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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Foi o melhor que se arranjou #278


Cheira bem, cheira a Lisboa. A cidade das sete colinas, a maior parte delas ainda por conhecer. Cidade que desperta sonhos e oferece um sem-número de experiências e oportunidades.Vir à capital é um acontecimento raro, mais raro do que desejava. Sempre disse não gostar de lá viver, mas é tão bom visitar, passear e conhecer. Ser turista no meu próprio país, um dos melhores bens que a vida nos pode dar. Sempre que lá vou admiro-me com o mais pequeno pormenor que não vi antes. As ruas. Entre visitantes e residentes é surpreendente a quantidade de pessoas que se vê de um lado para o outro. Todo um movimento que contagia. E os detalhes que nos envolvem? Os varandins, os azulejos portugueses perdidos pelas fachadas, as próprias fachadas dos edifícios, as lojas, os artistas de rua, as tascas nas vielas escondidas, os grafites, o eléctrico, os monumentos, os miradouros e tanto e tanto que há de tão apetecível de se ver, conhecer e fotografar. É a nossa Lisboa menina e moça!

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A diferença entre ter e não ter meia dúzia de neurónios







Não se inquietem, senhores, não se inquietem, porque ainda existe ali um bocadinho de pessoa no meio do plástico.

A primeira depois da última


Passei o domingo todo em casa. Uma tarde inteira dedicada às leituras, ao sofá, à manta e ao Pepe. Às 19h decido calçar as sapatilhas e ir correr. As temperaturas eram mínimas, não tinha companhia, mas queria muito ir correr. Assim à primeira vista parece de loucos, mas senti mesmo necessidade de ir. Podia ter dado para pior.

Já não me lembro de quando tinha sido a última corrida, mas tenho ideia de não ter posto os pés na estrada nos últimos dois meses do ano pelo menos. Estava inscrita na São Silvestre do Porto - prova que queria muito participar -, no entanto, acabei por não ir. Também passei ao lado de um trail que estava nos meus planos. Deixei-me levar por um estado de espírito mais letárgico ao qual não é fácil dar a volta.

Apesar do frio até aos ossos, de não sentir a pontinha do nariz e as mãos de tão geladas, da dor de burro nos últimos dois quilómetros (com o frio tenho mais dificuldade em controlar a respiração), de terem sido apenas cinco quilómetros e do percurso não ter sido nenhuma novidade, cheguei ao fim com a mesma sensação de quem corta a meta. Pelo simples facto de ter sido mais forte do que o que me puxa para baixo, por ter desafiado a minha inércia, por ter encontrado a força de vontade de outrora e por me ter lembrado de como é bom correr e de como me faz sentir bem.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Demasiado óbvio


Comecemos a semana de forma altamente interessante, com zero futilidades e com aquele nível de intelecto máximo: com fofocas, portanto.
Ora, qual é o meu espanto quando chego a casa dos meus pais, alapo-me confortavelmente no sofá, pego na primeira revista e dou conta de um possível caso amoroso entre o (gato-gostoso-lindo-e-fofinho do) Lourenço Ortigão e a (porca bonitona da) Kelly Bailey? Nenhum.
Sou só eu a achar um acontecimento demasiado óbvio que de tão óbvio nem merecia destaque numa capa de revista? Senão vejamos, estamos a falar da Kelly Bailey que logo no seu primeiro projecto no mundo da ficção enrola-se na vida real com o actor com quem contracena amorosamente. E estamos a falar do Lourenço Ortigão que mandou a Mia Rose às urtigas mal conheceu a Sara Matos com quem contracenou amorosamente também no seu primeiro projecto televisivo. Sara Matos que, por acaso, mandou-o à fava mal apanhou o Teixeirinha (coisa mailindinha da sua mãe) como par romântico numa novela (boa troca). Pedro Teixeira que, por sua vez, meteu uns patins na sua mulher Cláudia Vieira - por quem se apaixonou, por acaso mas só por acaso, durante as gravações dos Morangos com Açúcar - e "adeusinho boa noite". 
Estão a atingir a cena? Este fenómeno bonito do amor que passa da ficção para a vida real? Pronto 'tá bem eu admito, há aqui uma pontinha de inveja inflamada. Mas que esta coisa dos beijos técnicos e do "ahhh nós estamos a fazer de conta que estamos a fazer o amor, mas é tudo extremamente profissional quase como se estivesse em cima de uma boneca insuflável nem lhe consigo sentir a pele" é tudo uma graaaaande treta, é. Aliás, quem inventou essa do "beijo técnico" devia ganhar o prémio nobel da sonsice.
Quanto à Kelly... Amiga, aproveita que isto é só até ele apanhar uma actriz ainda mais gata numa próxima novela qualquer. Ou até conhecer-me, vá (ah! ah! ah!).


Nota de redacção: post meramente irónico e sarcástico só para aliviar o azedume de segunda-feira. Não se enervem comigo, sim?


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Relax, it's wekend! #26

Se eu fosse má pessoa espetava-vos aqui com um look mega ultra violeta, já que é a cor Pantone deste ano. Mas como sou vossa amiguinha deixo-vos um look em tons de preto e verde-tropa, cor que gosto imenso. E não, não gosto de violeta, púrpura, roxo ou o que lhe queiram chamar. Quer dizer, não gosto em roupas, porque até gosto de batons e vernizes dessa cor. Em decoração também aprecio (a sala aqui de casa tem apontamentos dessa cor, incluindo uma poltrona e um aparador), mas em roupa...jesus christ!! Mas bom, posso vir a mudar de ideias, nunca se sabe.


Nota 1: esta parka bem que podia aparecer no armário cá de casa tipo artes mágicas.
Nota 2: estas sapatilhas bem que podiam aparecer no armário cá de casa tipo artes mágicas.
Nota 3: hoje é dia de Euromilhões e estou confiante que é desta. Confiante que é desta que me saem aí uns 2 euros.


Parka Only (aqui) | Malha Lanidor (aqui) | Jeans Zara (aqui) | Mochila Salsa (aqui) | Sapatilhas Adidas (aqui)


Bom fim-de-semana!


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Três livros para o primeiro trimestre do ano


vamos tentar!

No final do Verão partilhei convosco a vontade de retomar o bom hábito de ler. Acho que estou a conseguir. Feitas as contas, desde as férias do Verão já terminei o livro "Um Novo Amanhã" de Dorothy Koomson - já se arrastava há um ano pela mesinha de cabeceira -, li o "Escrito na Água" de Paula Hawkins (venha daí o filme), li o "Comer, Orar e Amar" de Elizabeth Gilbert e já dei inicio ao "A Mulher Mais Sortuda do Mundo" de Jessica Knoll (que penso que também sairá em filme). Pelo meio vou lendo o "Liberta-te de Pensamentos Tóxicos" - mais virado para a espiritualidade e auto-ajuda com base em testemunhos - que já está quase no fim. Está longe de ser espectacular, mas vindo de mim é de bater palminhas.

"Obláaa, tu lês tão pouco...mas tu gostas mesmo de ler?!" refilam vocês. Gosto, gosto muito. Vejo a leitura como um dos maiores prazeres que podemos ter na vida. Leva-nos a viajar e a conhecer o mundo sem sairmos do nosso sofá. Faz-nos identificar com sentimentos e ajuda-nos a tornarmo-nos pessoas melhores. Também fazem-nos sentir menos sozinhos. Os livros ampliam a nossa mente e é uma forma de entender diferentes vidas, emoções e personalidades. Depois é a capacidade de nos fazer abstrair do mundo à nossa volta, acabando por servir de escape. Um escape saudável e bastante enriquecedor. E é um estimulo à nossa imaginação. Tão bom que é mergulhar de cabeça nas histórias, construir cenários e dar um rosto às personagens, sentir bem na pele como se fossemos nós que estivéssemos a viver aquela história! Por isso, sim, gosto muito, muito de ler.

"Então porque é que não lês mais, mulheeeer?!!" protestam vocês. Resposta demasiado óbvia: não tenho tempo para ler. Caaaaaalma, não m'insultem!! Isto do "não tenho tempo para..." parece cliché, eu sei, e soa até a desculpa fácil, eu sei, mas é o que é. Para muitos "não ter tempo" é coisa que não existe, porque o tempo arranja-se, e há tempo para tudo, e é uma questão de organização e prioridades e...não me lixem porque não é tão linear assim. O meu tempo não é o vosso tempo, os meus interesses não são os vossos interesses e a minha vida não é a vossa vida, resumidamente e de forma curta e grossa, cada um sabe de si.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Golden Globes 2018: vestidos na sua categoria "quero-um-destes-JÁ"

Dakota Johnson | Vestido: Gucci



Tal como disse no "stories" do Instagram, não há como não amar! Um vestido à primeira vista sem nada de tchanan, mas num virar de costas rejubila todo um glamour e elegância. Amei das pontas dos cabelos aos pés. Depois é a Dakota, um amor de pessoa.