam-me uns bons quilómetros pela frente.
Mas voltando à mala (que tinha pensado fazer ontem e fiquei-me só pelo pensar)... Ontem e hoje esteve (e está) uma brasa dos diabos e davam mesmo temperaturas de 30 Cº para a semana toda. Ora, a Bruna (eu) vai andar pelo Algarve e Lisboa nos próximos dias e pensa "se aqui está assim, aquilo lá para baixo deve estar um braseiro do catano, se calhar posso ir já buscar as sandálias para levar, não vá eu andar a ferver dos pés". Pelo sim, pelo não, fui ao IPMA e deparo-me com o seguinte cenário:



Ok, vou contar até dez antes que me salte a tampa, 1, 2, 3, respira fundo, 4, 5, 6, respira fundo...NÃOOOO, mas q'eeeeesta meeeeerda, paah?!! Brincamos aos cowboys, é?!
Baaaahhhhhh, digam lá se não é de uma pessoa dizer umas quantas c*ralhadas daquelas valentes?! A juntar a isto, ainda temos o facto deste site não ser propriamente 100% fiável.
E agora? Levo mangas curtas? Compridas? Levo sandálias? Botins? Levo casaco fino? Casaco grosso? Calças brancas? Calças finas de tecido? Corto os pulsos? Baaaaahhhhhh, que neura, gente, que neura! FUI.



segunda-feira, 2 de maio de 2016

Os meus primeiros 21 kms

Eu, nervosa/ansiosa, mas feliz da vida antes de arrancar.

Faz hoje uma semana que eu estava nas minhas sete quintas. O meu corpo pesava toneladas, mas a minha alma estava leve como uma pena. Sentia-me parva de tão feliz. Para quem está de fora e liga zero às corridas, imagino que pense qualquer coisa como "esta gaja deve estar é parva de todo, mas que merda de importância tem uma corridinha, até parece que é única a conseguir esse tremendo feito desportivo, fica feliz com muito pouco, esta pobre rapariga". Neste sentido, convém salientar que este post é para quem me entende. Para quem já viveu e/ou vive a mesma experiência. Para quem vê a grandeza nas pequenas coisas da vida e para quem vê a felicidade na superação e nas mais simples conquistas pessoais.

Centro de Congressos, local da partida/chegada.

Ora bem, recuando no tempo posso dizer que mal acordei comecei com os nervos. Mentira. Deitei-me no dia anterior já com os nervos. Bem, se é para sermos sinceras, acho que andei a semana inteira em nervos pegados. Era a primeira prova (e logo 21 kms!!), era complemente principiante, não tinha treinado o que devia, nos treinos nunca fui além dos 15 kms, tinha medo que me empurrassem, tinha medo de não conseguir chegar ao fim, tinha medo que o ligamento do tornozelo ressentisse, estava aflita com o calor que ia estar e com a possibilidade de vento. Bem, estava numa PILHA!! Era todo um mundo novo para mim e acho que não me sentia assim tão nervosa desde os exames nacionais ou até mesmo desde os espectáculos de ballet. É que nem no dia do casamento estava assim (se calhar fez-me falta um victan).

Os meus companheiros de treino.

No entanto, apesar dos nervos e do calor terrível mesmo a puxar ao desmaio, sentia-me a correr como nunca senti. Sempre que dava conta do ritmo a que ia (5:20), abrandava com receio de cansar-me mais cedo, mas quando voltava a ver já ia eu toda lançada de novo. Não sei se era pelo ambiente em si, se por estar a correr juntamente com nnnn pessoas, se pelo percurso, se por ter conseguido estar ali apesar da lesão a meio dos treinos (embora tenha roubado muiiiita preparação), se pelo apoio, se pelo próprio desafio em si, mas sentia-me com força para dar e vender. Fiz os meus 10 kms mais rápidos (abaixo de 1h) e começava a acreditar que era bem capaz de despachar a prova em duas horas. Mal sabia eu que o pior estava para vir, infelizmente.

Foi o melhor que se arranjou #210

E estes últimos diazinhos de sol e temperaturas mais amenas, hã? Ma-ra-vi-lha. Isto de chegar a Maio ainda de botas nos pés e malhas vestidas não tem assunto nenhum. Agora é rezar para que assim continue, para arrumarmos com a roupa de Inverno de uma vez por todas (cross fingers).

Ora, dizia eu que chegámos a Maio, pois...este mês vai ser de LOUCOS, minhas amigas, de LOUUUCOS. E para começar em beleza, esta semana vou já de malas aviadas para o Algarve, Alentejo e Lisboa. De areal em areal, esplanada em esplanada? Naaa, era bom, mas é mesmo em trabalho. A juntar ao mês de trabalho particularmente mais agitado, tenho as mudanças. Tudo indica que não passa deste mês. Se por um lado sinto-me super entusiasma e felicíssima da vida, por outro, sinto-me a panicar de nervos só de pensar na trabalheira que me espera. Já sabem, aceitam-se voluntários para alombar com tralha e mais tralha que isto já sabem como é, temos de ser uns pojoutros.

Posto isto, se já tenho andado mais ausente aqui da blogozona é muito provável que a coisa piore durante este mês, no entanto, prometo que de quando em vez vou dando sinais de vida só para a vossa saudade não apertar assim muito. No caso de aperto, sempre têm as redes sociais, já que essas andam sempre onfire.

E para arrancar o mês de Maio em bom (dependendo da perspectiva), aqui fica um conjuntinho que gostei assim muito, muito. Dois pequenos apontamentos:
1- Lembram-se do meu dilema com as saias midi? Pois bem, adoro, mas sempre achei que não me favorecia por ser pessoa de anca avantajada. Quando experimentei um modelo pela primeira vez, o terror confirmou-se. No entanto, quis acreditar que o problema era daquele modelo em si (ou do espelho do provador) e dar uma nova oportunidade à peça. Quando vi a saia que vos mostro hoje ao preço da chuva, peguei logo nela e fui até ao provador a rezar a todos os santinhos para que assentasse como uma luva. E não é que até nem ficava mal de todo? Não pensei duas vezes e fui logo pagar. Assim como assim, caso mudasse de ideias o prejuízo não era muito. Andava ansiosa por estreá-la, mas o S. Pedro dificultou um bocadinho.
2- É na Primavera que declaro aberta a época dos turbantes e das fitinhas para o cabelo, ao melhor estilo pin-up. Adoro! A "coisa" funciona mais ou menos como os lenços: não posso ver um giro a piscar-me o olho que não lhe resisto de maneira nenhuma.

Agora vá, chega de conversê, estou no ir. Boa semaninha para vocês, piquenas do meu coração, que a minha vai ser bemmmmmm longa. Muaaahh *