Bola de berlim
Trata-se de uma criatura do inferno, altamente perigosa e torturante, pelo que não pode andar por aí à solta. Ataca especialmente na zona costeira de Portugal, e as suas presas predilectas e fáceis de atacar encontram-se, por norma, estendidas na areia de papo para o ar. Quem for, inevitavelmente, atacado por esta criatura, nunca mais se irá livrar dela. Ou na zona abdominal, ou nas ancas, ou no rabo, promete vir para ficar. Seja sob forma gelatinosa/gordurosa, seja em forma de pequenos e amorosos furos celulíticos, a mesma gruda-se na sua presa para todo o sempre.
Dá-se recompensa generosa (1,20€ que é quanto vale) a quem encontrar.
Pois que o bem-bom acabou e estou de volta dos algarves, buuááááááá nãoooo, quero voltaaaar, buuuáááááá. Snif, sinf.
E vocês, minhas almas penadas que por aqui vagueiam, tiveram saudades minhas? Nem vale a pena tentarem negar, porque eu consigo ver daqui esses olhos lacrimejantes de emoção por me terem de volta. Imagino o sofrimento que não é, não terem sinais da minha pessoa aqui por estas bandas. A blogosfera nem é a mesma (ah! ah! ah!).
Foram uns diazinhos que souberam muito bem e deu para matar saudades do Algarve. Já fui muito feliz por terras algarvias e é sempre bom poder voltar. Consegui ganhar uma corzinha e perder o ar de moléstia que jazia na minha pessoa. Mas não consegui resistir a esta praga que se dá pelo nome de "bola de berlim". Uma mulher não é de ferro e só não enfardei mais porque, e ao que parece, os senhores que espalham este pequeno terror pelas praias ainda não estão bem no activo (GRAAAAAças a Deus). O lado untoso que há em mim agradece.
E simmmmmmmm, tenho imensas fotos para vos mostrar, e assim que puder prometo partilhar um pouquinho destes dias com vocês. Só não sei quando. Tenho uma pequeno caos de roupa instalado em casa. Dá-me suores só de imaginar. Duas máquinas de roupa por passar, uma máquina de roupa branca já preparada, mais a roupa que está no cesto de roupa suja, que deve dar para mais umas duas máquinas. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii vou só ali atirar-me da ponte e já volto.











