Percebes que és realmente doida por almofadas quando és capaz de dar quase 60€ por uma.
sábado, 28 de maio de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Não fazia ideia que debaixo da farda das manhãs da Sic, podia estar um six-pack desta categoria, uh la la!
Resultados destes em oito meses é obra.
O João Paulo Rodrigues é mais uma inspiração do mundo "fit" e a prova de que com vontade e dedicação tudo se consegue.
Keep strong!
Olhó descontinhoooo, é pá mulher, pó home, pá criança e pá a casa!
La Redoute a espalhar magia em Portugal desde 1988 (quase há tanto tempo como eu). Pois é, quem nunca se deliciou a folhear um catálogo da La Redoute? A minha mãe tinha sempre um catálogo lá em casa, era quase como Bíblia Sagrada, e bem me lembro das minhas compras imaginárias. Na altura, ainda sem irmã para brincar, restava-me entreter sozinha e nada melhor do que brincar às compras, logo a seguir às barbies, claro. Depois, ainda querem que uma pessoa não seja consumista. Impossible.
Então, e quem é que está com 50% de desconto em toooooda a loja? Precisamente, a La Redoute. Quando digo em toda a loja é mesmo em toooooooda a loja, seja em artigos para mulher, seja para homem, seja para criança, seja para casa, até para o piriquito se arranja qualquer coisa a metade do preço.
Como sabem (se não sabem, deviam), a loja tem à disposição imensas marcas tipo Adidas, tipo Nike, tipo New Balance, tipo Levis, tipo tantas outras. Quase que me imaginava a desgraçar-me valentemente aqui na secção de sapatilhas, por exemplo, não fosse eu estar mais virada para a parte da decoração para a casa. Oh para mim a trocar um par de sapatilhas por um conjunto de almofadas. É a decadência.
E pronto, é isto. Caso queiram aproveitar para redecorar o vosso lar-doce-lar ou reabastecer os armários e gavetas lá de casa a metade do preço, façam-no até 31 de Maio, depois, caput, já foste.
Deixo-vos com alguns artigos disponíveis para a casa. Para saberem preços, ou ver artigos semelhantes, ou até mesmo só para ir buscar alguma inspiração, basta clicar em cada imagem.
quarta-feira, 25 de maio de 2016
AP report #1
| Eu em modo "gata-borralheira". |
Não estava fácil encontrar um T3. Desde o início do ano nisto e eu quuuuuase a cortar os pulsos. Ou eram caros, ou eram no “cu de Judas” ou não preenchiam os nossos requisitos mínimos de habitabilidade, enfim. Tivemos em mãos uma opção que nos agradou bastante a vários níveis, mas tratava-se de um processo de retoma do banco e a “coisa” estava demorada para resolver, pelo que desistimos de esperar. Até que assim numa daquelas coincidências felizes da vida, surge-nos uma daquelas oportunidades de não deixar fugir. Mas tinha (e tem) um pequeno “senão” – como é normal nestas coisas da procura da casa ideal -, o local. Não é que seja muito distante (a 5/7 minutos), mas não é no centro de Águeda como queríamos. Como eu tenho dito em tom de brincadeira, vamos para o meio das couves (ah! ah! ah!). O que traduzindo significa que vamos para uma freguesia periférica. Há quem diga que é bom pelo sossego, mas eu gostava muito de poder sair de casa a pé e ter tudo à mão de semear tipo padaria, farmácia, minimercado (que dá sempre jeito quando algo acaba sem contarmos) e se não fosse pedir muito, umas montras para lavar as vistas (wuuaaaahhhh).
Apesar de nunca me ter imaginado naquela terriola (muito menos ele), decidimos avançar com a compra, porque foi de facto um excelente negócio, diria mesmo negócio da China. E é um investimento que fica feito. A ideia é vendê-lo ou arrendá-lo (se bem que prefiro despachar logo, em vez de meter-me nas chatices que os alugueres acarretam sempre) mal apareça algo do nosso agrado em Águeda city. E o engraçado é que se o quisemos vender agora, já tínhamos comprador.
O apartamento está em excelente estado, mal foi habitado pelo que apesar dos seus 12 anos de construção está como novo e não há cá pontas de humidade (coisa que me consumiu os nervos no T1). Comparando com tudo o que andámos a ver, acaba por ser o que tem melhores áreas e melhor exposição solar. E tem piscina, não tem é manutenção (ahahahah!), mas vamos tratar de ver isso com o condomínio (isso e outras coisas e parece que já pressinto dores de cabeça). O hall de entrada não é tipo caixa de sapatos nem há cá corredores estreitos que detesto. Mas tem coisas que não gosto tanto, nomeadamente, os cerâmicos das casas de banho e o facto de não ter despensa. As varandas também são estreitas demais para o meu gosto. Os móveis de cozinha também não são a coisa mais moderna do mundo e as madeiras são um pouco escuras e eu sempre preferi claras. Mas nisto de comprar já feito é mesmo assim, podemos andar, correr e saltar que vai haver sempre algo que não gostamos. Até mesmo quando construímos ao nosso gosto, acontece sempre chegarmos ao fim e pensar “epa, se fosse hoje não fazia assim, fazia assado”.
Foi o melhor que se arranjou #213
Bom dia, meu povo, bom dia! Quem é vivo sempre aparece e aqui estou eu para aligeirar essas vossas saudades que já devem ser mais que muitas. Cheira-me que vossas excelências - cosinhas mais boas da sua Gata (isto não é graxa, juro que não) -, um dia destes, acusam-me de abandono e eu vou presa por negligência e da grosseira. É que estou mesmo a ver o filme. Mas vá, se ajudar, podem chamar-me uns quantos nomes à vontade que eu deixo, mas aproveitem que é só desta vez.
A cena é que as minhas atenções estão todas concentradas no meu futuro “lar doce lar”. Ainda não tive oportunidade de partilhar nada assim mais a fundo, mas mal assinámos a escritura demos logo início às mudanças e a tudo o que isso implica. O tempo que sobra é para descarregar ansiedades/stress no ginásio. Depois, há ainda aquele pequeno grande detalhe que já vos confidenciei, que é o facto de não me sentir no meu habitat natural (já só temos mesmo o essencial por aqui) e de isso mexer-me com os nervos. E eu cus nervos dá-me para não fazer nada, fico barafundida, não me aturo a mim quanto mais a vocês (mais sincera impossível, ah! ah! ah!). E prontos, a modos que é isto. Gostava muito de ter tudo tratado até ao final do mês (pelo menos o que nos impede de ir já para lá), mas cheira-me que não (façam figas para que sim). E vocês perguntam “então mas o que é que falta, mulher de Deus?” e eu respondo “deixemos esse pequeno testamento para outro post, sim?".
No conjuntinho que hoje partilho trago duas novidades do armário aqui de casa: a mala – que já vos tinha dado a conhecer por aqui e que não há assim muito mais a dizer (a não ser que estava a precisar desesperadamente) – e o top meeeeeega fofinho, gentilmente oferecido pela Aira. Eu que não sou nada de cor-de-rosas fiquei desde logo apaixonada por ele. Tem riscas, tem aquele pormenor lindo no decote, tem aquelas mangas super amorosas, tem tudo de bom.
Já não é novidade para ninguém que este tipo de tops são a sensação do momento e o difícil é não gostar. Fresquinhos, mimosinhos, super femininos, têm tudo para fazer deste Verão um Verão feliz. Verão esse que de dia para dia mais parece uma miragem, mas não pensemos nisso agora (antes que se me dê um ataque de fúria).
Agora vou-me, mas prometo voltar em breve com uma espécie de "Ap report". Inté!
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Globos de Ouro 2016: os "trambolhinhos-de-serviço"
Ontem, bem que tentei deixar este post pronto, mas já estava completamente bêbeda de sono. Não é que neste preciso momento esteja muito melhor, ainda para mais depois de levar um empeno daqueeeeles na aula de jump, mas bom, vamos a isto que eu sei que vocês estão doidas por destilar veneno (wuuuaaahhhhhh).
Victoria Guerra
Dizia eu no post anterior que uma mulher de vermelho fica sempre poderosa. Hummmmm, pois, tem dias. Neste caso em concreto, o vermelho só realça ainda mais este desastre em forma de vestido.
Ana Guiomar
Se a ideia era passar por uma cota de 60 anos, perfeito, nadica de nada a dizer.
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Globos de Ouro 2016: os "queridinhos"
A modos que meia fora d'horas, mas sou uma pessoa de muitos afazeres e o tempo, com muita pena minha, não estica. Depois, isto de analisar vestimentas pede o seu tempo e devida concentração, não vá eu cometer uma enorme injusta com um pedaço de tecido. Mas, tarde ou cedo, não podia mesmo deixar passar em branco mais uns Óscares à Portuguesa. Por isso, e sem mais demoras, comecemos pelos meus favoritos que ainda foram alguns.
Inês Castel-Branco
Esta era uma das minhas grandes curiosidades da noite. Depois do look magnifico do ano passado, andava aqui numas ansiedades para saber o que aí vinha desta vez. Não foi tão "UAU" e tão inovador, mas estava igualmente lindíssima. Uma mulher de vermelho fica sempre poderosa e eu tenho um fraquinho por plissados e tecidos esvoaçantes.
Cláudia Vieira
Eu disse que tinha um fraquinho por tecidos fluídos e esvoaçantes, não disse? Era óbvio que este Zuhair Murad tinha de estar nos meus preferidos. E a cor? Oh meu Deus, a COR!! Acho linda e a Cláudia merece uma salva de palmas por ter arriscado numa cor um pouco improvável, mas que resultou tão bem.
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