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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante, ver-me-lhão!

Não, não vos quero dar música, muito menos da Fafá de Belém (não que tenha algo contra a senhora, nada disso, mas são cantorias que não me aquecem lá muito o coração). No máximo dos máximos, ainda vos cantava um "é sexta-feira, YEAAAAAHHHH, quero ir para a brincadeira, YEEAAAAHHHH". Ahhhhhhhh já é sexta-feira, alegria, alegria! Já vos disse que vou entrar de férias? Não? Então, fiquem desde já a saber, aqui a vossa Gata está prestes a entrar em modo férias natalícias (tãooooo bommmmm), ah pois é, não é para quem pode, é só para quem merece (ah! ah! ah!). Vou ficar 100% disponível para os bolos, as rabanadas, as filhoses, os cho-co-la-tes, as PRENDAS, e para essas coisinhas deliciosas que o Natal traz com ele. Ahhhhhhhhhhhhhh, por falar em prendas... Por acaso, vossas excelências, estimadas leitoras aqui do barraco, já compraram a minha prenda? Liiiiiiiiiiiiivrem-se, mas liiiiiiiiiiiiivrem-se de se esquecerem da minha ilustre pessoa, estão m'oubiri? 

Bem, passando ao que me traz hoje... Dezembro é sinónimo de Natal, penso que estamos todos de acordo. E para mim, Natal é sinónimo de vermelho, essa cor linda e maravilhosa (daquele clube lindo e maravilhoso), pelo que me parece a altura ideal para usar e abusar da cor. A bem dizer, qualquer altura é sempre boa para uma mulher vestir-se de vermelho. Pessoalmente, gosto imenso, não fosse uma cor marcante e super feminina. Tenho algumas peças, mas o que eu gostava mesmo, mesmo, mesmo de ter era uns red shoes (uma falha gravíssima na sapateira lá de casa). Acho que uns bonitos stilettos vermelhos são de fazer suspirar qualquer pessoa. Estão a ver um look preto integral com uns stilettos vermelhos? A-D-O-R-O.
Posto isto, porque não dar um toque de vermelho nos looks para os 324 jantares de Natal, que qualquer comum mortal tem por esta altura? Quem diz num jantar de Natal, diz no dia-a-dia simplesmente. Parece-me muito bem, como tal, e como querida que sou, decidi fazer a recolha de algumas peças em modo "red's women" que poderão, ou não, interessar-vos.


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Foi o melhor que se arranjou #99

Outra vez arroz, que é como quem diz, outra vez biker boots da Salsa.
Já estavam com saudades, han?

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Das amizades *

Se for a ver, nunca fui pessoa de muitas amizades. E falo daquelas amizades mesmo íntimas. Das verdadeiras. Conto-as pelos dedos de uma mão. Na verdade, sobram dedos. Talvez por ser uma pessoa reservada. Talvez por ao longo do tempo ter aprendido a não confiar demasiado e a não dar tudo de mim, assim, ao primeiro sorriso. Resumidamente, a vida ensinou-me a ficar de pé atrás em relação aos outros. E isso, talvez também tenha dificultado a minha aproximação em relação a quem foi aparecendo na minha vida. Claro que são bastantes as pessoas com quem eu gosto de estar, falar, sair e que me divertem, não pensem que sou bicho do mato porque não sou, muito pelo contrário, sou bastante sociável até. Mas daí à dita amizade mais íntima vai uma longa distância. Não sei, talvez pelo receio de vir a desiludir-me ou a magoar-me de novo.
E nisto, das amizades, sempre fui uma pessoa muito atenciosa, muito carinhosa, muito "mimimi", daquelas que gosta de estar sempre presente e que só não dá o que não tem. Até mesmo quando não existe reciprocidade. Porque sempre me ensinaram a dar sem esperar algo em troca. Mas talvez tenha sido por isso que, muitas vezes, fui a totó de serviço (tema que poderá, ou não, vir a ser abordado).
Se formos a pensar nisto, das amizades, facilmente percebemos que é a reciprocidade, aquela que nem sempre existe, que faz as coisas darem certo. Seja no carinho, na lembrança, no amor, seja na amizade. A reciprocidade é importante. Fundamental, eu diria. É uma espécie de alimento que se faltar, algo esmorece. Mesmo quando a outra parte luta para manter algo vivo, acaba sempre por esmorecer.
Nisto, das amizades, bem sei que não somos todos iguais. Se uns são mais atenciosos, outros são mais distantes e mais desligados. Mas nisto, das diferenças, existem mínimos, daqueles mínimos fundamentais que não deixam duvidas e que não fazem questionar uma amizade.
Sempre fui de arranjar todas as desculpas, possíveis e imaginárias, para as falhas dos outros (já vos disse que muitas vezes fui a totó de serviço?), muito por ser ingénua e por querer acreditar e confiar sempre até ao último segundo. Mas chego a uma fase da vida, e depois de "n" desilusões, que percebo que as pessoas são falíveis e que nos desiludem, e então paro de procurar desculpas e encaro a realidade, por mais triste que me deixe. Porque as pessoas desiludem sempre. Sejam pais, irmãos, namorados, amigos, acabam sempre por desiludir. Às vezes não tem grande importância, outras vezes é impossível conseguir deixar passar em branco e ficar indiferente. O melhor será estarmos sempre preparados e não criar grandes expectativas para que a pancada seja menor. Mas... Será que, ainda assim, alguma vez estamos preparados?


* ou, das desilusões.
24-09-2013 15-51-22

A Gata na Cozinha #35

Bolachas de Manteiga de Amendoim by A Gata de Saltos Altos


Desta vez, aqui a vossa Gata estreou-se nos biscoitos. E estou com duvidas, não sei se esta estreia é digna de um programa culinário tipo master chef, ou se digna de um filme de comédia (/terror). Isto porque decidi ser eu própria a fazer a manteiga de amendoim (quando era tão mais fácil compra-la no hiper-mercado mais próximo, burra eu?), e durante o processo percebi que não estava munida do melhor material. Quase que dava cabe dos pequenos-electrodomésticos lá de casa, tudo para conseguir transformar o raio do amendoim numa bela manteiga cremosa. A liquidificadora já deitava fumo e quase que ficava sem lâminas, depois, foi a vez da varinha-mágica entrar em acção mas achei por bem parar assim que começou a fazer uns barulhos estranhos, vindos do seu interior. Bem, já estava a largar fumo pelas bentas sem saber o que fazer ao raio da (espécie de) manteiga de amendoim que tinha em mãos. Até filmes no youtube fui ver, tal era o desespero (e os neeeervoooooos, muiiiiiitos neeeeeeervooooooos). Depois de andar a cuspir fogo pelos cantos da casa, de bufar 3456 vezes e de quase espetar com os amendoins semi triturados (e que mais pareciam cimento) no lixo, fui invadida por um rasgo de inteligência e lá dei conta que talvez a potência da liquidificadora não fosse das melhores para o efeito. Mas nada melhor que ter a cunhada no andar de baixo e possuidora de um instrumento com maior potência.
E pronto, em dois minutos salvei a minha fantástica manteiga de amendoim e passei (fi-nal-men-teeeeee) ao passo seguinte, fazer as bolachinhas propriamente ditas.
Posto isto (não podia deixar de registar a bela da aventura), e a pedido de várias famílias, passemos ao que realmente vos interessa, a receita. Importa referir que a dita cuja foi inspirada (/surripiada) no fantástico e delicioso blog Cinco Quartos de Laranja.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Foi o melhor que se arranjou #98

Fiiiiiiinaaaaaaaaaaalmeeeeeeeeeenteeeeee, eis que chegamos ao fim do rescaldo da famosa sexta-feira negra. Ele foi clutch, ele foi sweater, ele foi cachecol xxl, ele foi cinto e ele foi, foi, foi, foi...mala tigresssssssssss, coisa mailinda de sua mãezinha. Há muito que a andava a namorar e os 20% de desconto foi só o empurrãozinho que faltava.
Alguns dos leitores aqui do estaminé, sempre fofinhos e atentos às minhas necessidades básicas, eram a favor de uma renovação do stock de malas, e quem sou eu para contrariar? Em menos de nada já vão três. Mas fixe, fixe, era vocês fazerem uma vaquinha entre todos e oferecerem-me outra agora pelo Natal (malas nunca são demais, né?). Até porque bem mereço uma boa prenda por vos aturar. Mas atenção, só aceito de Valentino para cima (wuuUaAAaaaHhhhhh).

domingo, 14 de dezembro de 2014

Insta Moments da Gata #33

Já há long time ago que os "Insta Moments" estão a modos que meio (completamente) ao abandono. Aqui no estaminé, já na instalândia faço sempre questão de deixar um pouquinho de mim, todos os dias. A verdade, é que não tenho bem a percepção se a maioria dos meus leitores (coisinhas mailindas e fofinhas de sua mãezinha) possui conta no Instagram, logo, esta rubrica acaba por ser mais para "encher chouriços", digamos assim, ou se pelo contrário, até é do vosso agrado visto nem todos terem acesso à dita rede social. Por isso, vá, digam de vossa justiça. Querem ou não querem, de quando em vez, "Insta Moments da Gata" aqui pelo barraco? Vocês é que mandam, aproveitem que não é sempre (ah! ah! ah!).

Happy Sunday (cada vez mais perto do Natal) ♥

Dress code de ontem à noite. Melhor, impossível.

Diz que está frio (munto, munto, munto), e que é Natal (yuupiiii).

2015 cá te espero.

Details de um domingo, ou, pronta para laurear a pevide.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Noiva à beira de um ataque de nervos #4

Há muito que não falávamos sobre os detalhes da minha boda. Aposto que vossas excelências (ressabiadonas como são) já andavam aí a cochichar umas cajoutras "ah e tal de certeza que já não vai casar, provavelmente até já foi trocada por uma gata ainda mais gata". Mas nãooooooo, minhas pindéricas fofinhas, na verdade, pouco ou nada avançou desde a última vez que falámos do tema. Dizer isto provoca-me uns certos suores frios o que não é lá muito bom, diga-se de passagem. Sinto que o tempo passou a voar desde que fiquei noiva, quatro meses já lá vão e quando for a ver já estamos em Janeiro, PI-OR, quando for a ver já estou com os pezinhos dentro da igreja, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que ainda há tanto a fazer, e a ver, e a decidir, e a sei lá eu mais o quê. E se falha algo? E se esquecemo-nos de algum pormenor importantíssimo-íssimo? E se isto? E se aquilo? E SEEEEEEEEE? Eu disse-vos que sou pessoa que sofre muito por antecipação, e que sou a drama-queen das drama-queens, não disse? ENTÃO ATUREM-ME E NÃO RECLAMEM, PODE SER? Obrigados.
Ora bem, fazendo um rápido apanhado do que já está orientado, temos:

1. Data do casório (convém, né?);
2. Igreja que nos abençoe;
3. Quinta para a ramboiada total;
4. Catering para encher o bandulho dos alegres convivas;
5. Fotografo para registar tudo e mais alguma coisinha.

E pronto. Das 362549 coisas a tratar, 5 estão orientadas. Nunca pior, portanto. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii respira fundo Gata, tu reeeespiiiiiiraaaaa fuuuuuuuuuuuuuuuuuuundo. Noiva sofre.
Bem, vamos é passar a um item bastante importante na vida de uma noiva e esquecer, por momentos, as 362545 que estão por tratar: o vestido. Não incluí na lista de tarefas cumpridas, mas também já está praticamente tratado. Como sabem, já andei no tira-e-veste-vestido, depois de longos dias a fazer um estudo de mercado intensivo (vocês já vomitavam vestidos de noiva, imagino), e depois de experimentar os que mais gostava, claro que houve "O" tal. As minhas companheiras desta aventura ainda me deixaram um pouco indecisa entre outro, mas no fundo, no fundo, eu sabia bem qual me batia forte cá dentro. E amanhã lá vou eu, experimentá-lo de novo, namorá-lo mais um bocadinho, sonhar, tirar as medidas, encomendá-lo, e esperar seis meses para que ele chegue (e rezar para que, passados tantos meses, ainda consiga lá enfiar o rabo).
Com o vestido escolhido, começo a pensar nos acessórios e nos sapatos. Aiiiii os sapatos! Analisando bem o que já me falaram, sei que é uma grande dor de cabeça, bem pior que propriamente o vestido. Do que já andei a cuscar não gosto de nada. Uma coisa eu sei, quero uns sapatos de cor (que vá de encontro à decoração da quinta, provavelmente). Não é algo propriamente fácil de encontrar pelo que a solução passa por forrar. Ai, ai, este assunto promete. Aguardem as cenas dos próximos episódios.




24-09-2013 15-51-22